quinta-feira, 15 de março de 2018

A Inveja


    O Catecismo da Igreja Católica diz com precisas palavras: "A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem, e o imoderado desejo de dele apropriar-se. É um vício capital." CIC 2553
    Por tão grave, nos 10 Mandamentos Deus pede que aplaquemos esse pecado: "Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, nem nada do que lhe pertence." Ex 30,17
    A inveja manifestou-se desde os primórdios, no fratricídio praticado por Caim, que não soube nem esperar por seu reconhecimento da parte de Deus, nem controlar seus ímpetos. Ela foi, portanto, a razão da primeira morte e do primeiro assassinato: "Abel tornou-se pastor e Caim lavrador. Passado algum tempo, ofereceu Caim frutos da terra em oblação ao Senhor. Abel, de seu lado, ofereceu dos primogênitos do seu rebanho e das gorduras dele; e o Senhor olhou com agrado para Abel e para sua oblação, mas não olhou para Caim, nem para seus dons. Caim ficou extremamente irritado com isso, e seu semblante tornou-se abatido. O Senhor disse-lhe: 'Por que estás irado? E por que está abatido teu semblante? Se praticares o bem, sem dúvida alguma poderás reabilitar-te. Mas se precederes mal, o pecado estará à tua porta, espreitando-te; mas, tu deverás dominá-lo.'" Gn 4,2a-7
    Também nós devemos saber esperar de Deus nosso reconhecimento, praticando o bem, confiantes na divina justiça e evitando deixar-nos dominar pelo pecado. É o que ensina o Catecismo: "O batizado combate a inveja pela benevolência, pela humildade e pelo abandono nas mãos da Divina Providência." CIC 2554
    Assim como Caim, os 11 filhos de Jacó, patriarcas das tribos de Israel, deixaram levar-se pela inveja e a estrangeiros venderam seu irmão José, por ser o preferido do pai. E São José do Egito tornou-se uma prefigura de Jesus, que seria vendido por Judas e entregue aos pagãos pelos principais dos judeus, seus irmãos: "José teve ainda outro sonho, que contou a seus irmãos. 'Tive', disse ele, 'ainda um sonho: o sol, a lua e onze estrelas prostravam-se diante de mim.' Seus irmãos ficaram, pois, com inveja dele, mas seu pai guardou a lembrança desse acontecimento." Gn 37,9.11
    Santo Estevão, ao denunciar o Sinédrio pela crucificação de Jesus, acusou-os: "Os patriarcas, invejosos de José, venderam-no para o Egito. Mas Deus estava com ele." At 7,9
    No livro de Jó, que versa sobre Sabedoria, vemos seu amigo proferir a sentença que espera o invejoso: "O arrebatamento mata o insensato, a inveja leva o tolo à morte." Jó 5,2
    Contraditoriamente, muitos religiosos ressentem-se e cansam-se de esperar pela divina justiça, e acabam seduzidos por práticas de corrompidos e infiéis. O Salmista, porém, lembra como é vã a glória dos que não obedecem a Deus, e volta a estimular à e à esperança: "Não te irrites por causa dos que agem mal, nem invejes os que praticam a iniquidade, pois logo serão ceifados como a erva dos campos, e como a erva verde murcharão. Em silêncio, abandona-te ao Senhor, põe n'Ele tua esperança. Não invejes o que prospera em suas más empresas, e parece bem sucedido em seus maus desígnios." Sl 36,1-2.7
    O livro do Eclesiástico deixa a mesma recomendação, lembrando a infalibilidade da divina justiça: "Não invejes a glória nem as riquezas do pecador, pois não sabes qual será sua ruína." Eclo 9,16
    E dá detalhes de um gesto que bem conhecemos: "O olhar do invejoso é mau: ele vira o rosto e despreza as pessoas." Eclo 14,8
    Dos principais artifícios do Demônio, a inveja é um mal para atacar o povo de Deus e aqueles que buscam a retidão: "Aquele que educa o filho torna invejoso seu inimigo, e entre seus amigos será honrado por causa dele." Eclo 30,3
    E aos invejosos, para não lhes aumentar os pecados, temos que evitar falar de nossos projetos e confidências: "Esconde tuas intenções àqueles que te têm inveja." Eclo 37,7
    Os Provérbios também desmascaram as supostas benesses da maldade: "Não invejes os maus, nem desejes estar com eles, porque seus corações maquinam a violência e seus lábios só proclamam a iniquidade." Pr 24,1-2
