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segunda-feira, 8 de junho de 2026
Do Pecado à Reconciliação com Deus
Citando o Livro de Salmos e o Livro de Gênesis, o Catecismo da Igreja Católica ensina: "O pecado é ofensa a Deus: 'Pequei contra Ti, somente contra Ti. Pratiquei o que é mau a Teus olhos (Sl 51,6).' O pecado ergue-se contra o amor de Deus por nós, e dele desvia nossos corações. Tal qual o primeiro pecado, é uma desobediência, uma rebelião contra Deus, por vontade de se tornar "como deuses", conhecendo e determinando o bem e o mal (Gn 3,5). O pecado é, portanto, "amor a si mesmo até o desprezo de Deus (Santo Agostinho)." Por essa orgulhosa exaltação de si, o pecado é diametralmente contrário à obediência de Jesus, que realiza a Salvação." CIC § 1850
Com efeito, os seguidores da tradição de São Paulo afirmam que Jesus, enquanto Ser Humano, viveu a Comunhão com o Pai através da obediência que Lhe tinha. Está na Carta aos Hebreus: "Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve." Hb 5,8
Isso não era exatamente uma novidade, pois Nosso Senhor mesmo atestou, no Evangelho Segundo São João, que Suas obras e Sua Palavra eram frutos dessa fidelidade: "... nada faço por Mim mesmo. Eu só digo aquilo que o Pai Me ensinou." Jo 8,28
Ele mostrou-Se perfeitamente obediente ao Pai Celeste desde a Páscoa em que ficou em Jerusalém quando tinha doze anos. O Evangelho Segundo São Lucas aponta Sua resposta quando estava sendo procurado por Maria Santíssima e São José, e foi encontrado no Templo da Cidade Santa: "Por que Me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-Me das coisas de Meu Pai?" Lc 2,49b
Inclusive em Sua relação com Nossa Senhora e o Divino São José: "Em seguida, desceu com eles a Nazaré e era-lhes submisso." Lc 2,51
Assim também era Sua relação com o Antigo Testamento, como a Carta de São Paulo aos Gálatas diz: "Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido à Lei..." Gl 4,4
Falando sobre Sua Paixão que se aproximava, o mais difícil e doloroso momento de Sua vida, Jesus mesmo disse das Profecias a Seu respeito: "Foi isto que Meu Pai Me mandou fazer." Jo 10,18
O Hino Cristológico, então já consagrado entre os cristãos, foi recitado Carta de São Paulo aos Filipenses: "Sendo Ele de divina condição, não Se prevaleceu de Sua igualdade com Deus, mas aniquilou a Si mesmo assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens. E sendo exteriormente reconhecido como homem, ainda mais Se humilhou tornando-Se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus soberanamente O exaltou, e outorgou-Lhe o Nome que está acima de todos nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no Céu, na Terra e nos infernos." Fl 2,6-10
Por isso, anunciando o destino de todos que querem fazer a vontade do Pai, Nosso Salvador não iludia ninguém: "Se alguém quer vir após Mim, renegue a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-Me." Lc 9,23
E por mais devastador e dominador que pareça, a Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios explica nestes termos o poder da Santa Igreja Católica (cf. Ef 5,26 e At 1,8) para evangelizar: "Nós aniquilamos todo raciocínio e todo orgulho que se levanta contra o conhecimento de Deus, e cativamos todo pensamento e reduzimo-lo à obediência a Cristo." 2 Cor 10,5
Como a Carta de São Paulo aos Romanos registrou, portanto, o Ministério da Igreja Apostólica é levar o mundo à obediência da fé, seguindo o exemplo dado pelo próprio Jesus, que "... segundo o Espírito de Santidade, foi estabelecido Filho de Deus em poder por Sua Ressurreição dos mortos. E do Qual temos recebido a Graça e o apostolado, a fim de levar, em Seu Nome, todas pagãs nações à obediência da fé... " Rm 1,4-5 Porque só pela obediência se pode receber o Divino Espírito Santo, como São Pedro declarou perante o Sinédrio, o conselho dos judeus em Jerusalém, ao dar testemunho de Jesus no Livro de Atos dos Apóstolos: "Destes fatos, nós somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus deu a todos aqueles que Lhe obedecem." At 5,32
