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domingo, 17 de maio de 2026
A Ascensão do Senhor
No Livro de Atos dos Apóstolos, São Lucas assim registrou mais esse glorioso evento da História de Nosso Senhor Jesus Cristo:
"Em minha primeira narração, ó Teófilo, contei toda sequência de ações e ensinamentos de Jesus, desde o princípio até o dia em que, depois de ter dado pelo Espírito Santo Suas instruções aos Apóstolos que escolhera, foi arrebatado ao Céu.
E a eles manifestou-Se vivo depois de Sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-Lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus.
E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de Seu Pai, 'que ouvistes', disse Ele, 'de Minha boca. Porque João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo daqui a poucos dias.'
Assim reunidos, eles interrogaram-nO:
- Senhor, é porventura agora que ides instaurar o Reino de Israel?
Respondeu-lhes Ele:
- Não vos pertence saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou por Seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e dá-vos-á força. E sereis Minhas testemunhas em Jerusalém, em toda Judeia e Samaria e até os confins do mundo.
Dizendo isso, elevou-Se da terra à vista deles e uma Nuvem ocultou-O a seus olhos...
Enquanto O acompanhavam com seus olhares, vendo-O afastar-Se para o Céu, eis que lhes apareceram dois homens vestidos de branco, que lhes disseram:
- Homens de Galileia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus, que acaba de ser arrebatado ao Céu, voltará do mesmo modo que O vistes subir."
At 1,1-11
E o Evangelho Segundo São Lucas anotou três importantes detalhes sobre esta cena. Primeiro, que Jesus subiu abençoando os Apóstolos, segundo, que eles O adoraram, gesto que só se deve prestar a Deus; e terceiro, a sobrenatural alegria que deles tomou conta: "Enquanto os abençoava, separou-Se deles e foi arrebatado ao Céu. Depois de O terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande júbilo." Lc 24,51-52
Era a mesma alegria da primeira Aparição de Jesus ao Colégio dos Apóstolos, quando Ele comeu com eles: "Mas, ainda vacilando eles e estando transportados de alegria, Ele perguntou: 'Tendes aqui alguma coisa para comer?' Então Lhe ofereceram um pedaço de peixe assado. Ele tomou e comeu à vista deles." Lc 24,41-43
Já no Evangelho Segundo São Mateus, momentos antes da Ascensão, assegurou-lhes de Sua plena autoridade também nos Céus, pediu-lhes que ministrassem os Sacramentos, que o Evangelho fosse ensinado em sua absoluta integridade, sem que nenhuma palavra fosse sonegada, e garantiu-lhes que estaria com a Santa Igreja Católica até o fim dos tempos: "Mas Jesus, aproximando-Se, disse-lhes: 'Toda autoridade foi-Me dada no Céu e na Terra. Ide, pois, e fazei que todas nações se tronem discípulos, batizando-as em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo que vos ordenei. Eis que estou convosco todos dias, até consumação dos séculos.'" Mt 28,18-20
Outro registro de suma importância feito pelo Amado Médico é o amor e o compromisso que os Apóstolos tinham com Casa de Deus, que era o Templo de Jerusalém, porque a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo ainda não tinha sido instituída pelo Espírito Santo, o que só aconteceria no Dia de Pentecostes. É um perfeito exemplo de veneração aos sagrados lugares: "E permaneciam no Templo, louvando e bendizendo a Deus." Lc 24,53
Por fim, este evangelista indicou o exato lugar onde se deu a Ascensão: "Depois, levou-os para Betânia e, levantando as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, separou-Se deles e foi arrebatado ao Céu." Lc 24,50-51
Lugar muitas vezes frequentado por Jesus e Seus discípulos, aliás, onde São Lázaro morava (cf. Jo 11,1), ou seja, lugar do maior milagre de Nosso Senhor, São João Evangelista chegou a apontar a distância daí até a Cidade Santa, quase três quilômetros: "Ora, Betânia distava de Jerusalém cerca de quinze estádios." Jo 11,18
Aliás, significativamente, o lugar onde Jesus foi batizado, com um referencial em distinção, também se chamava Betânia, que quer dizer 'casa dos pobres'. E assim, como Sua vida privada iniciada numa manjedoura em Belém (cf. Lc 2,7), Sua vida pública começou e terminou em meio aos pobres: "Este diálogo passou-se em Betânia-além-do-Jordão, onde João estava batizando. No dia seguinte, João viu Jesus que vinha a ele e disse: 'Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.'" Jo 1,28-29
Sabemos, ademais, que Jesus não havia predito apenas Sua Ressurreição, mas também Sua Ascensão aos Céus. Ele disse aos Apóstolos após a Santa Ceia: "Filhinhos Meus, por um pouco apenas ainda estou convosco. Vós haveis de Me procurar, mas, como disse aos judeus, também vos digo agora: para onde Eu vou, vós não podeis ir." Jo 13,33
E como São Pedro insistia, querendo saber aonde ia, Ele prometeu-lhe: "Para onde vou, não podes seguir-Me agora. Mas segui-Me-ás mais tarde." Jo 13,36
E como São Pedro insistia, querendo saber aonde ia, Ele prometeu-lhe: "Para onde vou, não podes seguir-Me agora. Mas segui-Me-ás mais tarde." Jo 13,36
De fato, Ele abertamente havia pregado no Templo de Jerusalém, durante a Festa das Tendas: "Ainda por um pouco de tempo estou convosco, e então vou para Aquele que Me enviou. Buscá-Me-eis sem Me achar, nem podereis ir para onde estou." Jo 7,33b-32
Já tinha avisado Seus seguidores, quando prometeu Sua Carne e Seu Sangue como o alimento da Vida Eterna, na sinagoga de Cafarnaum: "Sabendo que Seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: "Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes?" Jo 6,61-62
E voltou ao assunto pouco antes do início de Sua Paixão, quando falou da Vinda do Espírito Santo, que provaria a Verdade sobre Sua Divindade: "E quando Ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da Justiça e do Juízo. Ele convencê-lo-á a respeito da Justiça, porque Eu vou para junto de Meu Pai e vós já não Me vereis." Jo 16,8.10