    Eles pedem que não nos iludamos com momentâneas situações, mas que olhemos para o futuro: "Que teu coração não inveje os pecadores, mas sempre permaneça no temor do Senhor, porque certamente haverá um futuro e tua esperança não será frustrada." Pr 23,17-18
    Pois, como ensinam, a ganância do invejoso não lhe trará boas consequências: "O homem invejoso precipita-se atrás da fortuna; não sabe que vai cair sobre ele a indigência." Pr 28,22
    Eles pedem ainda que nos afastemos dessas companhias, cujas intenções podem ser presumidas: "Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares, porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele diz-te: 'Come e bebe', mas seu coração não está contigo." Pr 23,6-7
    E denunciam uma peculiar inveja, que se tem daqueles que detém a força bruta. Mas avisa que esse também não é o caminho que agrada a Deus: "Não invejes o homem violento, nem adotes seu procedimento, porque o Senhor detesta o que procede mal, mas reserva Sua intimidade para os homens retos." Pr 3,31-32
    O livro da Sabedoria aponta na inveja a falta da Divina Luz: "Não imitarei aquele a quem a inveja consome, porque esse tal não tem nada a ver com a Sabedoria..." Sb 6,23
    Além dos casos de Abel e José, que foram emblemáticos, Moisés e Aarão também sofreram a inveja de seus irmãos judeus, por estarem liderando o povo de Deus na saída do Egito: "Em seus acampamentos invejaram Moisés e Aarão, o eleito do Senhor." Sl 105,16
    Aliás, a própria morte de Jesus foi motivada pela inveja dos sacerdotes judeus, como Pilatos bem pôde perceber: "Ele sabia que tinham entregue Jesus por inveja." Mt 27,18
    Foi o que aconteceu também a São Pedro, quando começou a liderar a Igreja e manifestou poder de curar: "De maneira que traziam os doentes para as ruas e punham-nos em leitos e macas, a fim de que, quando Pedro passasse, ao menos sua sombra cobrisse alguns deles. Também das cidades vizinhas de Jerusalém afluía muita gente, trazendo os enfermos e os atormentados por espíritos imundos, e todos eles eram curados. Levantaram-se então os sumos sacerdotes e seus partidários (isto é, a seita dos saduceus) cheios de inveja..." At 5,15-17
    E o mesmo ocorreu com São Paulo e São Silvano, quando anunciaram Cristo aos judeus de Tessalônica: "Alguns deles creram e associaram-se a Paulo e Silvano, como também uma grande multidão de prosélitos gentios, e não poucas mulheres de destaque. Os judeus, tomados de inveja, ajuntaram alguns homens da plebe e com esta gente amotinaram a cidade. Assaltaram a casa de Jasão, procurando-os para entregá-los ao povo." At 17,4-5
    São Paulo, aliás, abertamente admitiu que nem todos que anunciam o Evangelho têm motivos tão nobres: "É verdade que alguns pregam Cristo por inveja a mim e por discórdia, mas outros fazem-no com a melhor boa vontade." Fl 1,15
    Pudera: a generosidade e a felicidade, dos que realmente são bem sucedidos, sempre serão invejadas pelos que continuam no pecado. É o que dizem os Salmos: "Feliz o homem que se compadece e empresta, que regula suas ações pela justiça. Com largueza distribuiu, deu aos pobres; sua liberalidade permanecerá para sempre. Pode levantar a cabeça com altivez. O pecador, porém, não pode vê-lo sem inveja, range os dentes e definha; anulam-se, assim, os desejos dos maus." Sl 111,5.9-10


A INVEJA TROUXE A MORTE

    O livro da Sabedoria também afirma, como na história de Caim e Abel, que a origem da morte foi a inveja: "Ora, Deus criou o homem para a imortalidade, e fê-lo à imagem de Sua própria natureza. É por inveja do Demônio que a morte entrou no mundo, e os que pertencem ao Demônio prová-la-ão." Sb 2,23-24
    O Catecismo argumenta: "Mas por que Deus não impediu o primeiro homem de pecar? São Leão Magno responde: 'A inefável Graça de Cristo deu-nos melhores bens que aqueles que a inveja do Demônio nos havia subtraído.'" CIC 412
    De fato, o Profeta Isaías indicou, ainda antes da história de Caim e Abel, a inveja nas pretensões do Maligno: "Escalarei os céus e erigirei meu trono acima das estrelas. Assentar-me-ei no monte da assembléia, no extremo norte. Subirei sobre as nuvens mais altas e me tornarei igual ao Altíssimo." Is 14,13-14
