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terça-feira, 3 de março de 2026
A Piedade
De que nos serve tanto conhecimento científico? Para o autodestrutivo conforto do consumismo, do hedonismo e do individualismo? Seguido das consequentes catástrofes ecológicas, sociais e pessoais? A Carta de São Paulo a São Tito ensina que o amadurecimento tem, sob todos aspectos, uma especial finalidade: levar-nos à piedade. Não com significado de Misericórdia, que é mais comum, na verdade uma corruptela, mas em seu original, de religiosidade, de natural e espontânea prática da fé: "Paulo, servo de Deus, Apóstolo de Jesus Cristo para aos eleitos de Deus levar a fé e o profundo conhecimento da Verdade, que conduz à piedade..." Tt 1,1
A Primeira Carta de São Paulo a São Timóteo, então, exalta a devoção de amor a Deus como sinal da Vida Eterna: "Exercita-te na piedade. Se o corporal exercício traz algum pequeno proveito, a piedade, esta sim, é útil para tudo, porque tem a promessa da presente e da futura Vida." 1 Tm 4,8
Ora, conforme o Livro de Sabedoria, que versou sobre Jacó e sua luta com Deus (cf. Gn 32,28), nada é mais poderoso aos olhos de Deus: "... e, no duro combate, (Deus) deu-lhe vitória, a fim de que ele soubesse o quanto a piedade é mais forte que tudo." Sb 10,12
E a Segunda Carta de São Paulo a São Timóteo pede empenho para a mais perfeita Comunhão: "Portanto, tu, meu filho, procura progredir na Graça de Jesus Cristo." 2 Tm 2,1
Pede o mesmo a Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses: "No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus. E já fazeis. Rogamo-vos, pois, e exortamo-vos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais." 1 Ts 4,1
E apelando à razão e à Revelação, divulgada pelos Apóstolos, ele condena todas crendices que se opõem a verdadeira espiritualidade: "Quanto às profanas fábulas, esses extravagantes contos de comadres, rejeita-as." 1 Tm 4,7
"Socorrei, com bondade, aqueles que Vos buscam!"
Pede o mesmo a Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses: "No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus. E já fazeis. Rogamo-vos, pois, e exortamo-vos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais." 1 Ts 4,1
E apelando à razão e à Revelação, divulgada pelos Apóstolos, ele condena todas crendices que se opõem a verdadeira espiritualidade: "Quanto às profanas fábulas, esses extravagantes contos de comadres, rejeita-as." 1 Tm 4,7
Dizia que a piedade deve ser vivida na caridade, ou seja, em amor ao próximo e boa vontade, mais notadamente pela Comunhão com os pobres: "Sem dúvida, grande é o valor da piedade, porém quando acompanhada de espírito de desprendimento. Porque nada trouxemos ao mundo, e nada poderemos levar. Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto. Aqueles que ambicionam tornar-se ricos, caem nas armadilhas do Demônio e em muitos insensatos e nocivos desejos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns desviaram-se da fé e enredaram-se em muitas aflições." 1 Tm 6,6-10
Conhecedor das forças do Demônio, propunha pura e simplesmente correr, fugir de suas influências, e apontava, junto à piedade, algumas das principais virtudes: "Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e com todo empenho procura a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. Combate o bom combate da fé. Conquista a Vida Eterna, para a qual foste chamado..." 1 Tm 6,11-12b
A Segunda Carta de São Pedro, nessa mesma linha de amadurecimento, afirma que é conhecendo Jesus que somos conduzidos a esses dois inestimáveis valores: "O divino poder deu-nos tudo que contribui para a Vida e a piedade, fazendo-nos conhecer Àquele que nos chamou por Sua Glória e Sua virtude." 2 Pd 1,3
Cita o mais evidente benefício: "... é porque o Senhor sabe livrar das provações os piedosos homens e reservar os ímpios para serem castigados no Dia do Juízo..." 2 Pd 2,9
Vaticina, conclama: "Vós, pois, caríssimos, advertidos de antemão, tomai cuidado para que não caiais de vossa firmeza, levados pelo erro destes ímpios homens. Mas crescei na Graça e no conhecimento de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." 2 Pd 3,17-18a
E como fruto de sua ascética e mística, ensina uma luminosa sequência de metas que o fiel cristão precisa trilhar para concretamente achegar-se a Deus: "Por estes motivos, esforçai-vos quanto possível por unir a vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade, à piedade o fraterno amor, e ao fraterno amor a caridade." 2 Pd 1,5-7
Ele exorta e garante, aludindo à Transfiguração do Senhor: "Portanto, irmãos, cada vez mais cuidai em assegurar vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, jamais tropeçareis. Assim largamente vos será aberta a entrada no Reino Eterno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Na realidade, não é baseando-nos em sutis fábulas que nós vos temos feito conhecer o poder e a Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas por termos visto Sua Majestade com nossos próprios olhos." 2 Pd 1,10-11.16
Falando das alterações cósmicas que se darão com o Juízo Final e o fim do mundo, o Príncipe dos Apóstolos (cf. Mt 10,2) prega a dignidade de filhos de Deus e a sincera devoção: "Entretanto, o Dia do Senhor virá como ladrão. Naquele dia, os céus passarão com ruído. Abrasados, os elementos dissolver-se-ão, e a Terra será consumida com todas obras que ela contém. Uma vez que todas estas coisas hão de desagregar-se, considerai qual deve ser a santidade de vossa vida e de vossa piedade..." 2 Pd 3,10-11
Contudo, de verdadeira humildade, ele não atribuiu a sua religiosidade ou a de São João Apóstolo a Graça de curar o aleijado à porta do Templo de Jerusalém, chamada de Formosa. O Livro de Atos dos Apóstolos anotou: "À vista disso, Pedro dirigiu-se ao povo: 'Homens de Israel, por que vos admirais assim? Ou por que fixais os olhos em nós, como se por nosso próprio poder ou piedade tivéssemos feito este homem andar?'" At 3,12
Conhecedor das forças do Demônio, propunha pura e simplesmente correr, fugir de suas influências, e apontava, junto à piedade, algumas das principais virtudes: "Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e com todo empenho procura a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. Combate o bom combate da fé. Conquista a Vida Eterna, para a qual foste chamado..." 1 Tm 6,11-12b