Afinal, a Primeira Carta de São Pedro aponta-a como o Caminho que nos purifica do pecado: "Em obediência à Verdade, tendes purificado vossas almas para com sinceridade praticardes fraterno amor." 1 Pd 1,22
E diz que a Unção do Espírito de Deus, pelos Sacramentos do Batismo e da Crisma, tem por fim exatamente a obediência ao Senhor, Cujo Sacrifício Pascal nos purifica. O Príncipe dos Apóstolos reza para que nós sejamos: "... santificados pelo Espírito para obedecer a Jesus Cristo, e receber sua parte da aspersão de Seu Sangue." 1 Pd 1,2b
Contudo, mesmo após mais de duas décadas de pleno exercício da obediência, São Paulo era humilde em admitir: "Sinto, porém, em meus membros outra lei, que luta contra a lei de meu espírito e me prende à lei do pecado, que está em meus membros. Assim, pois, de um lado, por meu espírito, sou submisso à Lei de Deus. De outro lado, por minha carne, sou escravo da lei do pecado." Rm 7,23.26
Argumentando no mesmo sentido, a Carta de São Tiago também admite, e precisamente por isso adverte aqueles que se arrogam Sacerdotes: "Meus irmãos, entre vós não haja muitos a se arvorar em mestres. Sabeis que mais severamente seremos julgados, porque todos nós caímos em muitos pontos." Tg 3,1-2
Argumentando no mesmo sentido, a Carta de São Tiago também admite, e precisamente por isso adverte aqueles que se arrogam Sacerdotes: "Meus irmãos, entre vós não haja muitos a se arvorar em mestres. Sabeis que mais severamente seremos julgados, porque todos nós caímos em muitos pontos." Tg 3,1-2
O Apóstolo dos Gentios, pois, claramente percebia nossa radical fragilidade como consequência do pecado original, que foi a desobediência (cf. Gn 2,17): "... o pecado entrou no mundo, e pelo pecado, a morte. Assim a morte passou a todo gênero humano, porque todos pecaram..." Rm 5,12
Mas não esquecia a grandeza da promessa do amor de Deus: "Porque o salário do pecado é a morte, enquanto o dom de Deus é a Vida Eterna..." Rm 6,23
Por isso, com grande fervor, a Carta de São Paulo aos Efésios propagava a imensurável Graça que se derramou pelo Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem a qual é quase vão qualquer esforço humano para se salvar: "Porque é pela Graça que sois salvos, mediante a fé. Isso não vem de vossos méritos, mas é puro dom de Deus." Ef 2,8
Mas não esquecia a grandeza da promessa do amor de Deus: "Porque o salário do pecado é a morte, enquanto o dom de Deus é a Vida Eterna..." Rm 6,23
Por isso, com grande fervor, a Carta de São Paulo aos Efésios propagava a imensurável Graça que se derramou pelo Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem a qual é quase vão qualquer esforço humano para se salvar: "Porque é pela Graça que sois salvos, mediante a fé. Isso não vem de vossos méritos, mas é puro dom de Deus." Ef 2,8
De fato, apenas conhecer as Escrituras não basta, "... porque a Lei se limita a dar o conhecimento do pecado." Rm 3,20
É preciso deixar-se embalar por Deus mesmo: "Assim, meus caríssimos, vós que sempre fostes obedientes, trabalhai em vossa Salvação com temor e tremor, não só como quando eu estava entre vós, mas muito mais agora em minha ausência. Porque é Deus, segundo Seu beneplácito, Quem realiza em vós o querer e o executar." Fl 2,12-13
Seus discípulos rezavam: "E o Deus da Paz... queira dispor-vos ao bem e conceder-vos que cumprais Sua vontade, realizando Ele próprio em vós o que é agradável a Seus olhos, por Jesus Cristo..." Hb 13,20a.21a