Já tinha avisado Seus seguidores, quando prometeu Sua Carne e Seu Sangue como o alimento da Vida Eterna, na sinagoga de Cafarnaum: "Sabendo que Seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: "Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes?" Jo 6,61-62
E voltou ao assunto pouco antes do início de Sua Paixão, quando falou da Vinda do Espírito Santo, que provaria a Verdade sobre Sua Divindade: "E quando Ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da Justiça e do Juízo. Ele convencê-lo-á a respeito da Justiça, porque Eu vou para junto de Meu Pai e vós já não Me vereis." Jo 16,8.10
Pouco depois, sintetizou: "Saí do Pai e vim ao mundo. Agora deixo o mundo e volto para junto do Pai." Jo 16,28
E foi exatamente esse recado que mandou aos Apóstolos através de Santa Maria Madalena, avisando-lhes de Sua próxima etapa logo após a Ressurreição, embora ainda não fosse Sua Definitiva Ascensão: "Não Me retenhas, porque ainda não subi a Meu Pai. Mas vai a Meus irmãos e dize-lhes: 'Subo para Meu Pai e Vosso Pai, Meu Deus e Vosso Deus." Jo 20,17
No entanto, como foi revelado no Livro de Apocalipse de São João, Sua chegada ao Céus não foi exatamente tranquila. Ao contrário, pela instauração do Reino de Deus aqui na Terra, ainda que de modo não ostensivo, lá se travou uma grande batalha: "Abriu-se o Templo de Deus no Céu e apareceu, em Seu Templo, a Arca de Seu Testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva. Apareceu em seguida um grande sinal no Céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo de seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Ela deu à luz um Filho, um Menino, Aquele que deve reger todas pagãs nações com cetro de ferro. Mas Seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e de Seu trono. Houve uma batalha no Céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar para eles no Céu. Então foi precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado á Terra, e com ele seus anjos. Eu ouvi no Céu uma forte voz que dizia: 'Agora chegou a Salvação, o poder e a realeza de Nosso Deus, assim como a autoridade de Seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que dia e noite os acusava diante de Nosso Deus.' Por isso, alegrai-vos, ó Céus, e todos que aí habitais. Mas, ó Terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta." Ap 11,19;12,1.5.7-10.12
A ETERNA MORADA
A Ascensão de Jesus é celebrada numa quinta-feira, 44 dias depois do Domingo de Páscoa. Mas, pela importância do dia, é comum que se celebre no primeiro e seguinte Domingo, conforme uma antiga tradição.
Disse o mesmo na narração de São Mateus, mas acrescentou Sua Definitiva Volta no Juízo Final: "Além disso, Eu declaro-vos que doravante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso, e voltar sobre as nuvens do Céu.'" Mt 26,64b
O registro da Ascensão no Evangelho Segundo São Marcos é sucinto: "Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao Céu e está sentado à direita de Deus." Mc 16,19
"Vosso Filho permaneça entre nós!"
No entanto, como foi revelado no Livro de Apocalipse de São João, Sua chegada ao Céus não foi exatamente tranquila. Ao contrário, pela instauração do Reino de Deus aqui na Terra, ainda que de modo não ostensivo, lá se travou uma grande batalha: "Abriu-se o Templo de Deus no Céu e apareceu, em Seu Templo, a Arca de Seu Testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva. Apareceu em seguida um grande sinal no Céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo de seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Ela deu à luz um Filho, um Menino, Aquele que deve reger todas pagãs nações com cetro de ferro. Mas Seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e de Seu trono. Houve uma batalha no Céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar para eles no Céu. Então foi precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado á Terra, e com ele seus anjos. Eu ouvi no Céu uma forte voz que dizia: 'Agora chegou a Salvação, o poder e a realeza de Nosso Deus, assim como a autoridade de Seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que dia e noite os acusava diante de Nosso Deus.' Por isso, alegrai-vos, ó Céus, e todos que aí habitais. Mas, ó Terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta." Ap 11,19;12,1.5.7-10.12
A ETERNA MORADA
A Ascensão de Jesus é celebrada numa quinta-feira, 44 dias depois do Domingo de Páscoa. Mas, pela importância do dia, é comum que se celebre no primeiro e seguinte Domingo, conforme uma antiga tradição.
Esta Verdade de fé, nós professamos no Credo, rezado toda Santa Missa de domingo: "... subiu aos Céus, está sentado à direita de Deus Pai, Todo-Poderoso..."
Na narração de São Lucas, da manhã em que foi 'julgado' pelo Sinédrio, Nosso Senhor avisou que, a partir de então, todo falecido O veria por ocasião do Juízo Particular: "Perguntaram-Lhe: 'Dize-nos se és o Cristo!' Respondeu-lhes Ele: 'Se Eu vos disser, não Me acreditareis, e se vos fizer qualquer pergunta, não Me respondereis. Mas, doravante, o Filho do Homem estará sentado à direita do poder de Deus.'" Lc 22,67-69Disse o mesmo na narração de São Mateus, mas acrescentou Sua Definitiva Volta no Juízo Final: "Além disso, Eu declaro-vos que doravante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso, e voltar sobre as nuvens do Céu.'" Mt 26,64b
Com efeito, foi o que Santo Estevão viu, embora um pouco antes de seu martírio, e Nosso Senhor apresentou-Se de pé: "Mas, cheio do Espírito Santo, Estêvão fitou o céu e viu a Glória de Deus, e Jesus de pé à direita de Deus: 'Eis que vejo', disse ele, 'os Céus abertos e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus.'" At 7,55-56
E das celestiais visões que teve, São João Apóstolo sentenciou sobre o Último Dia: "Ei-Lo que vem com as nuvens. Todos olhos vê-Lo-ão, mesmo aqueles que O traspassaram. Por Sua causa, hão de se lamentar todas raças da Terra. Sim. Amém." Ap 1,7O registro da Ascensão no Evangelho Segundo São Marcos é sucinto: "Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao Céu e está sentado à direita de Deus." Mc 16,19