A Segunda Carta de São Pedro, nessa mesma linha de amadurecimento, afirma que é conhecendo Jesus que somos conduzidos a esses dois inestimáveis valores: "O divino poder deu-nos tudo que contribui para a Vida e a piedade, fazendo-nos conhecer Àquele que nos chamou por Sua Glória e Sua virtude." 2 Pd 1,3
Cita o mais evidente benefício: "... é porque o Senhor sabe livrar das provações os piedosos homens e reservar os ímpios para serem castigados no Dia do Juízo..." 2 Pd 2,9
Vaticina, conclama: "Vós, pois, caríssimos, advertidos de antemão, tomai cuidado para que não caiais de vossa firmeza, levados pelo erro destes ímpios homens. Mas crescei na Graça e no conhecimento de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." 2 Pd 3,17-18a
E como fruto de sua ascética e mística, ensina uma luminosa sequência de metas que o fiel cristão precisa trilhar para concretamente achegar-se a Deus: "Por estes motivos, esforçai-vos quanto possível por unir a vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade, à piedade o fraterno amor, e ao fraterno amor a caridade." 2 Pd 1,5-7
Ele exorta e garante, aludindo à Transfiguração do Senhor: "Portanto, irmãos, cada vez mais cuidai em assegurar vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, jamais tropeçareis. Assim largamente vos será aberta a entrada no Reino Eterno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Na realidade, não é baseando-nos em sutis fábulas que nós vos temos feito conhecer o poder e a Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas por termos visto Sua Majestade com nossos próprios olhos." 2 Pd 1,10-11.16
Falando das alterações cósmicas que se darão com o Juízo Final e o fim do mundo, o Príncipe dos Apóstolos (cf. Mt 10,2) prega a dignidade de filhos de Deus e a sincera devoção: "Entretanto, o Dia do Senhor virá como ladrão. Naquele dia, os céus passarão com ruído. Abrasados, os elementos dissolver-se-ão, e a Terra será consumida com todas obras que ela contém. Uma vez que todas estas coisas hão de desagregar-se, considerai qual deve ser a santidade de vossa vida e de vossa piedade..." 2 Pd 3,10-11
Contudo, de verdadeira humildade, ele não atribuiu a sua religiosidade ou a de São João Apóstolo a Graça de curar o aleijado à porta do Templo de Jerusalém, chamada de Formosa. O Livro de Atos dos Apóstolos anotou: "À vista disso, Pedro dirigiu-se ao povo: 'Homens de Israel, por que vos admirais assim? Ou por que fixais os olhos em nós, como se por nosso próprio poder ou piedade tivéssemos feito este homem andar?'" At 3,12
Assertivamente, indicando quase os mesmos valores dos estágios espirituais propostos por São Pedro, a Carta de São Tiago diz que a verdadeira piedade consta, em essência, de contrição, sobriedade, caridade e castidade: "Se alguém pensa ser piedoso, mas não refreia sua língua e engana seu coração, então é vã sua religião. A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e Nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas em suas aflições, e conservar-se puro da corrupção deste mundo." Tg 1,26-27
São Paulo tem na piedade, pois, sempre com significado de ativa e constante vivência da fé, a principal característica da Doutrina de Jesus: "Quem ensina de outra forma e discorda das salutares Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da Doutrina conforme à piedade, é cego, nada entende, é doente à procura de discussões e brigas de palavras." 1 Tm 6,3-4a
Energicamente condena os falsos mestres, que, entre outros graves pecados por cobiça, distorcem e exploram as religiosas práticas, se aproveitam da boa fé dos autênticos católicos e maculam a Santa Igreja Católica, o Corpo Místico de Cristo: "Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as injustas suspeitas, os vãos conflitos entre homens de corrompido coração e privados da Verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro. A piedade é, de fato, grande fonte de benefícios, mas para quem sabe contentar-se. Pois nós nada trouxemos para o mundo, nem coisa alguma dele podemos levar." 1 Tm 6,4b-7
E a Carta de São Paulo aos Efésios aponta a obra de Jesus para que cheguemos à solidez da Igreja Una, ao conhecimento da Verdade: "A uns Ele constituiu Apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do Corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus enganadores artifícios." Ef 4,11-14
São Paulo tem na piedade, pois, sempre com significado de ativa e constante vivência da fé, a principal característica da Doutrina de Jesus: "Quem ensina de outra forma e discorda das salutares Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da Doutrina conforme à piedade, é cego, nada entende, é doente à procura de discussões e brigas de palavras." 1 Tm 6,3-4a
Energicamente condena os falsos mestres, que, entre outros graves pecados por cobiça, distorcem e exploram as religiosas práticas, se aproveitam da boa fé dos autênticos católicos e maculam a Santa Igreja Católica, o Corpo Místico de Cristo: "Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as injustas suspeitas, os vãos conflitos entre homens de corrompido coração e privados da Verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro. A piedade é, de fato, grande fonte de benefícios, mas para quem sabe contentar-se. Pois nós nada trouxemos para o mundo, nem coisa alguma dele podemos levar." 1 Tm 6,4b-7
E a Carta de São Paulo aos Efésios aponta a obra de Jesus para que cheguemos à solidez da Igreja Una, ao conhecimento da Verdade: "A uns Ele constituiu Apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do Corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus enganadores artifícios." Ef 4,11-14
Profetiza a São Timóteo, enfim, sobre toda espécie de lobo que se esconderá sob pele de cordeiro, bem como falsos fiéis que não vivem da sincera busca da realidade, à qual devem curvar-se, e fogosamente escolhem as doutrinas que convêm a seus pecados: "Nota bem o seguinte: nos últimos dias haverá um difícil período. Os homens tornar-se-ão egoístas, avarentos, fanfarrões, soberbos, rebeldes aos pais, ingratos, malvados, desalmados, desleais, caluniadores, devassos, cruéis, inimigos dos bons, traidores, insolentes, cegos de orgulho, amigos dos prazeres e não de Deus, ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão da autoridade. Dessa gente, afasta-te! Deles fazem parte aqueles que jeitosamente se insinuam pelas casas e enfeitiçam mulherzinhas carregadas de pecados, atormentadas por toda espécie paixões, sempre a aprender sem nunca chegar ao conhecimento da Verdade. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a Sã Doutrina da Salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da Verdade e atirar-se-o às fábulas." 2 Tm 3,1-7;4,3-4
