O mais expressivo símbolo da negação de si mesmo é o Cristo crucificado. Também para denunciar a banalização da violência contra a vida, Ele entregou-Se à morte na Santa Cruz, que para os romanos era humilhação e para os judeus, maldição. Diz o Livro de Deuteronômio: "... pois aquele que é pendurado é objeto de divina maldição." Dt 21,23b
Por Sua Ressurreição, porém, por mais difícil que seja acreditar, Ele provou que a vida não termina com a morte, e que viver em função da Salvação, própria e do próximo, é o grande sentido de estarmos aqui. Os seguidores da tradição de São Paulo pregaram na Carta aos Hebreus: "Foi pela fé que Moisés, uma vez crescido, renunciou ser tido como filho da filha do faraó, preferindo participar da infeliz sorte do povo de Deus a fruir de culpáveis e passageiros prazeres." Hb 11,24-25
Isso explica porque Nosso Senhor ensinava aos Apóstolos a adotarem Seu exemplo, no Evangelho Segundo São Mateus: "Em seguida, Jesus disse a Seus discípulos: 'Se alguém quiser vir Comigo, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-Me.'" Mt 16,24
E Ele não o dizia apenas aos Apóstolos, como está no Evangelho Segundo São Lucas: "Em seguida, dirigiu-Se a todos: 'Se alguém quer vir após Mim, renegue a si mesmo, cada dia tome sua cruz e siga-Me.'" Lc 9,23
A Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios mostra que ele bem O entendeu: "Ninguém busque seu interesse, mas o do próximo. Fazei como eu: em todas circunstâncias procuro agradar a todos. Não busco meus próprios interesses, mas os interesses dos outros, para que todos sejam salvos." 1 Cor 10,24.33
Pois ao entregar-Se, ou seja, negar a Si mesmo, Jesus deu-nos a maior demonstração de caridade que se pode fazer nesta vida. A Carta de São Paulo aos Efésios recomenda: "Progredi na caridade segundo o exemplo de Cristo, que nos amou e por nós Se entregou a Deus..." Ef 5,2
Citando o que Nosso Salvador sofreu em Nome do próprio Pai, como o rei Davi profetizou falando por Cristo no Livro de Salmos, a Carta de São Paulo aos Romanos ensina: "Nós, que somos os fortes, devemos suportar as fraquezas daqueles que são fracos, e não agir a nosso modo. Cada um de vós procure contentar o próximo, para seu bem e sua edificação. Cristo não agradou a Si mesmo. Ao contrário, como está escrito: 'Os insultos daqueles que Vos ultrajam recaíram sobre Mim (Sl 68,10).'" Rm 15,1-3
Assim a Santa Igreja Católica deve viver, ainda segundo este Apóstolo: "Nenhum de nós vive para si, e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor." Rm 14,7-8
Seus seguidores exortam, portanto, divulgando a Salvação por Sua Paixão: "Com perseverança corramos ao proposto combate, com o olhar fixo no Autor e Consumador de nossa fé, Jesus. Em vez do gozo que se Lhe oferecera, Ele suportou a Cruz e está sentado à direita do trono de Deus. Atentamente considerai, pois, Aquele que tantas contrariedades sofreu dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo." Hb 12,1b-3
Como Jesus mesmo ensinou, no Evangelho Segundo São João, essa é a maior prova de amor: "Ninguém tem maior amor que aquele que dá sua vida por seus amigos." Jo 15,13
Vale notar, entretanto, que Ele só Se entregou em sacrifício após ter certeza de que essa verdadeiramente era a vontade do Pai, pois assim rezou no Horto das Oliveiras: "Pai, se é de Teu agrado, afasta de Mim este cálice! Não se faça, todavia, Minha vontade, mas sim a Tua." Lc 22,42
NEGAR A SI MESMO NÃO É ENTERRAR OS TALENTOS