Este evangelista acrescentou, porém, a prontidão e a inspiração que invadiram os Apóstolos, movidos por tão belas visões e pelo poder de Deus: "Os discípulos partiram e pregaram por toda parte. O Senhor cooperava com eles, e confirmava Sua Palavra com os milagres que a acompanhavam." Mc 16,20
E a Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios garante a indizível confirmação da Graça, que confere a santidade: "Assim, enquanto aguardais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo, não vos falta dom algum. Ele há de vos confirmar até o fim, para que sejais irrepreensíveis no Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo." 1 Cor 1,7-8
E a Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios garante a indizível confirmação da Graça, que confere a santidade: "Assim, enquanto aguardais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo, não vos falta dom algum. Ele há de vos confirmar até o fim, para que sejais irrepreensíveis no Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo." 1 Cor 1,7-8
Ele cita um Salmo do rei Davi para descrever os dons espirituais, como está na Carta de São Paulo aos Efésios: "Mas a cada um de nós foi dada a Graça, segundo a medida do dom de Cristo, pelo que diz: 'Quando subiu ao alto, levou muitos cativos, cumulou de dons os homens (Sl 67,19).' Ora, que quer dizer Ele subiu, senão que antes havia descido às profundezas da Terra? Aquele que desceu também é Aquele que subiu acima de todos Céus, para encher todas coisas." Ef 4,7-10
Porém faz recordar que sempre devemos ter em foco o projeto da Salvação, ou seja, a Igreja Apostólica: "Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja." 1 Cor 14,12
Jesus mesmo havia explicado sobre o dom da verdadeira Vida, que Ele garante através da instituição da Igreja Una, que são Seus verdadeiros fiéis, a Comunhão dos Santos: "Pois desci do Céu não para fazer Minha vontade, mas a vontade d'Aquele que Me enviou. Ora, esta é a vontade d'Aquele que Me enviou: que Eu não deixe perecer nenhum daqueles que Me deu, mas que os ressuscite no Último Dia." Jo 6,38-39
Diria uma das finalidades de Sua Ascensão, enquanto Se despedia dos Apóstolos: "Não se perturbe vosso coração. Vós credes em Deus... Também crede em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, Eu tê-vos-ia dito, pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e preparar-vos um lugar, voltarei e tomá-vos-ei Comigo. Pra que, onde Eu estou, vós também estejais." Jo 14,1-3
O Apóstolo dos Gentios, pois, ensina que a Igreja de Deus Vivo é Seu próprio Corpo, o receptáculo de Seu poder: "E a Seus pés Deus sujeitou todas coisas, e constituiu-O como Cabeça da Igreja, que é Seu Corpo, o receptáculo d'Aquele que enche todas coisas, sob todos aspectos." Ef 1,22-23
E para sanar qualquer dúvida sobre a Divindade de Jesus, ele tratou de afirmar Seu poder sobre todas ordens dos anjos, citando quatro delas: "Deus manifestou Seu poder na Pessoa de Cristo, ressuscitando-O dos mortos e fazendo-O sentar a Sua direita no Céu, acima de todo principado, potestade, virtude, dominação e de todo nome que possa haver tanto neste mundo como no futuro." Ef 1,20-21
A Primeira Carta de São Pedro também diz com todas letras: "Esse Jesus Cristo, tendo subido ao Céu, está assentado à direita de Deus, depois de ter recebido a submissão dos anjos, dos principados e das potestades." 1 Pd 3,22
A Primeira Carta de São Pedro também diz com todas letras: "Esse Jesus Cristo, tendo subido ao Céu, está assentado à direita de Deus, depois de ter recebido a submissão dos anjos, dos principados e das potestades." 1 Pd 3,22
Por tão frequente questão naqueles anos, a de Sua superioridade aos anjos, os seguidores da tradição de São Paulo afirmariam o mesmo na Carta aos Hebreus: "Esplendor da Glória de Deus e imagem do Seu Ser, Ele sustenta o universo com o poder de Sua Palavra. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, está sentado à direita da Majestade no mais alto dos Céus, tão superior aos anjos quanto excede o deles o Nome que Ele herdou." Hb 1,3-4
E atestam que assim será até Sua Definitiva Volta: "Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício, e logo em seguida para sempre tomou lugar à direita de Deus, onde de ora em diante espera que Seus inimigos sejam postos como banquinho para Seus pés (Sl 109,1)." Hb 10,12-13
Com efeito, dizendo de Deus Pai que Se referia a Jesus, o rei Davi cantou em profecia no Livro de Salmos: "Eis o oráculo do Senhor que Se dirige a Meu Senhor: 'Senta-te a Minha direita, até que Eu faça de Teus inimigos o banquinho de Teus pés”." Sl 109,1
Sobre a Vida em Deus, enfim, a Carta de São Paulo aos Colossenses recomenda que busquemos os dons espirituais, e também assegura a Ressurreição da Carne: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da Terra. Porque estais mortos e vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, Vossa Vida, aparecer, então vós também aparecereis com Ele na Glória." Cl 3,1-4
Afirmativamente, a chegada de Jesus aos Céus inaugurou um novo tempo, como Ele mesmo disse: "Na Verdade, na Verdade, digo-vos: aquele que crê em Mim também fará as obras que Eu faço, e ainda fará maiores que estas, porque vou para junto do Pai. Naquele dia pedireis em Meu Nome, e já não digo que rogarei ao Pai por vós, pois o Pai mesmo vos ama, porque vós Me amastes e crestes que saí de Deus." Jo 14,12;16,26-27
Por isso, sagrados autores de um Salmo exclamavam, quando profetizaram o Dia da Ascensão: "Por entre aclamações subiu Deus, o Senhor, ao som das trombetas. Cantai à Glória de Deus, cantai. Cantai à Glória de Nosso Rei, cantai. Porque Deus é o Rei do Universo. Entoai-Lhe, pois, um hino! Deus reina sobre as nações, Deus está em Seu sagrado trono." Sl 46,6-9
"Vosso Filho permaneça entre nós!"