Esta, aliás, era uma revelação particular que lhe foi feita pelo próprio Espírito Santo, como havia registrado: "O Espírito expressamente diz que, em vindouros tempos, alguns hão de apostatar da fé dando ouvidos a embusteiros espíritos e a diabólicas doutrinas, de hipócritas e impostores, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia." 1 Tm 4,1-2
Por isso, a Carta de São Paulo aos Colossenses pedia mais religiosidade pela participação na Santa Missa, inclusive em intercessão pelas missões da Igreja Católica: "Servi a Cristo Senhor. Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graças. Também rezai por nós. Pedi a Deus que dê livre curso a nossa Palavra, para que possamos anunciar o Mistério de Cristo." Cl 3,24b;4,2-3a
A Carta de São Paulo aos Romanos, da mesma forma: "Não relaxeis vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor." Rm 12,11
Avisa dos sérios riscos do relaxamento e negação das práticas de fé: "A ira de Deus manifesta-se do alto do Céu contra toda impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a Verdade. Porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus nem Lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos e obscureceu-se-lhes o insensato coração. Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos." Rm 1,18.21-22
E dá uma lista de tenebrosas consequências da aridez espiritual: "Por isso, Deus entregou-os aos desejos de seus corações, à imundície, de modo que entre si desonram os próprios corpos. Trocaram a Verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém! Por isso, Deus entregou-os a vergonhosas paixões: suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o natural uso da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a devida paga a seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Ele entregou-os a depravados sentimentos, e daí seu indigno procedimento. São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade. Cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade. São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais. São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus, que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem aqueles que as cometem." Rm 1,24-32
Por fim, ele explicou a São Timóteo como deve ser a postura de um autêntico piedoso, ciente de que a verdadeira religiosidade é absolutamente sobrenatural: "Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na Casa de Deus, que é a Igreja de Deus Vivo, coluna e sustentáculo da Verdade. Sim, é tão sublime, unanimemente proclamamo-lo, o mistério da piedade: manifestado na Carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, anunciado aos povos, acreditado no mundo, exaltado na Glória!" 1 Tm 3,15-16
E recomendou-lhe: "Empenha-te em apresentar-te diante de Deus como homem digno de aprovação, operário que não tem de que se envergonhar, íntegro distribuidor da Palavra da Verdade. Procura esquivar-te das frívolas conversas dos mundanos, que só contribuem para a impiedade. As palavras dessa gente destroem como a gangrena." 2 Tm 2,15-17a
Ora, ele sintetizou que a Missão de Jesus é tirar-nos da irreligiosidade e das ilusões: "Veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às mundanas paixões, e a viver neste mundo com toda sobriedade, Justiça e piedade..." Tt 2,12
De fato, no Evangelho Segundo São João, Jesus prega a interiorização da fé: "Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai no espírito e na Verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e Seus adoradores devem adorá-Lo no espírito e na Verdade." Jo 4,23-24
Pois quando realmente nos entregamos a Deus, é Ele mesmo Quem realiza em nós Sua vontade, como os seguidores da tradição de São Paulo disseram na Carta aos Hebreus: "E o Deus da Paz que, no Sangue da Eterna Aliança, ressuscitou dos mortos o Grande Pastor das ovelhas, Nosso Senhor Jesus, queira dispor-vos ao bem e conceder-vos que cumprais Sua vontade, realizando Ele próprio em vós o que é agradável a Seus olhos, por Jesus Cristo, a Quem seja dada a Glória por toda eternidade. Amém." Hb 13,20-21
E com razão, o próprio São Paulo inclui na prática de fé que também rezemos pelas autoridades não religiosas: "Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos homens, pelos reis e por todos que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma calma e tranquila vida, com toda piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, Nosso Salvador, o Qual deseja que todos homens se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade." 1 Tm 2,2-3
Além, claro, de rezar por todos membros da Santa Igreja: "Intensificai vossas invocações e súplicas. Rezai em toda circunstância, pelo Espírito, no Qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos cristãos." Ef 6,18
Aliás, por eles não devemos apenas rezar, mas cuidar em todos sentidos, como se vê na Carta de São Paulo aos Gálatas: "Por isso, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos homens, mas particularmente aos irmãos na fé." Gl 6,10
Por isso, a Carta de São Paulo aos Colossenses pedia mais religiosidade pela participação na Santa Missa, inclusive em intercessão pelas missões da Igreja Católica: "Servi a Cristo Senhor. Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graças. Também rezai por nós. Pedi a Deus que dê livre curso a nossa Palavra, para que possamos anunciar o Mistério de Cristo." Cl 3,24b;4,2-3a
A Carta de São Paulo aos Romanos, da mesma forma: "Não relaxeis vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor." Rm 12,11
Avisa dos sérios riscos do relaxamento e negação das práticas de fé: "A ira de Deus manifesta-se do alto do Céu contra toda impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a Verdade. Porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus nem Lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos e obscureceu-se-lhes o insensato coração. Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos." Rm 1,18.21-22