O próprio Jesus, falando como Ser Humano, explicava todo Seu Ministério, a saber, Palavra e milagres, por Sua Comunhão com o Pai: "Não credes que estou no Pai, e que o Pai está em Mim? As palavras que vos digo não as digo de Mim mesmo. Mas o Pai, que permanece em Mim, é que realiza Suas próprias obras." Jo 14,10
É preciso deixar-se embalar por Deus mesmo: "Assim, meus caríssimos, vós que sempre fostes obedientes, trabalhai em vossa Salvação com temor e tremor, não só como quando eu estava entre vós, mas muito mais agora em minha ausência. Porque é Deus, segundo Seu beneplácito, Quem realiza em vós o querer e o executar." Fl 2,12-13
Seus discípulos rezavam: "E o Deus da Paz... queira dispor-vos ao bem e conceder-vos que cumprais Sua vontade, realizando Ele próprio em vós o que é agradável a Seus olhos, por Jesus Cristo..." Hb 13,20a.21a
O próprio Jesus, falando como Ser Humano, explicava todo Seu Ministério, a saber, Palavra e milagres, por Sua Comunhão com o Pai: "Não credes que estou no Pai, e que o Pai está em Mim? As palavras que vos digo não as digo de Mim mesmo. Mas o Pai, que permanece em Mim, é que realiza Suas próprias obras." Jo 14,10
E dizia do intensivo trabalho do Pai em nós: "Eu sou a Verdadeira Videira, e Meu Pai é o Agricultor. Todo ramo que não der fruto em Mim, Ele cortá-lo-á. E podará todo que der fruto, para que produza mais fruto." Jo 15,2
Ele assim age por Seu Espírito, que nos adota e nos concede a divina filiação, como São Paulo afirma: "De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer. Mas se pelo espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, pois todos que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para ainda viverdes no temor, mas recebestes o Espírito de Adoção, pelo Qual clamamos: Aba! Pai! O Espírito mesmo dá testemunho a nosso espírito de que somos filhos de Deus." Rm 8,13-16
Por isso, para que consigamos pôr em prática a Palavra de Deus, ele insiste: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. Porque os desejos da carne se opõem aos do espírito, e estes aos da carne, pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis." Gl 5,16-17
E exalta o Sacerdócio da Igreja de Deus Vivo que temos na Nova Aliança: "Não que por nós mesmos sejamos capazes de algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para sermos Ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal Glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face, embora transitório, quanto mais glorioso não será o Ministério do Espírito?" 2 Cor 3,5-8
Ele assim age por Seu Espírito, que nos adota e nos concede a divina filiação, como São Paulo afirma: "De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer. Mas se pelo espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, pois todos que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para ainda viverdes no temor, mas recebestes o Espírito de Adoção, pelo Qual clamamos: Aba! Pai! O Espírito mesmo dá testemunho a nosso espírito de que somos filhos de Deus." Rm 8,13-16
Por isso, para que consigamos pôr em prática a Palavra de Deus, ele insiste: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. Porque os desejos da carne se opõem aos do espírito, e estes aos da carne, pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis." Gl 5,16-17
E exalta o Sacerdócio da Igreja de Deus Vivo que temos na Nova Aliança: "Não que por nós mesmos sejamos capazes de algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para sermos Ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal Glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face, embora transitório, quanto mais glorioso não será o Ministério do Espírito?" 2 Cor 3,5-8