A Igreja Católica
A Igreja Católica, que significa universal, é a mesma, porque tem uma só, consolidada e declarada Doutrina, e a única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo que está no mundo todo, como Ele mesmo determinou aos Apóstolos pouco antes de Sua Ascensão, no Livro de Atos dos Apóstolos: "... descerá sobre vós o Espírito Santo e dá-vos-á força, e sereis Minhas testemunhas em Jerusalém, em toda Judeia e Samaria e até os confins do mundo." At 1,8
A Igreja Una, portanto, assembleia reunida por Cristo, em Cristo e com Cristo, tem sua primeiríssima menção nas Escrituras logo após a declaração de São Pedro, quando afirmou a divindade de Jesus no Evangelho Segundo São Mateus: "Tu és o Cristo, o Filho de Deus Vivo!" Mt 16,16 Enquanto pedra fundamental da Igreja Apostólica, o Primeiro Papa fez-se notar por ser portador da Revelação, que é exatamente o primeiro atributo do Reino de Sacerdotes que ele representa: "Jesus então lhe disse: 'Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas Meu Pai que está nos Céus.'" Mt 16,17
E é imediatamente depois que Nosso Salvador fala da Santa Igreja que chama de Sua, prometendo que Ele mesmo a edificaria na pessoa de São Pedro, e que ela jamais será vencida: "E Eu declaro-te: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei Minha Igreja. As portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16,18
De fato, é São Pedro que vai confirmar todos demais Apóstolos, pois nele Jesus concentrou toda Suas preces ao Pai. É leitura do Evangelho Segundo São Lucas, de Sua última noite entre eles: "Simão, Simão, eis que Satanás insistentemente pediu para vos peneirar como o trigo. Mas Eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça. Quando, porém, te converteres, confirma teus irmãos." Lc 22,31-32
De fato, é São Pedro que vai confirmar todos demais Apóstolos, pois nele Jesus concentrou toda Suas preces ao Pai. É leitura do Evangelho Segundo São Lucas, de Sua última noite entre eles: "Simão, Simão, eis que Satanás insistentemente pediu para vos peneirar como o trigo. Mas Eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça. Quando, porém, te converteres, confirma teus irmãos." Lc 22,31-32
Ora, só de São Pedro Ele exigiu uma profissão de fidelidade, e, não por acaso, perante os outros dois que com o Príncipe dos Apóstolos eram Seus mais íntimos Apóstolos: São Tiago Maior, São João. O próprio Evangelho Segundo São João narrou: "Simão, filho de João, amas-Me mais que a estes?" Jo 21,15b
E só a ele, nessa mesma ocasião, entregou todo Seu rebanho, de cordeiros a ovelhas, ou seja, de fiéis a Sacerdotes: "Apascenta Meus cordeiros. Apascenta Minhas ovelhas." Jo 21,16b.17c
Também por uma sentença de Jesus, São Pedro é o único a receber, e de Suas próprias mãos, as chaves do Reino de Deus, que significam as definitivas revelações sobre Sua Sã Doutrina, e assim confirmar, ou não, quem vive a fidelidade da fé, que Lhe é essencial (cf. Mt 23,23): "Eu dá-te-ei as chaves do Reino dos Céus: tudo que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo que desligares na Terra será desligado nos Céus." Mt 16,17-19
Também por uma sentença de Jesus, São Pedro é o único a receber, e de Suas próprias mãos, as chaves do Reino de Deus, que significam as definitivas revelações sobre Sua Sã Doutrina, e assim confirmar, ou não, quem vive a fidelidade da fé, que Lhe é essencial (cf. Mt 23,23): "Eu dá-te-ei as chaves do Reino dos Céus: tudo que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo que desligares na Terra será desligado nos Céus." Mt 16,17-19
Em outras palavras, essas chaves representam a autoridade para decidir entre perdão e condenação, entre Comunhão e excomunhão, logo, o mais importante, entre o certo e o errado. É a Luz do pleno conhecimento da vontade de Deus, expresso na correta interpretação das Escrituras, isto é, sob a inspiração do Espírito Santo, bem como de Suas próprias manifestações. Aliás, esta era uma das mais graves admoestações de Jesus: "Por isso, Eu digo-vos: todo pecado e toda blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes será perdoada." Mt 12,31
E da correta interpretação das Escrituras, Ele disse contra um grupo de líderes judeus, que a manipulavam em função de seus interesses: "Ai de vós, doutores da Lei, que tomastes a chave da ciência. Vós mesmos não entrastes, e impedistes aos que vinham para entrar." Lc 11,52
Fica evidente, portanto, que Jesus nos deixou o dever de ouvir os Apóstolos: "Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita. E quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou." Lc 10,16
Isso significa ouvir a Igreja, como Ele explicou nos casos em que, por uma ofensa à Verdade, temos o dever de corrigir nossos irmãos, que podem incorrer em punição de excomunhão: "Se se recusa a os ouvi, dize-o à Igreja. E se também se recusar a ouvir a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano." Mt 18,17
E da correta interpretação das Escrituras, Ele disse contra um grupo de líderes judeus, que a manipulavam em função de seus interesses: "Ai de vós, doutores da Lei, que tomastes a chave da ciência. Vós mesmos não entrastes, e impedistes aos que vinham para entrar." Lc 11,52
Fica evidente, portanto, que Jesus nos deixou o dever de ouvir os Apóstolos: "Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita. E quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou." Lc 10,16
Isso significa ouvir a Igreja, como Ele explicou nos casos em que, por uma ofensa à Verdade, temos o dever de corrigir nossos irmãos, que podem incorrer em punição de excomunhão: "Se se recusa a os ouvi, dize-o à Igreja. E se também se recusar a ouvir a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano." Mt 18,17
Porque ouvir as dioceses, comandadas por Bispos, é ouvir o próprio Santo Paráclito, como Nosso Senhor mesmo determinou por sete vezes no Livro de Apocalipse de São João: "Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas..." Ap 2,7.11.17.29;3,6.13.22
Entendamos: Jesus expressamente garantiu que o Divino Espírito Santo jamais abandonaria a Igreja: "E Eu rogarei ao Pai e Ele dá-vos-á outro Paráclito, para que eternamente fique convosco." Jo 14,16
E a Doutrina de Jesus, dos Apóstolos e da Igreja é uma só, e isso garantiu o sucesso da primeira comunidade logo após o Dia de Pentecostes, pois os fiéis "Eram perseverantes em ouvir a Doutrina dos Apóstolos..." At 2,42
Porque, no Pentecostes, o Divino Espírito especificamente nos trouxe Sua Comunhão, conforme as palavras da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios, que se tornaram a oração inicial de nossos Sacerdotes na Santa Missa: "A Graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a Comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!" 2 Cor 13,13