E dá uma lista de tenebrosas consequências da aridez espiritual: "Por isso, Deus entregou-os aos desejos de seus corações, à imundície, de modo que entre si desonram os próprios corpos. Trocaram a Verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém! Por isso, Deus entregou-os a vergonhosas paixões: suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o natural uso da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a devida paga a seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Ele entregou-os a depravados sentimentos, e daí seu indigno procedimento. São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade. Cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade. São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais. São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus, que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem aqueles que as cometem." Rm 1,24-32
Por fim, ele explicou a São Timóteo como deve ser a postura de um autêntico piedoso, ciente de que a verdadeira religiosidade é absolutamente sobrenatural: "Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na Casa de Deus, que é a Igreja de Deus Vivo, coluna e sustentáculo da Verdade. Sim, é tão sublime, unanimemente proclamamo-lo, o mistério da piedade: manifestado na Carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, anunciado aos povos, acreditado no mundo, exaltado na Glória!" 1 Tm 3,15-16
E recomendou-lhe: "Empenha-te em apresentar-te diante de Deus como homem digno de aprovação, operário que não tem de que se envergonhar, íntegro distribuidor da Palavra da Verdade. Procura esquivar-te das frívolas conversas dos mundanos, que só contribuem para a impiedade. As palavras dessa gente destroem como a gangrena." 2 Tm 2,15-17a
Ora, ele sintetizou que a Missão de Jesus é tirar-nos da irreligiosidade e das ilusões: "Veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às mundanas paixões, e a viver neste mundo com toda sobriedade, Justiça e piedade..." Tt 2,12
De fato, no Evangelho Segundo São João, Jesus prega a interiorização da fé: "Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai no espírito e na Verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e Seus adoradores devem adorá-Lo no espírito e na Verdade." Jo 4,23-24
Pois quando realmente nos entregamos a Deus, é Ele mesmo Quem realiza em nós Sua vontade, como os seguidores da tradição de São Paulo disseram na Carta aos Hebreus: "E o Deus da Paz que, no Sangue da Eterna Aliança, ressuscitou dos mortos o Grande Pastor das ovelhas, Nosso Senhor Jesus, queira dispor-vos ao bem e conceder-vos que cumprais Sua vontade, realizando Ele próprio em vós o que é agradável a Seus olhos, por Jesus Cristo, a Quem seja dada a Glória por toda eternidade. Amém." Hb 13,20-21
E com razão, o próprio São Paulo inclui na prática de fé que também rezemos pelas autoridades não religiosas: "Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos homens, pelos reis e por todos que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma calma e tranquila vida, com toda piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, Nosso Salvador, o Qual deseja que todos homens se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade." 1 Tm 2,2-3
Além, claro, de rezar por todos membros da Santa Igreja: "Intensificai vossas invocações e súplicas. Rezai em toda circunstância, pelo Espírito, no Qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos cristãos." Ef 6,18
Aliás, por eles não devemos apenas rezar, mas cuidar em todos sentidos, como se vê na Carta de São Paulo aos Gálatas: "Por isso, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos homens, mas particularmente aos irmãos na fé." Gl 6,10
Nesse sentido, seus seguidores pedem especial deferência por nossos Sacerdotes: "Sede submissos e obedecei àqueles que vos guiam, pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta. Assim eles o farão com alegria, e não a gemer, o que vos seria funesto." Hb 13,17
E eles, por óbvio, devem dar o primeiríssimo exemplo de piedade, como São Paulo exigia dos Bispos, exaltando a Tradição Oral de transmissão da Revelação: "Ao contrário, seja hospitaleiro, amigo do bem, prudente, justo, piedoso, continente, firmemente apegado à Doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a Sã Doutrina e rebater aqueles que a contradizem." Tt 1,8-9
Ora, a religiosidade dos Profetas fazia toda diferença, podendo levar à geral descrença se eles eram falsos. No Livro do Profeta Jeremias, Deus anunciou: "Por isso, eis o Oráculo do Senhor dos Exércitos contra os profetas: 'Vou nutri-los com absinto, e dar-lhes de beber contaminadas águas. Porquanto é pela atitude dos profetas de Jerusalém que a impiedade invadiu a Terra.'" Jr 23,15
Bem como a religiosidade de um sumo sacerdote, como se viu ao tempo do Segundo Livro de Macabeus, grandes restauradores do judaísmo: "Enquanto os habitantes de Jerusalém gozavam de uma perfeita paz, por causa da piedade e retidão do sumo sacerdote Onias, na exata observância das leis, o Templo era respeitado até mesmo pelos reis estrangeiros." 2 Mc 3,1-2a
Por ela dão-se os mais virtuosos atos de fé, como os irmãos Macabeus atestaram: "Na verdade, quando nossos pais foram levados a Pérsia, os sacerdotes de então, inflamados de piedade, secretamente tomaram o sagrado fogo do altar e esconderam-no no fundo de um poço seco, onde eles tão cuidadosamente o ocultaram que o lugar permaneceu desconhecido de todos." 2 Mc 1,19
E eles, por óbvio, devem dar o primeiríssimo exemplo de piedade, como São Paulo exigia dos Bispos, exaltando a Tradição Oral de transmissão da Revelação: "Ao contrário, seja hospitaleiro, amigo do bem, prudente, justo, piedoso, continente, firmemente apegado à Doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a Sã Doutrina e rebater aqueles que a contradizem." Tt 1,8-9
Ora, a religiosidade dos Profetas fazia toda diferença, podendo levar à geral descrença se eles eram falsos. No Livro do Profeta Jeremias, Deus anunciou: "Por isso, eis o Oráculo do Senhor dos Exércitos contra os profetas: 'Vou nutri-los com absinto, e dar-lhes de beber contaminadas águas. Porquanto é pela atitude dos profetas de Jerusalém que a impiedade invadiu a Terra.'" Jr 23,15
Bem como a religiosidade de um sumo sacerdote, como se viu ao tempo do Segundo Livro de Macabeus, grandes restauradores do judaísmo: "Enquanto os habitantes de Jerusalém gozavam de uma perfeita paz, por causa da piedade e retidão do sumo sacerdote Onias, na exata observância das leis, o Templo era respeitado até mesmo pelos reis estrangeiros." 2 Mc 3,1-2a
Por ela dão-se os mais virtuosos atos de fé, como os irmãos Macabeus atestaram: "Na verdade, quando nossos pais foram levados a Pérsia, os sacerdotes de então, inflamados de piedade, secretamente tomaram o sagrado fogo do altar e esconderam-no no fundo de um poço seco, onde eles tão cuidadosamente o ocultaram que o lugar permaneceu desconhecido de todos." 2 Mc 1,19