A Primeira Carta de São João igualmente ressalta este sinal de Comunhão com Deus nos membros da Igreja Una: "Quem observa Seus Mandamentos (de Cristo), permanece em Deus e Deus nele. É nisto que reconhecemos que Ele permanece em nós: pelo Espírito que nos deu." 1 Jo 3,24
Pois assim o amor de Deus nos concede a Comunhão dos Santos, que nos permite verdadeiramente exultar com São Paulo: "Mas eis aqui uma brilhante prova de amor de Deus por nós: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós. Se quando ainda éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela Morte de Seu Filho, com muito mais razão, já estando reconciliados, seremos salvos por Sua Vida." Rm 5,8-10
O IMPRETERÍVEL AUXÍLIO DA GRAÇA
Cheio do Espírito Santo, São Paulo bem sabia discernir as várias etapas em que se deram as manifestações de Deus. E apontando a superioridade da Graça manifestada através de Cristo Jesus, deixou-nos essa pérola em que compara o Antigo e o Novo Testamento, ainda que ambos sejam assinados por Deus mesmo: "Sobreveio a Lei para que abundasse o pecado. Mas onde abundou o pecado, superabundou a Graça." Rm 5,20
São João Evangelista também dava testemunho da celestial atmosfera em volta de Deus Jesus: "De Sua plenitude, todos nós recebemos Graça sobre Graça." Jo 1,16
Igualmente contrastou a Antiga e a Nova Aliança: "Pois a Lei foi dada por Moisés, mas a Graça e a Verdade vieram por Jesus Cristo." Jo 1,17
Isso deixa São Paulo confiante no absoluto sucesso do projeto da Salvação, concretizado na Santa Cruz do Calvário: "O pecado já não vos dominará, porque agora não estais mais sob a Lei, e sim sob a Graça." Rm 6,14
E havia afirmado: "Assim como o pecado reinou para a morte, a Graça também reinaria pela Justiça para a Vida Eterna, por meio de Jesus Cristo, Nosso Senhor." Rm 5,12
O IMPRETERÍVEL AUXÍLIO DA GRAÇA
Cheio do Espírito Santo, São Paulo bem sabia discernir as várias etapas em que se deram as manifestações de Deus. E apontando a superioridade da Graça manifestada através de Cristo Jesus, deixou-nos essa pérola em que compara o Antigo e o Novo Testamento, ainda que ambos sejam assinados por Deus mesmo: "Sobreveio a Lei para que abundasse o pecado. Mas onde abundou o pecado, superabundou a Graça." Rm 5,20
São João Evangelista também dava testemunho da celestial atmosfera em volta de Deus Jesus: "De Sua plenitude, todos nós recebemos Graça sobre Graça." Jo 1,16
Igualmente contrastou a Antiga e a Nova Aliança: "Pois a Lei foi dada por Moisés, mas a Graça e a Verdade vieram por Jesus Cristo." Jo 1,17
Isso deixa São Paulo confiante no absoluto sucesso do projeto da Salvação, concretizado na Santa Cruz do Calvário: "O pecado já não vos dominará, porque agora não estais mais sob a Lei, e sim sob a Graça." Rm 6,14
E havia afirmado: "Assim como o pecado reinou para a morte, a Graça também reinaria pela Justiça para a Vida Eterna, por meio de Jesus Cristo, Nosso Senhor." Rm 5,12
Eis que São Pedro diz da missão dos Sacerdotes da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, seja ordenado, seja leigo: "Como bons administradores das diversas Graças de Deus, cada um de vós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu: a Palavra, para anunciar as mensagens de Deus, um ministério, para o exercer com divina força, a fim de que em todas coisas Deus seja glorificado por Jesus Cristo." 1 Pd 4,10-11a
E garante a seus fiéis: "O Deus de toda Graça, que em Cristo vos chamou a Sua Eterna Glória, depois que tiverdes padecido um pouco, aperfeiçoá-vos-á, torná-vos-á inabaláveis, fortificá-vos-á." 1 Pd 5,10
É exatamente essa a Redenção que São João Batista apontou em Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." Jo 1,29
"Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!"