Com efeito, é o Ministério do Espírito Santo, que é o próprio Ministério da Santa Madre Igreja, que a leva ao mundo, como Jesus havia prometido: "A Igreja gozava então de Paz por toda Judeia, Galileia e Samaria. Estabelecia-se ela caminhando no temor do Senhor, e a assistência do Espírito Santo fazia-a crescer em número." At 9,31
E o sucesso de cada uma de suas dioceses estava obediência a sua sede, que era Cidade Santa, como São Paulo e São Timóteo pregavam desde o Primeiro Concílio. Que cristão, portanto, pode negar-se a obedecer os Concílio da Igreja de Deus Vivo? "Nas cidades pelas quais passavam, ensinavam que observassem as decisões que haviam sido tomadas pelos Apóstolos e anciãos em Jerusalém. Assim as igrejas eram confirmadas na fé, e dia a dia cresciam em número." At 16,4-5
Pois tais decisões são claramente guiadas pelo Santo Paráclito, como São Tiago Menor registrou na carta aos cristãos da cidade de Antioquia, sobre este Concílio: "Com efeito, bem pareceu ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do indispensável seguinte..." At 15,28
Sobre a Paz desse consenso, Jesus mesmo havia oferecido: "Tomai Meu jugo sobre vós e recebei Minha Doutrina, porque Eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para vossas almas." Mt 11,29
E se Ele não esclareceu plenamente todas coisas, enviou Seu Espírito para que sempre ilumine a Igreja Católica, por todo futuro, sobre todos assuntos que ela deve saber, como disse aos Apóstolos na noite em que ia ser entregue: "Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas agora não podeis suportá-las. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensiná-vos-á toda Verdade, porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciá-vos-á as coisas que virão." Jo 16,12-13
E se Ele não esclareceu plenamente todas coisas, enviou Seu Espírito para que sempre ilumine a Igreja Católica, por todo futuro, sobre todos assuntos que ela deve saber, como disse aos Apóstolos na noite em que ia ser entregue: "Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas agora não podeis suportá-las. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensiná-vos-á toda Verdade, porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciá-vos-á as coisas que virão." Jo 16,12-13
Porque também havia prometido que, através do Santo Paráclito, a memória de Sua Palavra estaria garantida: "Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em Meu Nome, ensiná-vos-á todas coisas e recordá-vos-á tudo que vos tenho dito." Jo 14,26
Ora, antes de Sua Ascensão, Ele pediu que pregássemos a integridade de tudo que ensinou, e não fragmentos: "Ensinai-as (nações) a observar tudo que vos ordenei." Mt 28,20a
Enfim, Jesus rezou ao Pai pelos Apóstolos para que eles permanecessem em Perfeita União: "Pai Santo, guarda-os em Teu Nome, que Me encarregaste de fazer conhecer, a fim de que sejam Um como Nós." Jo 17,11b
Nessa ocasião também rezou para que nós, que ouviríamos os Apóstolos, vivêssemos em Perfeita Unidade com eles, ou seja, em total Comunhão, que é prova de que Ele é o Messias, uma vez que anunciou a Verdade e franqueou o consenso sobre ela: "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em Mim. Para que todos sejam Um, assim como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti, para que eles também estejam em Nós e o mundo creia que Tu Me enviaste." Jo 17,20-21
E para a efetivação de tal União, que também é prova do amor de Deus, além de grande marca da Santa Igreja, Ele derramou Sua Glória sobre ela: "Dei-lhes a Glória que Me deste, para que sejam Um, como Nós somos Um: Eu neles e Tu em Mim. Para que sejam Perfeitos na Unidade e o mundo reconheça que Tu Me enviaste, e os amaste como amaste a Mim." Jo 17,22-23
Ora, falando de outra forma sobre essa União, Ele já havia determinado o amor entre os fiéis como grande sinal para o mundo: "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13,35
Ora, antes de Sua Ascensão, Ele pediu que pregássemos a integridade de tudo que ensinou, e não fragmentos: "Ensinai-as (nações) a observar tudo que vos ordenei." Mt 28,20a
Enfim, Jesus rezou ao Pai pelos Apóstolos para que eles permanecessem em Perfeita União: "Pai Santo, guarda-os em Teu Nome, que Me encarregaste de fazer conhecer, a fim de que sejam Um como Nós." Jo 17,11b
Nessa ocasião também rezou para que nós, que ouviríamos os Apóstolos, vivêssemos em Perfeita Unidade com eles, ou seja, em total Comunhão, que é prova de que Ele é o Messias, uma vez que anunciou a Verdade e franqueou o consenso sobre ela: "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em Mim. Para que todos sejam Um, assim como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti, para que eles também estejam em Nós e o mundo creia que Tu Me enviaste." Jo 17,20-21
E para a efetivação de tal União, que também é prova do amor de Deus, além de grande marca da Santa Igreja, Ele derramou Sua Glória sobre ela: "Dei-lhes a Glória que Me deste, para que sejam Um, como Nós somos Um: Eu neles e Tu em Mim. Para que sejam Perfeitos na Unidade e o mundo reconheça que Tu Me enviaste, e os amaste como amaste a Mim." Jo 17,22-23
Ora, falando de outra forma sobre essa União, Ele já havia determinado o amor entre os fiéis como grande sinal para o mundo: "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13,35
Mas tal Unidade não é possível sem a santificação, que é realizada pela própria ação de Deus sobre aqueles que fiel e verdadeiramente guardam Sua Palavra. Está nesta mesma oração ao Pai: "Dei-lhes Tua Palavra, mas o mundo odeia-os porque eles não são do mundo, como Eu também não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas sim que os preserves do Mal. Santifica-os pela Verdade. Tua Palavra é a Verdade. Como Tu Me enviaste ao mundo, Eu também os enviei ao mundo. Santifico-Me por eles para que eles também sejam santificados pela Verdade." Jo 17,14-15.17-19
E foi exatamente assim que os Apóstolos perseveraram. Aliás, chegando às consequências do martírio. São João Evangelista, o único deles que morreu de velho, mas nem por isso padeceu menos, vai atestar essa Comunhão. A Primeira Carta de São João diz: "... damos testemunho e anunciamo-vos a Vida Eterna, que estava no Pai e que a nós Se manifestou. O que vimos e ouvimos, nós anunciamo-vos para que vós também tenhais Comunhão conosco. Ora, nossa Comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo." 1 Jo 1,2-3