Nela estava toda virtude dos reis do povo de Deus, como durante algum tempo Saul ostentou. O Primeiro Livro do Profeta Samuel registrou: "'Eis que o povo está pecando contra o Senhor', vieram dizer a Saul, 'comendo carne com sangue.' 'Isso é uma impiedade', exclamou o rei." 1 Sm 14,33a
Também foi o caso de Davi, conforme o Primeiro Livro de Macabeus: "Por todos séculos, em vista de sua piedade, mereceu Davi o trono real." 1 Mc 2,57
Assim como do rei Josias, conforme o Livro de Eclesiástico: "Foi divinamente destinado a levar o povo à penitência, e robusteceu a piedade numa época de pecado. Voltou o coração para o Senhor e fez desaparecer as abominações da impiedade. ... os demais reis de Judá abandonaram a Lei do Altíssimo e desprezaram o temor a Deus, por isso tiveram de entregar seu reino a outros, e sua glória a uma estrangeira nação." Eclo 49,3-4.6-7
Ou antes de todos esses, havia sido o caso de Josué, ajudante e sucessor de Moisés: "Porque ele se afeiçoou ao Todo-Poderoso, no tempo de Moisés manifestou sua piedade, assim como Caleb, filho de Jefoné, opondo-se à multidão, impedindo o povo de pecar, fazendo cessar a maligna murmuração." Eclo 46,7
Também foi o caso de Davi, conforme o Primeiro Livro de Macabeus: "Por todos séculos, em vista de sua piedade, mereceu Davi o trono real." 1 Mc 2,57
Assim como do rei Josias, conforme o Livro de Eclesiástico: "Foi divinamente destinado a levar o povo à penitência, e robusteceu a piedade numa época de pecado. Voltou o coração para o Senhor e fez desaparecer as abominações da impiedade. ... os demais reis de Judá abandonaram a Lei do Altíssimo e desprezaram o temor a Deus, por isso tiveram de entregar seu reino a outros, e sua glória a uma estrangeira nação." Eclo 49,3-4.6-7
Ou antes de todos esses, havia sido o caso de Josué, ajudante e sucessor de Moisés: "Porque ele se afeiçoou ao Todo-Poderoso, no tempo de Moisés manifestou sua piedade, assim como Caleb, filho de Jefoné, opondo-se à multidão, impedindo o povo de pecar, fazendo cessar a maligna murmuração." Eclo 46,7
Este sagrado autor não tinha dúvida: "... Ele (Deus) dá Sabedoria àqueles que vivem a piedade." Eclo 43,37b
Por essa razão, os Macabeus rezavam pelos judeus que moravam em Egito: "Que Ele (Deus) disponha vossa alma à piedade e à observância de Seus Mandamentos, com um generoso coração e uma fervorosa submissão!" 2 Mc 1,3
Pois está no Livro de Provérbios: "A Justiça do íntegro homem aplana-lhe o caminho, mas o ímpio abisma-se em sua própria impiedade." Pr 11,5
E em Sabedoria: "Com efeito, Deus odeia tanto o ímpio quanto sua impiedade." Sb 14,9
A piedade, portanto, é verdadeiro amor para com os ritos religiosos, por excelência vividos na Santa Missa, na qual a Deus se rende a Glória que Lhe é devida, como o cego de nascença curado por Jesus disse: "Sabemos, porém, que Deus não ouve a pecadores, mas atende a quem Lhe presta culto e faz Sua vontade." Jo 9,31
Por essa razão, os Macabeus rezavam pelos judeus que moravam em Egito: "Que Ele (Deus) disponha vossa alma à piedade e à observância de Seus Mandamentos, com um generoso coração e uma fervorosa submissão!" 2 Mc 1,3
Pois está no Livro de Provérbios: "A Justiça do íntegro homem aplana-lhe o caminho, mas o ímpio abisma-se em sua própria impiedade." Pr 11,5
E em Sabedoria: "Com efeito, Deus odeia tanto o ímpio quanto sua impiedade." Sb 14,9
A piedade, portanto, é verdadeiro amor para com os ritos religiosos, por excelência vividos na Santa Missa, na qual a Deus se rende a Glória que Lhe é devida, como o cego de nascença curado por Jesus disse: "Sabemos, porém, que Deus não ouve a pecadores, mas atende a quem Lhe presta culto e faz Sua vontade." Jo 9,31
No Evangelho Segundo São Lucas, durante a Santa Ceia, quando instituiu a o Santíssimo Sacramento, Jesus mesmo determinou: "Fazei isto em memória de Mim." Lc 22,19b
São Paulo prega: "... a Ele (Deus) seja dada Glória na Igreja, e em Cristo Jesus, por todas gerações de eternidade. Amém." Ef 3,21
É lá, através da Santa Eucaristia, que nos aproximamos de Deus e compreendemos Seus desígnios, assim como fazem os anjos, aqui citados por elevadas ordens: "Assim, de ora em diante, as celestes dominações e as potestades podem conhecer, através da Igreja, a multiforme Sabedoria de Deus, de acordo com o eterno desígnio realizado em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Pela fé que n'Ele depositamos, temos plena confiança de aproximar-nos de Deus." Ef 3,10-12
São Paulo prega: "... a Ele (Deus) seja dada Glória na Igreja, e em Cristo Jesus, por todas gerações de eternidade. Amém." Ef 3,21
É lá, através da Santa Eucaristia, que nos aproximamos de Deus e compreendemos Seus desígnios, assim como fazem os anjos, aqui citados por elevadas ordens: "Assim, de ora em diante, as celestes dominações e as potestades podem conhecer, através da Igreja, a multiforme Sabedoria de Deus, de acordo com o eterno desígnio realizado em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Pela fé que n'Ele depositamos, temos plena confiança de aproximar-nos de Deus." Ef 3,10-12
Prática essa que requer humildade e Confissão, como Jesus deixou claro: "Subiram dois homens ao Templo para rezar. Um era fariseu, o outro, publicano. O fariseu, em pé, em seu íntimo rezava desta forma: 'Graças dou-Te, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros. Nem como o publicano que ali está. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos meus lucros.' O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: 'Ó Deus, tem Misericórdia de mim, que sou pecador!' Digo-vos: este voltou para casa justificado, e não o outro. Pois todo aquele que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado." Lc 18,10,14
Pois mais que orações, nas práticas de fé, assim como na celebração da Eucaristia, tal qual Cristo devemos oferecer-nos em verdadeiro sacrifício. São Paulo revela: "Eu exorto-vos, pois, irmãos, pelas Misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em vivo, santo e agradável sacrifício a Deus: este é vosso culto espiritual." Rm 12,1
Para tanto, é de suma importância que nos deixemos envolver por Seu Espírito, conforme a Carta de São Paulo aos Filipenses, que rebatia os judaizantes: "Porque os verdadeiros circuncisos somos nós, que prestamos culto a Deus pelo Espírito de Deus, e pomos nossa Glória em Jesus Cristo, e não confiamos na carne." Fl 3,3