É exatamente essa a Redenção que São João Batista apontou em Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." Jo 1,29
Por isso, devemos prestar séria atenção à Palavra de Nosso Salvador, que disse: "... todo homem que se entrega ao pecado, é seu escravo." Jo 8,34
Por a viver com fervor, e assim plenamente usufruir da Graça, São Paulo flerta com a santidade e com a Vida Eterna: "Não sabeis que, quando vos ofereceis a alguém para lhe obedecer, sois escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado para a morte, quer da obediência para a Justiça? Mas agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santidade. E o resultado é a Vida Eterna." Rm 6,16.22
Para que efetivamente resistamos ao pecado, portanto, Jesus convidou-nos a enfrentar as tribulações da carne e as perseguições que todos cristãos sofrem, encorajando-nos e evidenciando Sua vitória, que serve de modelo para nossa: "No mundo haveis de ter tribulações. Mas tende coragem! Eu venci o mundo." Jo 16,33
São Pedro usa o mesmo argumento: "Assim, pois, como Cristo padeceu na carne, armai-vos deste mesmo pensamento: quem padeceu na carne, rompeu com o pecado..." 1 Pd 4,1
E evocando o Sacrifício Pascal, os seguidores de São Paulo propõem que levemos essa batalha às últimas consequências: "Com perseverança corramos ao proposto combate, com o olhar fixo no Autor e Consumador de nossa fé, Jesus. Atentamente considerai, pois, Aquele que tantas contrariedades sofreu dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo. Ainda não tendes resistido até o sangue na luta contra o pecado." Hb 12,1b.3-4
Porque tal libertação só pode ser alcançada pela plena observância da Palavra da Salvação: "E Jesus dizia aos judeus que n'Ele creram: 'Se permanecerdes em Minha Palavra, sereis Meus verdadeiros discípulos. Conhecereis a Verdade, e a Verdade libertá-vos-á.'" Jo 8,31-32
Ora, Ele é a própria Verdade, o único Caminho que nos leva à Vida em Deus: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim." Jo 14,6
Diante da teimosia de petrificados corações, Ele até propôs um teste: "Se alguém quiser cumprir a vontade de Deus, distinguirá se Minha Doutrina é de Deus ou se falo de Mim mesmo." Jo 7,17
Sentenciou, por fim, o exclusivo meio pelo qual podemos ser libertos do pecado: Seus gloriosos auxílios, isto é, Sua Graça, a Qual derrama sobre quem Lhe obedece: "Portanto, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres." Jo 8,36
E foi bem explícito ao falar sobre Sua divina condição, usando um título de Deus (cf. Êx 3,14), assim como de nossas condenadoras fraquezas: "Vós sois cá de baixo, Eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, Eu não sou deste mundo. Por isso, disse-vos: morrereis em vosso pecado. Porque se não crerdes que EU SOU, morrereis em vosso pecado." Jo 8,23-24
Desta forma, por pior que seja nosso estado de pecado, devemos ter como exemplo a conclusão a que chegou o filho pródigo, e com a mesma humildade retornar ao Pai: "Levantar-me-ei e irei a meu pai, e di-lhe-ei: 'Meu pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um de teus empregados.'" Lc 15,18-19
A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
É necessário, pois, através da Unidade promovida na Igreja pela Santíssima Trindade, que clamemos ao "... Espírito Santo, Autor da Graça!" Hb 10,29
São Paulo expressamente recomenda o uso da oração: "Intensificai vossas invocações e súplicas. Rezai em toda circunstância, pelo Espírito, no Qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos cristãos." Ef 6.18
A Carta de São Judas centra no foco deste pedido: "Rezai no Espírito Santo." Jd 20b
São Pedro usa o mesmo argumento: "Assim, pois, como Cristo padeceu na carne, armai-vos deste mesmo pensamento: quem padeceu na carne, rompeu com o pecado..." 1 Pd 4,1
E evocando o Sacrifício Pascal, os seguidores de São Paulo propõem que levemos essa batalha às últimas consequências: "Com perseverança corramos ao proposto combate, com o olhar fixo no Autor e Consumador de nossa fé, Jesus. Atentamente considerai, pois, Aquele que tantas contrariedades sofreu dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo. Ainda não tendes resistido até o sangue na luta contra o pecado." Hb 12,1b.3-4