    Diz mais o Catecismo: "Santo Agostinho via na inveja 'o diabólico pecado por excelência'. 'Da inveja nascem o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pela desgraça do próximo e o desprazer causado por sua prosperidade.'" CIC 2539
    Enquanto certeza da perdição, o Eclesiástico nela vê uma prematura morte: "A inveja e a ira abreviam os dias, e a inquietação acarreta a velhice antes do tempo." Eclo 30,26
    Os Provérbios, por sua vez, apontam o coração em paz como segredo da vitalidade: "Um coração tranquilo é a vida do corpo, enquanto a inveja é a cárie dos ossos." Pr 14,30
    Jesus aponta o mau coração como a fonte de toda maldade, que inclui a inveja: "Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos, adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez. Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem." Mc 7,21-23
    Acusa entre outros a cobiça como a erva daninha que matam a semente da Palavra: "Outros ainda recebem a semente entre os espinhos; ouvem a palavra, mas as mundanas preocupações, a ilusão das riquezas, as múltiplas cobiças sufocam-na e tornam-na infrutífera." Mc 4,18-19
    Por isso advertia: "Porque onde estiver teu tesouro, lá também estará teu coração." Mt 6,21
    Alertava, então, para as mais patentes evidências, bem como suas consequências: "O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo teu corpo será iluminado. Se teu olho estiver em mau estado, todo teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas!" Mt 6,22-23
    Pedia comedimento com as palavras, precedido de sinceras reflexões: "Não julgueis, e não sereis julgados. Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados, e com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos. Por que olhas a palha que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu? Como ousas dizer a teu irmão: 'Deixa-me tirar a palha de teu olho', quando tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho de teu irmão." Mt 7,1-5
    E numa hipérbole, recomendava: "Se teu olho for para ti ocasião de queda, arranca-o; melhor é entrares com um olho de menos no Reino de Deus do que, tendo dois olhos, seres lançado à geena do fogo, onde seu verme não morre e o fogo não se apaga." Mc 9,47-48
    São João Evangelista é categórico: "Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, nele não está o amor do Pai. Porque tudo que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo. O mundo passa com suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente." 1 Jo 2,15-17
    Por isso São Tiago Menor ensina: "Acaso, meus irmãos, pode a figueira dar azeitonas ou a videira dar figos? Do mesmo modo a fonte de água salobra não pode dar água doce! Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre com um bom proceder suas obras perpassadas de doçura e de Sabedoria. Mas, se tendes no coração um amargo ciúme e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a Verdade. Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é uma sabedoria terrena, humana, diabólica. Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e toda espécie de vícios. A Sabedoria, porém, que vem de cima, é primeiramente pura, depois pacífica, condescendente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, nem fingimento." Tg 3,12-17
    Ele denuncia: "Donde vêm as lutas e as contendas entre vós? Não vêm elas de vossas paixões, que combatem em vossos membros? Cobiçais, e não recebeis; sois invejosos e ciumentos, e não conseguis o que desejais; litigais e fazeis guerra. Não obtendes, porque não pedis. Pedis e não recebeis, porque pedis mal, com o fim de satisfazerdes vossas paixões. Adúlteros, não sabeis que o amor do mundo é abominado por Deus? Todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tg 4,1-4
    E em sentido inverso, recomenda: "Confessai vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados." Tg 5,16