E como no temor ao Senhor é que está o início da Sabedoria (cf. Pr 9,10), a verdadeira religiosidade não pode ser diferente. Citando o Livro de Deuteronômio, os discípulos de São Paulo dizem: "Sim, possuindo nós um Inabalável Reino, dediquemos a Deus um reconhecimento que Lhe torne agradável nosso culto com temor e respeito. Porque Nosso Deus é um fogo devorador (Dt 4,24)." Hb 12,28
UMA VISÍVEL MARCA
Mas, infelizmente, nem toda prática de fé está voltada para a verdadeira Luz. Ao contrário, a maioria contempla apenas Seus reflexos, como Jesus disse à mulher que praticava o samaritanismo, em revelação que é advertência a todas demais religiões: "Vós adorais o que não conheceis." Jo 4,22a
Através de mais de quinhentos de seus seguidores (cf. 1 Cor 15,6), por aparição em Galileia mandou um recado que toda humanidade deve ouvir: "Toda autoridade foi-Me dada no Céu e na Terra." Mt 28,18b
Pois mais que orações, nas práticas de fé, assim como na celebração da Eucaristia, tal qual Cristo devemos oferecer-nos em verdadeiro sacrifício. São Paulo revela: "Eu exorto-vos, pois, irmãos, pelas Misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em vivo, santo e agradável sacrifício a Deus: este é vosso culto espiritual." Rm 12,1
Para tanto, é de suma importância que nos deixemos envolver por Seu Espírito, conforme a Carta de São Paulo aos Filipenses, que rebatia os judaizantes: "Porque os verdadeiros circuncisos somos nós, que prestamos culto a Deus pelo Espírito de Deus, e pomos nossa Glória em Jesus Cristo, e não confiamos na carne." Fl 3,3
E como no temor ao Senhor é que está o início da Sabedoria (cf. Pr 9,10), a verdadeira religiosidade não pode ser diferente. Citando o Livro de Deuteronômio, os discípulos de São Paulo dizem: "Sim, possuindo nós um Inabalável Reino, dediquemos a Deus um reconhecimento que Lhe torne agradável nosso culto com temor e respeito. Porque Nosso Deus é um fogo devorador (Dt 4,24)." Hb 12,28
UMA VISÍVEL MARCA
Mas, infelizmente, nem toda prática de fé está voltada para a verdadeira Luz. Ao contrário, a maioria contempla apenas Seus reflexos, como Jesus disse à mulher que praticava o samaritanismo, em revelação que é advertência a todas demais religiões: "Vós adorais o que não conheceis." Jo 4,22a
Através de mais de quinhentos de seus seguidores (cf. 1 Cor 15,6), por aparição em Galileia mandou um recado que toda humanidade deve ouvir: "Toda autoridade foi-Me dada no Céu e na Terra." Mt 28,18b
Havia mesmo pregado, desde o início, a Revelação da Santíssima Trindade: "Aquele que não honra o Filho, não honra o Pai, que o enviou." Jo 5,23b
E definitivamente colocou-Se entre Deus Pai e a humanidade: "Ninguém conhece Quem é o Filho senão o Pai, nem Quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho quiser revelá-Lo." Mc 10,22b
Ora, sobre a religiosidade dos judeus, São Paulo observou: "Pois lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas um zelo sem discernimento." Rm 10,2
Ele mesmo acusou seus erros de juventude, apesar da religiosidade: "Quanto à Lei, fariseu. Quanto ao zelo, perseguidor da Igreja. Quanto à Justiça da Lei, declaradamente irrepreensível." Fl 3,5b-6
Disse a quem são dirigidos os Mandamentos: "Sabemos que a Lei é boa, contanto que dela se faça legítimo uso e se tenha em conta que a Lei não foi feita para o justo, mas para os transgressores e os rebeldes, para os ímpios e os pecadores, para os irreligiosos e os profanadores, para aqueles que ultrajam pai e mãe, os homicidas, os impudicos, os infames, os traficantes de homens, os mentirosos, os perjuros e tudo que se opõe à Sã Doutrina e ao glorioso Evangelho de Deus Bendito, que me foi confiado." 1 Tm 1,8-11
E ressaltou a verdadeira guia do Espírito Santo, em contraponto ao Antigo Testamento: "Porém, se vos deixai guiar pelo Espírito, não estais sob a Lei. Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas previno-vos, como já vos preveni: aqueles que as praticarem não herdarão o Reino de Deus! O fruto do Espírito, ao contrário, é caridade, alegria, Paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança. Contra estas coisas não há Lei. Pois aqueles que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as paixões e concupiscências." Gl 5,18-23
O próprio Jesus, direcionado-Se a uma das sete dioceses de Ásia, reclamou daqueles que hesitam e vacilam na fé, como está no Livro de Apocalipse de São João: "Ao anjo da igreja de Laodiceia, escreve: 'Eis o que diz o Amém, a Fiel e Verdadeira Testemunha, o Princípio da Criação de Deus. Conheço tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.'" Ap 3,14-16
Também a outra delas aqui: "Ao anjo da igreja de Éfeso, escreve: 'Eis o que diz Aquele que segura as sete estrelas em Sua mão direita, Aquele que anda pelo meio dos sete candelabros de ouro. Tens perseverança, sofreste por Meu Nome e não desanimaste. Mas tenho contra ti que arrefeceste teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste. Arrepende-te e retorna a tuas primeiras obras.'" Ap 2,1.3-5
Ora, a piedade pode ser facilmente atestada nas atitudes do fiel, pois a Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios diz de um de seus vários colaboradores: "Com eles enviamos ainda outro nosso irmão, cujo zelo pudemos comprovar várias vezes e em diversas ocasiões. Desta vez mostrá-se-á ainda mais zeloso, em razão da grande confiança que tem em vós." 2 Cor 8,22
Ela é contagiante, como diz sobre as coletas de doações: "Porquanto estou ciente de vossa boa vontade, que enalteço, para Glória vossa, ante os macedônios, dizendo-lhes que Acaia também está pronta desde o ano passado. O exemplo de vosso zelo tem estimulado a muitos." 2 Cor 9,2
Aliás, é uma das mais marcantes características religiosas: "Vós distingui-vos em tudo: na fé, na eloquência, no conhecimento, no zelo de todo gênero e no afeto para conosco. Também cuidai de ser notáveis nesta obra de caridade." 2 Cor 8,7
Pois se faz notar em toda boa obra, inclusive ao distanciar-se daqueles que causam divisões na Igreja: "Certa é esta Doutrina e quero que a ensines com constância e firmeza, para que aqueles que abraçaram a fé em Deus se esforcem por aperfeiçoar-se na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens. Quanto a tolas questões, genealogias, contendas e disputas relativas à Lei, foge delas porque são inúteis e vãs. O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido pela primeira e segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso que, perseverando em seu pecado, condena a si próprio." Tt 3,8-11