Porque tal libertação só pode ser alcançada pela plena observância da Palavra da Salvação: "E Jesus dizia aos judeus que n'Ele creram: 'Se permanecerdes em Minha Palavra, sereis Meus verdadeiros discípulos. Conhecereis a Verdade, e a Verdade libertá-vos-á.'" Jo 8,31-32
Ora, Ele é a própria Verdade, o único Caminho que nos leva à Vida em Deus: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim." Jo 14,6
Diante da teimosia de petrificados corações, Ele até propôs um teste: "Se alguém quiser cumprir a vontade de Deus, distinguirá se Minha Doutrina é de Deus ou se falo de Mim mesmo." Jo 7,17
Sentenciou, por fim, o exclusivo meio pelo qual podemos ser libertos do pecado: Seus gloriosos auxílios, isto é, Sua Graça, a Qual derrama sobre quem Lhe obedece: "Portanto, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres." Jo 8,36
E foi bem explícito ao falar sobre Sua divina condição, usando um título de Deus (cf. Êx 3,14), assim como de nossas condenadoras fraquezas: "Vós sois cá de baixo, Eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, Eu não sou deste mundo. Por isso, disse-vos: morrereis em vosso pecado. Porque se não crerdes que EU SOU, morrereis em vosso pecado." Jo 8,23-24
Desta forma, por pior que seja nosso estado de pecado, devemos ter como exemplo a conclusão a que chegou o filho pródigo, e com a mesma humildade retornar ao Pai: "Levantar-me-ei e irei a meu pai, e di-lhe-ei: 'Meu pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um de teus empregados.'" Lc 15,18-19
É necessário, pois, através da Unidade promovida na Igreja pela Santíssima Trindade, que clamemos ao "... Espírito Santo, Autor da Graça!" Hb 10,29
São Paulo expressamente recomenda o uso da oração: "Intensificai vossas invocações e súplicas. Rezai em toda circunstância, pelo Espírito, no Qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos cristãos." Ef 6.18
A Carta de São Judas centra no foco deste pedido: "Rezai no Espírito Santo." Jd 20b
Jesus, de fato, prometeu que não ficaríamos sós, e assim Igreja Católica Apostólica Romana tem vencido os séculos: "É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece. Mas vós conhecê-Lo-eis, porque convosco permanecerá e em vós estará." Jo 14,17
Com o Espírito Paráclito, aliás, a Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo entrará na eternidade, confortando-nos no bom combate da fé, tal qual Ele mesmo prometeu: "E Eu rogarei ao Pai, e Ele dá-vos-á outro Consolador, para que eternamente fique convosco." Jo 14,16
A Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios fala mesmo da união para a Vida Eterna: "... quem se une ao Senhor, com Ele torna-se um só Espírito." 1 Cor 6,17b
Nosso Salvador bem descreveu a missão de Seu Espírito, que Se manifestaria após Sua Ascensão: "Ele convencerá o mundo a respeito do pecado, que consiste em não crer em Mim. Convencê-lo-á a respeito da Justiça, porque Eu vou para junto de Meu Pai e vós já não Me vereis. Convencê-lo-á a respeito do Juízo, que consiste em que o príncipe deste mundo já está julgado e condenado." Jo 16,9-11
Por isso, derramou-O sobre os Apóstolos, que são os fundamentos da Igreja Viva (cf. Ef 2,20), para que ela nos conceda a remissão dos pecados mediante o Sacramento da Confissão: "Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, sê-lhes-ão perdoados. Àqueles a quem os retiverdes, sê-lhes-ão retidos." Jo 20,22-23
É, pois, investido da autoridade deste Ministério que São Paulo exorta: "Portanto, desempenhamos o encargo de embaixadores em Nome de Cristo, e é Deus mesmo que exorta por nosso intermédio. Em Nome de Cristo, rogamo-vos: reconciliai-vos com Deus!" 2 Cor 5,20
E referindo-se aos Sacramentos, assim ele reza: "Nós somos operários com Deus. Vós, o campo de Deus, o edifício de Deus. Que os homens nos considerem, pois, como simples operários de Cristo e administradores dos mistérios de Deus." 1 Cor 3,9; 4,1
Pois o Santo Paráclito, presente em todos Sacramentos, é o Espírito da Comunhão com Deus, como ele diz: "... e a Comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!" 2 Cor 13,13
Só através d'Ele realmente podemos amar: "E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." Rm 5,5
De fato, o Amado Discípulo aponta nossa fonte de amor: "Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Mas amamos, porque primeiro Deus nos amou." 1 Jo 4,16.19