E foi exatamente assim que os Apóstolos perseveraram. Aliás, chegando às consequências do martírio. São João Evangelista, o único deles que morreu de velho, mas nem por isso padeceu menos, vai atestar essa Comunhão. A Primeira Carta de São João diz: "... damos testemunho e anunciamo-vos a Vida Eterna, que estava no Pai e que a nós Se manifestou. O que vimos e ouvimos, nós anunciamo-vos para que vós também tenhais Comunhão conosco. Ora, nossa Comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo." 1 Jo 1,2-3
Como a Verdade, revelada por Cristo e arrematada pelo Espírito Santo, é uma só, só pode haver uma única Igreja. A Primeira Carta de São Paulo a São Timóteo afirma que ela é a própria "... Casa de Deus, que é a Igreja de Deus Vivo, coluna e sustentáculo da Verdade." 1 Tm 3,15
E a Segunda Carta de São João assim se refere a uma diocese de seu tempo, que por perseguições do Império Romano omite o nome: "O ancião à eleita senhora e a seus filhos, que amo na Verdade. Não somente eu, mas também todos que conheceram a Verdade, por causa da Verdade que em nós permanece e eternamente ficará conosco." 2 Jo 1,1-2
Ora, a Verdade é o próprio Jesus, único Caminho para Deus e em Quem está a verdadeira Vida, pois afirmou: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim." Jo 14,6b
Essa universal Unidade, isto é, entre todos povos da Terra, que é o sentido da palavra 'católica', foi prevista desde o Livro do Profeta Daniel, que bem distinguiu Jesus e o Pai: "Sempre olhando a noturna visão, vi um Ser, semelhante ao Filho do Homem, vir sobre as nuvens do Céu: dirigiu-Se para o lado do Ancião, diante de Quem foi conduzido. A Ele foram dados império, Glória e realeza, e todos povos, todas nações e todas línguas serviram-nO. Seu domínio será eterno, nunca cessará, e Seu Reino jamais será destruído." Dn 7,13-14
E mesmo levando em conta tantas tradições e culturas, de tantos povos não-judeus, Jesus garantiu, dizendo dos Seus entre todos eles: "... ouvirão Minha voz, e haverá um só rebanho e um só Pastor." Jo 10,16
Não por acaso, o Pentecostes, que marcou o nascimento da Igreja, deu-se com a capacitação, dada pelo Espírito Santo, para que ela fale a todos povos: "Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como se soprasse um impetuoso vento, e encheu toda casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes, então, uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. Achavam-se em Jerusalém piedosos judeus de todas nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar em sua própria língua." At 2,1-6
A própria terra de origem dos Apóstolos, e onde Jesus viveu até o início de Sua vida pública, era chamada Galileia das nações, dada a mistura de povos que aí se estabeleceu. Isso foi previsto no Livro do Profeta Isaías, que disse de Deus: "No passado, Ele humilhou a terra de Zabulon e de Neftali, mas no futuro cobrirá de honras o Caminho do Mar, o Além do Jordão e o distrito das nações. O povo que andava nas trevas viu uma Grande Luz, uma Luz raiou sobre aqueles que habitavam uma tenebrosa região como a da morte." Is 8,23;9,1
Não por acaso, o Pentecostes, que marcou o nascimento da Igreja, deu-se com a capacitação, dada pelo Espírito Santo, para que ela fale a todos povos: "Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como se soprasse um impetuoso vento, e encheu toda casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes, então, uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. Achavam-se em Jerusalém piedosos judeus de todas nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar em sua própria língua." At 2,1-6
A própria terra de origem dos Apóstolos, e onde Jesus viveu até o início de Sua vida pública, era chamada Galileia das nações, dada a mistura de povos que aí se estabeleceu. Isso foi previsto no Livro do Profeta Isaías, que disse de Deus: "No passado, Ele humilhou a terra de Zabulon e de Neftali, mas no futuro cobrirá de honras o Caminho do Mar, o Além do Jordão e o distrito das nações. O povo que andava nas trevas viu uma Grande Luz, uma Luz raiou sobre aqueles que habitavam uma tenebrosa região como a da morte." Is 8,23;9,1
E assim, tão zeloso do povo que conquistara, o Apóstolo dos Gentios, ou seja, dos não-judeus, sequer admitia que pessoas de fora da Igreja fossem consultadas pelos fiéis. Consta na Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: "No entanto, quando tendes contendas desse gênero, escolheis para juízes pessoas cuja opinião é tida em nada pela Igreja." 1 Cor 6,4
Na Carta aos Hebreus, vemos que os seguidores da tradição de São Paulo também eram muito atenciosos para com os Sacerdotes da Igreja, e a toda comunidade recomendavam total apreço por seus trabalhos: "Sede submissos e obedecei àqueles que vos guiam, pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta." Hb 13,17
Na Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses, ele próprio encarecidamente pedia por eles: "Suplicamo-vos, irmãos, que reconheçais aqueles que arduamente trabalham entre vós para vos dirigir no Senhor e vos admoestar. Tende para com eles singular amor, em vista do encargo que exercem. Conservai a Paz entre vós." 1 Ts 5,12-13
E quanto àqueles que se pretendem ministros, a Carta de São Tiago dava um humilde e sério conselho: "Meus irmãos, entre vós não haja muitos a se arvorar em mestres. Sabeis que mais severamente seremos julgados..." Tg 3,1
Pois os verdadeiros Sacerdotes são aqueles que vêm sendo instituídos pela Sagrada Tradição, leia-se a Tradição Oral, desde o tempo dos Apóstolos, como a Segunda Carta de São Paulo a São Timóteo lhe disse: "Aquilo que de mim ouviste em presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis que, por sua vez, sejam capazes de instruir a outros." 2 Tm 2,2
A Carta de São Paulo a São Tito vai dizer-lhe o mesmo, deixando muito claro que as condições do Sacramento de Ordenação eram bem restritas: "Eu deixei-te em Creta para acabares de organizar tudo e estabeleceres anciãos em cada cidade, de acordo com as normas que te tracei." Tt 1,5
E os discípulos de São Paulo questionam em favor dessa já perene Tradição: "Como, então, escaparemos nós se agora desprezarmos a mensagem da Salvação, tão sublime, primeiramente anunciada pelo Senhor e depois confirmada por aqueles que a ouviram?" Hb 2,3
Quanto ao entendimento das Escrituras, especificamente, São Pedro, ele mesmo que recebeu as chaves do Reino de Deus, avisa que a Palavra de Deus não pode ser interpretada de modo pessoal. Ao contrário, desde sempre devemos acatar as revelações do Espírito Santo, especialmente após o Pentecostes. Está na Segunda Carta de São Pedro: "Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma humana vontade. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus." 2 Pd 1,20-21