Ela está expressa em religiosas peregrinações, como a visita dos judeus a Cidade Santa durante o Pentecostes, quando a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu falando para o mundo inteiro: "Então se achavam em Jerusalém piedosos judeus de todas nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar em sua própria língua." At 2,5-6
Ele mesmo acusou seus erros de juventude, apesar da religiosidade: "Quanto à Lei, fariseu. Quanto ao zelo, perseguidor da Igreja. Quanto à Justiça da Lei, declaradamente irrepreensível." Fl 3,5b-6
Disse a quem são dirigidos os Mandamentos: "Sabemos que a Lei é boa, contanto que dela se faça legítimo uso e se tenha em conta que a Lei não foi feita para o justo, mas para os transgressores e os rebeldes, para os ímpios e os pecadores, para os irreligiosos e os profanadores, para aqueles que ultrajam pai e mãe, os homicidas, os impudicos, os infames, os traficantes de homens, os mentirosos, os perjuros e tudo que se opõe à Sã Doutrina e ao glorioso Evangelho de Deus Bendito, que me foi confiado." 1 Tm 1,8-11
E ressaltou a verdadeira guia do Espírito Santo, em contraponto ao Antigo Testamento: "Porém, se vos deixai guiar pelo Espírito, não estais sob a Lei. Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas previno-vos, como já vos preveni: aqueles que as praticarem não herdarão o Reino de Deus! O fruto do Espírito, ao contrário, é caridade, alegria, Paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança. Contra estas coisas não há Lei. Pois aqueles que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as paixões e concupiscências." Gl 5,18-23
O próprio Jesus, direcionado-Se a uma das sete dioceses de Ásia, reclamou daqueles que hesitam e vacilam na fé, como está no Livro de Apocalipse de São João: "Ao anjo da igreja de Laodiceia, escreve: 'Eis o que diz o Amém, a Fiel e Verdadeira Testemunha, o Princípio da Criação de Deus. Conheço tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.'" Ap 3,14-16
Também a outra delas aqui: "Ao anjo da igreja de Éfeso, escreve: 'Eis o que diz Aquele que segura as sete estrelas em Sua mão direita, Aquele que anda pelo meio dos sete candelabros de ouro. Tens perseverança, sofreste por Meu Nome e não desanimaste. Mas tenho contra ti que arrefeceste teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste. Arrepende-te e retorna a tuas primeiras obras.'" Ap 2,1.3-5
Ora, a piedade pode ser facilmente atestada nas atitudes do fiel, pois a Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios diz de um de seus vários colaboradores: "Com eles enviamos ainda outro nosso irmão, cujo zelo pudemos comprovar várias vezes e em diversas ocasiões. Desta vez mostrá-se-á ainda mais zeloso, em razão da grande confiança que tem em vós." 2 Cor 8,22
Ela é contagiante, como diz sobre as coletas de doações: "Porquanto estou ciente de vossa boa vontade, que enalteço, para Glória vossa, ante os macedônios, dizendo-lhes que Acaia também está pronta desde o ano passado. O exemplo de vosso zelo tem estimulado a muitos." 2 Cor 9,2
Aliás, é uma das mais marcantes características religiosas: "Vós distingui-vos em tudo: na fé, na eloquência, no conhecimento, no zelo de todo gênero e no afeto para conosco. Também cuidai de ser notáveis nesta obra de caridade." 2 Cor 8,7
Pois se faz notar em toda boa obra, inclusive ao distanciar-se daqueles que causam divisões na Igreja: "Certa é esta Doutrina e quero que a ensines com constância e firmeza, para que aqueles que abraçaram a fé em Deus se esforcem por aperfeiçoar-se na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens. Quanto a tolas questões, genealogias, contendas e disputas relativas à Lei, foge delas porque são inúteis e vãs. O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido pela primeira e segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso que, perseverando em seu pecado, condena a si próprio." Tt 3,8-11
Ela está expressa em religiosas peregrinações, como a visita dos judeus a Cidade Santa durante o Pentecostes, quando a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu falando para o mundo inteiro: "Então se achavam em Jerusalém piedosos judeus de todas nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar em sua própria língua." At 2,5-6
Está no rito de sepultamento: "Entretanto, alguns piedosos homens trataram de enterrar Estêvão e por ele fizeram grande pranto." At 8,2
Por pessoas assim, instruídas na verdadeira fé, cumprem-se as obras de Deus, como o cristão enviado a São Paulo, quando de sua conversão em Damasco: "Um certo Ananias, piedoso homem e observador da Lei, muito bem conceituado entre todos judeus daquela cidade, veio ter comigo e disse-me: 'Irmão Saulo, recobra tua vista.' Naquela mesma hora pude enxergá-lo." At 22,12-13
Esses cristãos são agraciados e anunciam maravilhas, caso daquele que testemunhou a Apresentação do menino Jesus no Templo de Jerusalém: "Ora, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Este justo e piedoso homem esperava a Consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo do Senhor." Lc 2,25-26
É uma vida, no entanto, de muitas e terríveis contrariedades, por causa dos pecados do mundo. São Paulo diz: "Pois todos que quiserem viver piedosamente em Jesus Cristo, terão de sofrer a perseguição." 2 Tm 3,12
E por força da obediência, ainda mais claramente a piedade se faz perceber diante de uma repreensão de nossos líderes, como na que foi feita pelo próprio São Paulo: "Vede, pois, que solicitude operou em vós a tristeza segundo Deus! Muito mais: que escusas! Que indignação! Que temor! Que ardor! Que zelo! Que severidade! Em tudo mostrastes que não tínheis culpa neste assunto." 2 Cor 7,11
Portanto, se orientada para tudo que Nosso Senhor determinou (cf. Mt 28,20), ou seja, para a verdadeira vontade de Deus, ela é amada e guiada por Ele. É o que a Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses exorta: "Nesta esperança incessantemente suplicamos por vós, para que Nosso Deus vos faça dignos de vossa vocação e que eficazmente leve a bom termo todo vosso zelo pelo bem e a atividade de vossa fé." 2 Ts 1,11
Por pessoas assim, instruídas na verdadeira fé, cumprem-se as obras de Deus, como o cristão enviado a São Paulo, quando de sua conversão em Damasco: "Um certo Ananias, piedoso homem e observador da Lei, muito bem conceituado entre todos judeus daquela cidade, veio ter comigo e disse-me: 'Irmão Saulo, recobra tua vista.' Naquela mesma hora pude enxergá-lo." At 22,12-13