E referindo-se aos Sacramentos, assim ele reza: "Nós somos operários com Deus. Vós, o campo de Deus, o edifício de Deus. Que os homens nos considerem, pois, como simples operários de Cristo e administradores dos mistérios de Deus." 1 Cor 3,9; 4,1
Pois o Santo Paráclito, presente em todos Sacramentos, é o Espírito da Comunhão com Deus, como ele diz: "... e a Comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!" 2 Cor 13,13
Só através d'Ele realmente podemos amar: "E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." Rm 5,5
De fato, o Amado Discípulo aponta nossa fonte de amor: "Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Mas amamos, porque primeiro Deus nos amou." 1 Jo 4,16.19
Assim, para um perfeito entendimento da Comunhão da Santíssima Trindade, no Sacramento da Crisma Deus Pai confirma-nos pela Palavra de Seu Filho e marca-nos pelo fogo de Seu Espírito, o Qual é o selo, a garantia de nossa Salvação. São Paulo ensina: "Ora, Quem nos confirma a nós e a vós em Cristo, e nos consagrou, é Deus. Ele marcou-nos com Seu selo e a nossos corações deu o penhor do Espírito." 2 Cor 1,21-22
Ele repete essa afirmação escrevendo aos católicos da cidade de Éfeso: "... fostes selados com o Espírito Santo que fora prometido, o Qual é o penhor de nossa herança... " Ef 1,13-14
E comemora a ação do Divino Paráclito iniciada no Pentecostes: "A Lei do Espírito de Vida libertou-me, em Jesus Cristo, da Lei do pecado e da morte. O que era impossível à Lei, visto que a carne a tornava impotente, Deus fez. Enviando, por causa do pecado, Seu próprio Filho numa Carne semelhante à do pecado, condenou o pecado na Carne a fim de que a Justiça prescrita pela Lei fosse realizada em nós, que vivemos não segundo a carne, mas segundo o Espírito." Rm 8,2-4
Confirma o poder do Santíssimo Sacramento: "Ora, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto pelo pecado..." Rm 8,10
De fato, Jesus havia prometido que viveria naquele que guardasse Seus Mandamentos: "Se alguém Me ama, guardará Minha palavra e Meu Pai amá-lo-á. E Nós viremos a ele e nele faremos Nossa morada." Jo 14,23
São Paulo confirmava: "Eu vivo, mas já não sou eu. É Cristo que vive em mim!" Gl 2,20a
São Paulo confirmava: "Eu vivo, mas já não sou eu. É Cristo que vive em mim!" Gl 2,20a
Questionava: "Examinai a vós mesmos, se estais na fé. Provai a vós mesmos. Acaso não reconheceis que Cristo Jesus está em vós?" 2 Cor 13,5a
E advertia: "Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é d'Ele." Rm 8,9b
Pois a despeito da gravidade de nossos pecados, Deus já havia prometido maravilhas no Livro do Profeta Isaías: "Ainda que seus pecados sejam vermelhos como púrpura, ficarão brancos como a neve. Ainda que sejam vermelhos como escarlate, ficarão como a lã." Is 1,18
O próprio Jesus afirmou, dizendo do Sacramento da Confissão: "Digo-vos que assim haverá maior júbilo no Céu por um só pecador que fizer penitência, que por noventa e nove justos que não necessitam de Arrependimento." Lc 15,7
Quanto ao Juízo Final, ou mesmo o Particular, a Segunda Carta de São Pedro diz do amor de Deus: "O Senhor não retarda o cumprimento de Sua promessa, como alguns pensam, mas usa de paciência para convosco. Não quer que alguém pereça. Ao contrário, quer que todos se arrependam." 2 Pd 3,9
Quanto ao Juízo Final, ou mesmo o Particular, a Segunda Carta de São Pedro diz do amor de Deus: "O Senhor não retarda o cumprimento de Sua promessa, como alguns pensam, mas usa de paciência para convosco. Não quer que alguém pereça. Ao contrário, quer que todos se arrependam." 2 Pd 3,9
E numa luminosa síntese do projeto da Salvação, a Carta de São Paulo aos Colossenses explica nossa Reconciliação com os Céus: "Ele (Deus) arrancou-nos do poder das trevas e introduziu-nos no Reino de Seu Amado Filho, no Qual temos a Redenção, a remissão dos pecados. Porque a Deus aprouve n'Ele fazer habitar toda plenitude, e por Seu intermédio reconciliar Consigo todas criaturas. Por intermédio d'Aquele que, ao preço do próprio Sangue na Cruz, restabeleceu a Paz a tudo quanto existe na Terra e nos Céus. ... eis que agora Ele vos reconciliou pela Morte de Seu Corpo Humano, para que possais apresentar-vos Santos, imaculados, irrepreensíveis aos olhos do Pai." Cl 1,13-14.19-20.22
"Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!"
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