Quanto ao entendimento das Escrituras, especificamente, São Pedro, ele mesmo que recebeu as chaves do Reino de Deus, avisa que a Palavra de Deus não pode ser interpretada de modo pessoal. Ao contrário, desde sempre devemos acatar as revelações do Espírito Santo, especialmente após o Pentecostes. Está na Segunda Carta de São Pedro: "Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma humana vontade. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus." 2 Pd 1,20-21
E assim a Primeira Carta de São Pedro já exortava a Santa Igreja: "Vós, porém, sois uma escolhida raça, um régio sacerdócio, uma santa nação, um povo adquirido para Deus, a fim de que publiqueis as virtudes d'Aquele que vos chamou das trevas a Sua Maravilhosa Luz." 1 Pd 2,9
Ora, como Verdadeiro Guia da Igreja, o Divino Paráclito mostrou-Se presente desde a primeira tentativa de a fraudar: "Então Pedro disse: 'Ananias, por que Satanás tomou conta de teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e enganasses acerca do valor do campo? Não foi aos homens que mentiste, mas a Deus!" At 5,3-4b
Isto deu-se inclusive na conversão do primeiro grupo de não-judeus, o chamado 'Pentecostes dos Gentios', quando Ele mesmo instruiu o Príncipe dos Apóstolos: "Enquanto Pedro refletia sobre a visão, disse-lhe o Espírito: 'Eis aí três homens que te procuram. Levanta-te! Desce e vai com eles sem hesitar, porque sou Eu Quem os enviou.'" At 10,19-20
E especificamente sobre os assuntos da Doutrina da fé, desde o Primeiro Concílio, quando a circuncisão, secular prática dos judeus, foi abolida após o decisivo voto de São Pedro (cf. At 15,11). Como visto, São Tiago Menor apontou: "Com efeito, bem pareceu ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do indispensável seguinte..." At 15,28
E especificamente sobre os assuntos da Doutrina da fé, desde o Primeiro Concílio, quando a circuncisão, secular prática dos judeus, foi abolida após o decisivo voto de São Pedro (cf. At 15,11). Como visto, São Tiago Menor apontou: "Com efeito, bem pareceu ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do indispensável seguinte..." At 15,28
Ademais, São João Evangelista diz sobre o poder do Sacramento da Crisma, no tocante à fidelidade à Sagrada Tradição: "Vós, porém, tendes a Unção do Santo e sabeis todas coisas. Que permaneça em vós o que tendes ouvido desde o princípio. Se o que ouvistes desde o princípio permanecer em vós, vós também permanecereis no Filho e no Pai. E não tendes necessidade de que alguém vos ensine, mas, como Sua Unção vos ensina todas coisas, e ela é verdadeira e não mentirosa, n'Ele permanecei como ela vos ensinou." 1 Jo 2,20.24.27b
Como não poderia deixar de ser, e São Paulo confirma aos anciãos da igreja de Éfeso, é Ele, e só Ele Quem unge os Bispos e Sacerdotes da Igreja: "Cuidai de vós mesmos e de todo rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que Ele adquiriu com Seu próprio Sangue." At 20,28
Sobre os Sacramentos, São Tiago Menor era absolutamente restritivo quanto a quem devemos recorrer: "Está alguém enfermo? Chame os Sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em Nome do Senhor." Tg 5,14
E sobre nossa reconciliação com Deus, conforme o poder dado pelo próprio Jesus, somente a Igreja pode conceder-nos o perdão dos pecados, agindo através de seus Sacerdotes pelo poder do Espírito de Deus. Porque Jesus assim incumbiu os Apóstolos logo após Sua Ressurreição, em Sua primeira aparição ao Colégio deles, então formado por Dez: "Disse-lhes outra vez: 'A Paz esteja convosco! Como o Pai Me enviou, Eu também vos envio.' Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: 'Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, sê-lhes-ão perdoados. Àqueles a quem os retiverdes, sê-lhes-ão retidos.'" Jo 20,21-23
A IGREJA SANTA
Antes, pois, que se pense que a Igreja pode ser qualquer uma, é importante recordar o que a Carta de São Paulo aos Efésios disse a respeito de sua luminosa santidade, ainda que eventualmente possa não estar expressa em algum de seus representantes: "... Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a pela Água do Batismo com a Palavra, para a apresentar a Si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito, mas santa e irrepreensível." Ef 5,25-27
Como não poderia deixar de ser, e São Paulo confirma aos anciãos da igreja de Éfeso, é Ele, e só Ele Quem unge os Bispos e Sacerdotes da Igreja: "Cuidai de vós mesmos e de todo rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que Ele adquiriu com Seu próprio Sangue." At 20,28
Sobre os Sacramentos, São Tiago Menor era absolutamente restritivo quanto a quem devemos recorrer: "Está alguém enfermo? Chame os Sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em Nome do Senhor." Tg 5,14
E sobre nossa reconciliação com Deus, conforme o poder dado pelo próprio Jesus, somente a Igreja pode conceder-nos o perdão dos pecados, agindo através de seus Sacerdotes pelo poder do Espírito de Deus. Porque Jesus assim incumbiu os Apóstolos logo após Sua Ressurreição, em Sua primeira aparição ao Colégio deles, então formado por Dez: "Disse-lhes outra vez: 'A Paz esteja convosco! Como o Pai Me enviou, Eu também vos envio.' Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: 'Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, sê-lhes-ão perdoados. Àqueles a quem os retiverdes, sê-lhes-ão retidos.'" Jo 20,21-23
Antes, pois, que se pense que a Igreja pode ser qualquer uma, é importante recordar o que a Carta de São Paulo aos Efésios disse a respeito de sua luminosa santidade, ainda que eventualmente possa não estar expressa em algum de seus representantes: "... Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a pela Água do Batismo com a Palavra, para a apresentar a Si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito, mas santa e irrepreensível." Ef 5,25-27
Ou seja, a Igreja não é santa porque ela assim se pretende, mas porque Jesus assim a constituiu, para nossa Salvação. Por isso, todos nossos dons, dados pelo Espírito Santo (cf. 1 Cor 12,11), são orientados para sua dignidade, jamais para sua divisão ou sua ruína. Este mesmo Apóstolo diz: "Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja." 1 Cor 14,12
O próprio Jesus tinha avisado: "... toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir." Mt 12,25
E completou: "Quem Comigo não está, está contra Mim. E quem Comigo não ajunta, espalha." Mt 12,30
Nesse sentido, e por ser absolutamente essencial a nossa vitória, a Carta de São Paulo aos Colossenses afirma que Jesus "... é a Cabeça do Corpo, da Igreja." Cl 1,18
O próprio Jesus tinha avisado: "... toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir." Mt 12,25
E completou: "Quem Comigo não está, está contra Mim. E quem Comigo não ajunta, espalha." Mt 12,30
Nesse sentido, e por ser absolutamente essencial a nossa vitória, a Carta de São Paulo aos Colossenses afirma que Jesus "... é a Cabeça do Corpo, da Igreja." Cl 1,18