Surge, porém, uma pergunta: e nossos talentos, dados pelo próprio Deus, assim estariam sendo anulados? 'Por certo que não', como São Paulo diria (cf. Gl 2,17). Deus apenas quer que deles usemos para o bem maior do próximo. Aliás, além de deles pedir conta, como acontecerá no Dia do Juízo, Jesus revelou-Se bastante exigente quanto aos frutos que devemos apresentar-Lhe. Foi o que disse o Senhor na parábola do servo que enterrou o único talento que lhe havia sido entregue: "Mau e preguiçoso servo! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei. Devias, pois, levar Meu dinheiro ao banco e, a Minha volta, Eu receberia com juros o que é Meu." Mt 25,26-27
De fato, nossa vida social deve ser uma interação de serviços para a construção do Reino de Deus, como Jesus ensinou aos Apóstolos: "Pois eis que se pode dizer com toda Verdade: 'Um é o que semeia e outro é o que ceifa.' Eu enviei-vos a ceifar onde não tendes trabalhado. Outros trabalharam, e vós entrastes em seus trabalhos." Jo 4,37-38
Porque o plano de Deus é dar mais de Seus dons àqueles dispostos a produzir mais frutos, como Nosso Senhor ensinou ainda na parábola do talentos, não por acaso uma de Suas últimas: "Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez. Dar-se-á ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem, tirar-se-á até mesmo aquilo que julga ter." Mt 25,28-29
Isso fica ainda mais evidente na parábola do administrador, que São Pedro, nosso primeiro Papa (cf. Mt 10,2), primeiro Ministro da Santa Eucaristia, viria a ser: "O Senhor replicou: 'Qual é o sábio e fiel administrador que o Senhor estabelecerá sobre Seus operários, para a seu tempo lhes dar sua medida de trigo? Feliz daquele servo que o Senhor assim achar procedendo quando vier! Em Verdade, digo-vos: confiá-lhe-á todos Seus bens." Lc 12,42-44
Como Jesus mesmo ensinou, no Evangelho Segundo São João, essa é a maior prova de amor: "Ninguém tem maior amor que aquele que dá sua vida por seus amigos." Jo 15,13
Vale notar, entretanto, que Ele só Se entregou em sacrifício após ter certeza de que essa verdadeiramente era a vontade do Pai, pois assim rezou no Horto das Oliveiras: "Pai, se é de Teu agrado, afasta de Mim este cálice! Não se faça, todavia, Minha vontade, mas sim a Tua." Lc 22,42
Ele buscou essa confirmação porque as circunstâncias poderiam ser apenas mais uma tentação do inimigo. A resposta de Deus foi sutil, mas muito clara, porque estava evidente o cruel sofrimento que Lhe esperava: "Apareceu-Lhe, então, um anjo do Céu para O confortar." Lc 22,43
Ou seja, Seu Sacrifício haveria de dar-se exclusivamente pela vontade do Pai. A Carta de São Paulo aos Gálatas reafirma: "... Jesus Cristo, que Se entregou por nossos pecados para nos libertar da perversidade do mundo presente, segundo a vontade de Deus, Nosso Pai..." Gl 1,3-4
Ou seja, Seu Sacrifício haveria de dar-se exclusivamente pela vontade do Pai. A Carta de São Paulo aos Gálatas reafirma: "... Jesus Cristo, que Se entregou por nossos pecados para nos libertar da perversidade do mundo presente, segundo a vontade de Deus, Nosso Pai..." Gl 1,3-4
E só Se entregou no exato momento, pois rezou após dar as últimas instruções aos Apóstolos, ainda no cenáculo: "Jesus afirmou essas coisas e depois, levantando os olhos ao Céu, disse: 'Pai, é chegada a hora! Glorifica Teu Filho, para que Teu Filho glorifique a Ti. E para que, pelo poder que Lhe conferiste sobre toda criatura, Ele dê a Vida Eterna a todos aqueles que Lhe entregaste." Jo 17,1-2
Pois como Redentor da humanidade, Ele veio para realizar o Perfeito Sacrifício, encerrando o tempo dos sacrifícios oferecidos pelos judeus. Os discípulos de São paulo apontaram: "Pelos pecados ofereceu Cristo um Único Sacrifício... Por uma só Oblação, Ele realizou a definitiva perfeição daqueles que recebem a santificação." Hb 10,12.14