    São Paulo também aponta a inveja como um dos mais graves pecados, e diz que é cometido justamente por aqueles que não cultuam a Deus: "Porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o insensato coração. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os a depravados sentimentos, e daí seu indigno procedimento. São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade. São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais." Rm 1,21.28-30
    Bem diferente é o que acontece com aqueles que se deixam guiar pelo Espírito de Deus: "Se vivemos pelo Espírito, andemos também de acordo com o Espírito. Não sejamos ávidos da vanglória. Nada de provocações, nada de invejas entre nós." Gl 5,25-26
    Pois os verdadeiros filhos de Deus cultuam precisamente a caridade, a virtude que se opõe a esse pecado: "A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante." 1 Cor 13,4
    Exaltando as penitências, ele prega: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra. Mortificai, pois, vossos membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria. Dessas coisas provém a ira de Deus sobre os descrentes. Outrora também vós assim vivíeis, mergulhados como estáveis nesses vícios. Agora, porém, deixai de lado todas estas coisas: ira, animosidade, maledicência, maldade, torpes palavras de vossa boca, nem vos enganeis uns aos outros. Vós despistes-vos do velho homem com seus vícios e revestistes-vos do novo, que constantemente vai restaurando-se à imagem d'Aquele que o criou, até atingir o perfeito conhecimento." Cl 3,1-2.5-10
    E a São Timóteo ele indica a religiosidade como Caminho: "Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da Doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante, doentio por ociosas questões e contendas de palavras. Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as injustas suspeitas, os vãos conflitos entre homens de corrompido coração e privados da Verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro. Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade, porém quando acompanhada de espírito de desprendimento. Porque nada trouxemos ao mundo, como tampouco nada poderemos levar. Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto. Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos insensatos e nocivos desejos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns desviaram-se da fé e enredaram-se em muitas aflições. Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e procura com todo empenho a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão." 1 Tm 6,3,11
    No mesmo sentido, São Pedro denuncia na cobiça, uma evidente manifestação da inveja, a fraqueza dos falsos mestres: "Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que disfarçadamente introduzirão perniciosas seitas. Movidos por cobiça, eles hão de explorar-vos com palavras cheias de astúcia. Há muito tempo a condenação ameaça-os, e sua ruína não dorme. Mas estes, quais brutos destinados pela lei natural para a presa e para a perdição, injuriam o que ignoram, e assim da mesma forma perecerão. Este será o salário de sua iniquidade. Encontram suas delícias em entregar-se em pleno dia às suas libertinagens. Homens pervertidos e imundos, sentem prazer em enganar enquanto se banqueteiam convosco. Têm os olhos cheios de adultério e são insaciáveis no pecar. Seduzem por seus atrativos as inconstantes almas, têm o coração acostumado à cobiça, são filhos da maldição." 2 Pd 2,1a.3.12-14
    Ele reza a Deus pela Igreja: "Que ninguém de vós sofra como homicida, ou ladrão, ou difamador, ou cobiçador do alheio." 1 Pd 4,15
    E enfaticamente recomenda a Palavra de Deus: "Em obediência à Verdade, tendes purificado vossas almas para praticardes um sincero amor fraterno. Amai-vos, pois, uns aos outros, ardentemente e do fundo do coração. Pois fostes regenerados não por uma corruptível semente, mas pela Palavra de Deus, incorruptível, viva e eterna semente. Deponde, pois, toda malícia, toda astúcia, fingimentos, invejas e toda espécie de maledicência. Como recém-nascidas crianças, com ardor desejai o leite espiritual que vos fará crescer para a Salvação, se é que tendes saboreado quão suave é o Senhor (Sl 33,9)." 1 Pd 1,22-23;2,1-3

    "Lembrai-Vos, ó Pai, de Vossos filhos!"