E assim a Igreja, que é o próprio Corpo Místico de Cristo, não tem como ser mais de uma nem como ser separada da Cabeça, como a Carta de São Paulo aos Romanos prega: "Pois, como em um só corpo temos muitos membros, e cada um de nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só Corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro." Rm 12,4,5
Por isso, claramente dizendo que a Igreja é conduzida por Deus, ele afirma sobre falsos mestres: "Desencaminham-se estas pessoas em suas próprias visões e, cheias do vão orgulho de seu materialista espírito, não se mantêm unidas à Cabeça, da qual todo o Corpo, pela união das junturas e articulações, se alimenta e cresce conforme um crescimento disposto por Deus." Cl 2,18b-19
Da mesma forma, e por óbvio, só há uma Unção pelo Divino Paráclito. Ele segue: "Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só Corpo..." 1 Cor 12,13
E é taxativo: "Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é d'Ele." Rm 8,16
Essa é a razão pela qual São João Evangelista ditou esse critério para atestar quem verdadeiramente é católico: "Quem observa Seus Mandamentos (de Jesus), permanece em Deus e Deus nele. E é nisto que reconhecemos que Ele permanece em nós: pelo Espírito que nos deu." 1 Jo 3,24
São Paulo também invocou esse fundamento para exigir respeito à Palavra difundida pelos Sacerdotes da Igreja: "Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos infundiu Seu Santo Espírito." 1 Ts 4,8
Ora, como Corpo Místico de Cristo, a Santa Igreja Católica é, pela Graça de Jesus Eucarístico, a continuação da Encarnação de Nosso Salvador, a principal manifestação material de Deus aqui na Terra. Por isso, o Apóstolo dos Gentios diz da: "... Igreja, que é Seu Corpo, o receptáculo d'Aquele que enche todas coisas sob todos aspectos." Ef 1,22-23
Assim também ele justifica nossas impreteríveis penitências: "O que falta às tribulações de Cristo, completo em minha carne, por Seu Corpo que é a Igreja." Cl 1,24b
Ensina contra a vida vã: "Ao contrário, castigo meu corpo e mantenho-o em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros." 1 Cor 9,27
E é taxativo: "Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é d'Ele." Rm 8,16
Essa é a razão pela qual São João Evangelista ditou esse critério para atestar quem verdadeiramente é católico: "Quem observa Seus Mandamentos (de Jesus), permanece em Deus e Deus nele. E é nisto que reconhecemos que Ele permanece em nós: pelo Espírito que nos deu." 1 Jo 3,24
São Paulo também invocou esse fundamento para exigir respeito à Palavra difundida pelos Sacerdotes da Igreja: "Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos infundiu Seu Santo Espírito." 1 Ts 4,8
Ora, como Corpo Místico de Cristo, a Santa Igreja Católica é, pela Graça de Jesus Eucarístico, a continuação da Encarnação de Nosso Salvador, a principal manifestação material de Deus aqui na Terra. Por isso, o Apóstolo dos Gentios diz da: "... Igreja, que é Seu Corpo, o receptáculo d'Aquele que enche todas coisas sob todos aspectos." Ef 1,22-23
Assim também ele justifica nossas impreteríveis penitências: "O que falta às tribulações de Cristo, completo em minha carne, por Seu Corpo que é a Igreja." Cl 1,24b
Ensina contra a vida vã: "Ao contrário, castigo meu corpo e mantenho-o em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros." 1 Cor 9,27
E como Jesus havia prometido edificar Sua Igreja, ele vê-O 'preenchendo todas coisas', como disse de Deus acima, e instituindo a hierarquia clerical para nosso pleno amadurecimento: "Aquele que desceu é também Aquele que subiu acima de todos Céus, para encher todas coisas. A uns Ele constituiu Apóstolos, a outros, profetas, a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do Corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo." Ef 4,10-13
Assegura: "É n'Ele (Cristo) que todo o edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um Santo Templo no Senhor. É n'Ele que vós também entrais, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus." Ef 2,21-22
Assegura: "É n'Ele (Cristo) que todo o edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um Santo Templo no Senhor. É n'Ele que vós também entrais, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus." Ef 2,21-22
Ele explica que tais providências visam afastar os fiéis de tantas perniciosas heresias, criadas pela malícia humana por inspiração do inimigo: "Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus enganadores artifícios." Ef 4,14
De fato, muitos até amam a Deus de alguma forma e com alguma sinceridade, mas não se submetem nem conhecem a Sã Doutrina, como São Paulo diz sobre a recusa dos judeus para com Jesus: "Pois lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, mas não com entendimento." Rm 10,2
Porque, sobre as formas de efetivamente amar a Deus, o Evangelho Segundo São Marcos apontou estas palavras de Nosso Senhor, citando palavras de Deus mesmo que constavam desde o Livro de Deuteronômio: "... amarás ao Senhor Teu Deus com todo teu coração, com toda tua alma, com todo teu entendimento e com toda tua força (Dt 6,5)." Mc 12,30
De fato, muitos até amam a Deus de alguma forma e com alguma sinceridade, mas não se submetem nem conhecem a Sã Doutrina, como São Paulo diz sobre a recusa dos judeus para com Jesus: "Pois lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, mas não com entendimento." Rm 10,2
Porque, sobre as formas de efetivamente amar a Deus, o Evangelho Segundo São Marcos apontou estas palavras de Nosso Senhor, citando palavras de Deus mesmo que constavam desde o Livro de Deuteronômio: "... amarás ao Senhor Teu Deus com todo teu coração, com toda tua alma, com todo teu entendimento e com toda tua força (Dt 6,5)." Mc 12,30
Por fim, temos a Palavra do próprio Deus ainda no Antigo Testamento, falando sobre Seu Filho e Seu Espírito, noticiando o que a Igreja representaria para o mundo: "Eis Meu Servo que Eu amparo, Meu Eleito ao Qual dou toda Minha afeição! Sobre Ele faço repousar Meu Espírito, para que leve o Direito às nações." Is 42,1
E o Profeta Isaías completa, dizendo do pai do rei Davi, de quem Jesus descenderia: "Naquele tempo, o Rebento de Jessé, que Se ergue como um sinal para os povos, será procurado pelas nações e gloriosa será Sua morada." Is 11,10
"Em Comunhão com toda a Igreja aqui estamos!"
E o Profeta Isaías completa, dizendo do pai do rei Davi, de quem Jesus descenderia: "Naquele tempo, o Rebento de Jessé, que Se ergue como um sinal para os povos, será procurado pelas nações e gloriosa será Sua morada." Is 11,10
"Em Comunhão com toda a Igreja aqui estamos!"
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