Ora, se o próprio Jesus não fez caso de Sua Onipotência, que tão importante obra haveríamos de realizar a ponto de cegamente apegarmo-nos a essa mundana vida? No Segundo Livro de Macabeus, a exortação de uma mãe a sete filhos que estavam para morrer em tortura, por não aceitarem violar os preceitos de Deus, diz tudo: "Mas o Criador do mundo, que formou o homem em sua origem e deu existência a todas coisas, restitui-vos-á, em Sua Misericórdia, tanto o espírito como a vida, se agora fizerdes pouco-caso de vós mesmos por amor a Suas leis." 2 Mc 7,23
Pois como Redentor da humanidade, Ele veio para realizar o Perfeito Sacrifício, encerrando o tempo dos sacrifícios oferecidos pelos judeus. Os discípulos de São paulo apontaram: "Pelos pecados ofereceu Cristo um Único Sacrifício... Por uma só Oblação, Ele realizou a definitiva perfeição daqueles que recebem a santificação." Hb 10,12.14
Ora, se o próprio Jesus não fez caso de Sua Onipotência, que tão importante obra haveríamos de realizar a ponto de cegamente apegarmo-nos a essa mundana vida? No Segundo Livro de Macabeus, a exortação de uma mãe a sete filhos que estavam para morrer em tortura, por não aceitarem violar os preceitos de Deus, diz tudo: "Mas o Criador do mundo, que formou o homem em sua origem e deu existência a todas coisas, restitui-vos-á, em Sua Misericórdia, tanto o espírito como a vida, se agora fizerdes pouco-caso de vós mesmos por amor a Suas leis." 2 Mc 7,23
Desta forma, nosso duro entendimento precisa mesmo contemplar o brutal sacrifício de São João Batista e de Cristo para vir a acreditar na Vida Eterna, porque também precisamos penitenciar-nos, como Jesus disse em Sua primeira aparição aos Onze: "Abriu-lhes o espírito, então, para que compreendessem as Escrituras, dizendo: 'Assim é que está escrito: era necessário que Cristo padecesse, mas que ao terceiro dia ressurgisse dos mortos. E que em Seu Nome se pregasse a penitência e a remissão dos pecados a todas nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de tudo isso.'" Lc 24,45-48
E até a análogos sacrifícios teriam que se entregar aqueles que se prontificam a segui-Lo, como aconteceu aos Apóstolos e tantos outros mártires. Ele expressamente asseverou a São Tiago Maior e São João Evangelista, em relato do Evangelho Segundo São Marcos: "Vós bebereis o cálice que Eu devo beber, e sereis batizados no batismo em que Eu devo ser batizado." Mc 10,39b
Ora, em terrível contrassenso, o Catolicismo seria abominado por aqueles que se julgam religiosos. Jesus advertiu, enquanto Se despedia de Apóstolos, discípulos e seguidores: "Expulsá-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus." Jo 16,2
Assim, mesmo que nossas impressões indiquem outra coisa, claro está que a verdadeira vida vai muito além da atual existência carnal, como o Apóstolo dos Gentios argumenta: "Se é só para esta vida que temos colocado nossa esperança em Cristo, somos, de todos homens, os mais dignos de lástima." 1 Cor 15,19
Com efeito, havia mais uma revelação (cf. Dn 12,2) que Jesus veio confirmar: todos ressuscitarão, mas nem todos terão o mesmo destino. Ele disse, falando em terceira Pessoa: "Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos que se acham nos sepulcros sairão deles ao som de Sua voz: os que praticaram o bem irão para a Ressurreição da Vida, e aqueles que praticaram o mal ressuscitarão para serem condenados." Jo 5,28-29
E até a análogos sacrifícios teriam que se entregar aqueles que se prontificam a segui-Lo, como aconteceu aos Apóstolos e tantos outros mártires. Ele expressamente asseverou a São Tiago Maior e São João Evangelista, em relato do Evangelho Segundo São Marcos: "Vós bebereis o cálice que Eu devo beber, e sereis batizados no batismo em que Eu devo ser batizado." Mc 10,39b