Esses cristãos são agraciados e anunciam maravilhas, caso daquele que testemunhou a Apresentação do menino Jesus no Templo de Jerusalém: "Ora, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Este justo e piedoso homem esperava a Consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo do Senhor." Lc 2,25-26
É uma vida, no entanto, de muitas e terríveis contrariedades, por causa dos pecados do mundo. São Paulo diz: "Pois todos que quiserem viver piedosamente em Jesus Cristo, terão de sofrer a perseguição." 2 Tm 3,12
E por força da obediência, ainda mais claramente a piedade se faz perceber diante de uma repreensão de nossos líderes, como na que foi feita pelo próprio São Paulo: "Vede, pois, que solicitude operou em vós a tristeza segundo Deus! Muito mais: que escusas! Que indignação! Que temor! Que ardor! Que zelo! Que severidade! Em tudo mostrastes que não tínheis culpa neste assunto." 2 Cor 7,11
Portanto, se orientada para tudo que Nosso Senhor determinou (cf. Mt 28,20), ou seja, para a verdadeira vontade de Deus, ela é amada e guiada por Ele. É o que a Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses exorta: "Nesta esperança incessantemente suplicamos por vós, para que Nosso Deus vos faça dignos de vossa vocação e que eficazmente leve a bom termo todo vosso zelo pelo bem e a atividade de vossa fé." 2 Ts 1,11
Conforme os dons do Espírito Santo, esse ardoroso zelo manifesta-se de várias formas entre nossos Sacerdotes, sejam leigos ou ordenados: "Temos diferentes dons, conforme a Graça que nos foi conferida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é chamado ao Ministério, dedique-se ao Ministério. Se tem o dom de ensinar, que ensine. O dom de exortar, que exorte. Aquele que distribui as esmolas, faça-o com simplicidade. Aquele que preside, presida com zelo. Aquele que exerce a Misericórdia, que o faça com afabilidade." Rm 12,6-8
De toda forma, retornando ao mais usual e não menos importante significado da piedade, ou seja, o de compaixão, que aliás é fruto certo da legítima prática religiosa, Jesus ensina que todos nós devemos usar dela com liberalidade, pois inevitavelmente também precisaremos da divina clemência. O Evangelho Segundo São Mateus apontou o Sermão da Montanha: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão Misericórdia!" Mt 5,7
Foi bastante claro: "Sede misericordiosos, como Vosso Pai também é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados. Não condeneis, e não sereis condenados. Perdoai, e sereis perdoados..." Lc 6,36-37
E citando palavras de Deus do Livro do Profeta Profeta Oseias, usando esse termo que significa 'coração de pobre' e bem designa o necessário aquebrantamento de coração para se viver uma sincera devoção, Nosso Salvador reafirmou-a como mais importante que um dos principais rituais judaicos, por Deus mesmo estabelecido (cf. Lv 1,3): "Ide e aprendei o que significam estas palavras: 'Eu quero a Misericórdia e não o sacrifício. (Os 6,6)'" Mt 9,13
De toda forma, retornando ao mais usual e não menos importante significado da piedade, ou seja, o de compaixão, que aliás é fruto certo da legítima prática religiosa, Jesus ensina que todos nós devemos usar dela com liberalidade, pois inevitavelmente também precisaremos da divina clemência. O Evangelho Segundo São Mateus apontou o Sermão da Montanha: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão Misericórdia!" Mt 5,7
Foi bastante claro: "Sede misericordiosos, como Vosso Pai também é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados. Não condeneis, e não sereis condenados. Perdoai, e sereis perdoados..." Lc 6,36-37
E citando palavras de Deus do Livro do Profeta Profeta Oseias, usando esse termo que significa 'coração de pobre' e bem designa o necessário aquebrantamento de coração para se viver uma sincera devoção, Nosso Salvador reafirmou-a como mais importante que um dos principais rituais judaicos, por Deus mesmo estabelecido (cf. Lv 1,3): "Ide e aprendei o que significam estas palavras: 'Eu quero a Misericórdia e não o sacrifício. (Os 6,6)'" Mt 9,13
"Socorrei, com bondade, aqueles que Vos buscam!"
Crer, Celebrar, Viver e Rezar
ELE ENSINOU-NOS A CRER
"Não tenha medo. Apenas creia." Mc 5,36
Crer conforme a Oração do Credo
Nela está a essência do que precisamos acreditar. É também uma poderosíssima oração, capaz de religar-nos a Deus, de unir-nos como Santa Igreja Católica, de aumentar-nos a fé e de afastar tentações, maus espíritos e o próprio inimigo. Por ela lembramos de todos importantes capítulos da Sã Doutrina, que professamos para a unção e Salvação de nossa alma.
ELE ENSINOU-NOS A CELEBRAR
"Fazei isto em memória de Mim." Lc 22,19
Celebrar os 7 Sacramentos
Neles estão os visíveis sinais dos Mistérios de Deus. Os Sacramentos são ao mesmo tempo visíveis e invisíveis, sinais e mistérios, e marcam os capítulos da vida cristã. Através deles, nossos compromissos com Deus materializam-se por toda existência terrena e abrem-nos o Caminho para o Céu. O principal deles é a Santa Eucaristia, no qual está o Corpo e o Sangue de Cristo, o alimento da Vida Eterna ao qual todos demais estão ordenados. É uma imerecida Graça poder sentar-se com Ele a Sua mesa e comer do Pão do Céu.
ELE ENSINOU-NOS A VIVER
"Faze isto e viverás." Lc 10,28
Viver os 10 Mandamentos
Os Mandamentos são a Lei da Vida, da Vida Plena. A consciência moral está em suas linhas, assim como a Paz e a Justiça. 'Amar a Deus sobre todas coisas' é uma importantíssima recomendação nesses tempos de hedonismo, materialismo e individualismo. 'Guardar os dias santos' é excelente remédio contra tristeza, solidão, estresse, depressão, manias, compulsão e obsessão.
ELE ENSINOU-NOS A REZAR
"Eis como deveis rezar: Pai Nosso, que estais no Céu..." Mt 6,9
Rezar o Pai Nosso
Ao rezá-lo, voltamo-nos para o Eterno Pai, para o Reino dos Céus e assim para a santidade. Aprendemos a confiar em Sua Providência, em Sua Misericórdia e a ter as coisas sem possessividade, avareza ou ambição. Pedimos perdão por nossas frequentes faltas na mesma proporção em que oferecemos perdão a nossos semelhantes. Também pedimos força contra as tentações que podem arruinar nossas vidas e, caso não resistamos, rogamos-Lhe que nos livre das garras do Maligno, ou nossa perdição será total.
QUANTO A NÓS...
A Carta de São Paulo aos Efésios questiona se realmente temos Jesus como Nosso Salvador:
"... se é que O ouvistes e d'Ele aprendestes..." Ef 4,21
"Em Comunhão com toda a Igreja aqui estamos!"
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