Ora, em terrível contrassenso, o Catolicismo seria abominado por aqueles que se julgam religiosos. Jesus advertiu, enquanto Se despedia de Apóstolos, discípulos e seguidores: "Expulsá-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus." Jo 16,2
Assim, mesmo que nossas impressões indiquem outra coisa, claro está que a verdadeira vida vai muito além da atual existência carnal, como o Apóstolo dos Gentios argumenta: "Se é só para esta vida que temos colocado nossa esperança em Cristo, somos, de todos homens, os mais dignos de lástima." 1 Cor 15,19
Com efeito, havia mais uma revelação (cf. Dn 12,2) que Jesus veio confirmar: todos ressuscitarão, mas nem todos terão o mesmo destino. Ele disse, falando em terceira Pessoa: "Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos que se acham nos sepulcros sairão deles ao som de Sua voz: os que praticaram o bem irão para a Ressurreição da Vida, e aqueles que praticaram o mal ressuscitarão para serem condenados." Jo 5,28-29
Tal afirmação leva a entender outra de Suas frases, como esta que tanto diz da imortalidade da alma quanto da Ressurreição da Carne: "Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes temei Aquele que pode precipitar a alma e o corpo na geena." Mt 10,28
Ou ainda: "Pois aquele que quiser salvar sua vida, perdê-la-á. Mas aquele que perder sua vida por amor a Mim e ao Evangelho, salvá-la-á." Mc 8,35
Para tanto, devemos buscar a mais pura inspiração do Espírito Santo, que é o Divino Guia de nossas vidas. São Paulo atesta: "De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer. Mas se pelo espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, porque todos aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus." Rm 8,13-14
Ele mesmo já se declarava morto para o mundo e para a Velha Aliança: "Na realidade, pela fé eu morri para a Lei, a fim de viver para Deus. Estou pregado à Cruz de Cristo." Gl 2,19
A Carta de São Paulo aos Filipenses diz: "Na verdade, julgo como perda todas coisas, em comparação com esse supremo bem: o conhecimento de Jesus Cristo, Meu Senhor. Por Ele, tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com Ele. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder de Sua Ressurreição, pela participação em Seus sofrimentos, tornando-me semelhante a Ele na morte, com a esperança de conseguir a Ressurreição dentre os mortos." Fl 3,8-9a.10-11
Ou ainda: "Pois aquele que quiser salvar sua vida, perdê-la-á. Mas aquele que perder sua vida por amor a Mim e ao Evangelho, salvá-la-á." Mc 8,35
Para tanto, devemos buscar a mais pura inspiração do Espírito Santo, que é o Divino Guia de nossas vidas. São Paulo atesta: "De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer. Mas se pelo espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, porque todos aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus." Rm 8,13-14
Ele mesmo já se declarava morto para o mundo e para a Velha Aliança: "Na realidade, pela fé eu morri para a Lei, a fim de viver para Deus. Estou pregado à Cruz de Cristo." Gl 2,19
A Carta de São Paulo aos Filipenses diz: "Na verdade, julgo como perda todas coisas, em comparação com esse supremo bem: o conhecimento de Jesus Cristo, Meu Senhor. Por Ele, tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com Ele. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder de Sua Ressurreição, pela participação em Seus sofrimentos, tornando-me semelhante a Ele na morte, com a esperança de conseguir a Ressurreição dentre os mortos." Fl 3,8-9a.10-11
NEGAR A SI MESMO NÃO É ENTERRAR OS TALENTOS
Surge, porém, uma pergunta: e nossos talentos, dados pelo próprio Deus, assim estariam sendo anulados? 'Por certo que não', como São Paulo diria (cf. Gl 2,17). Deus apenas quer que deles usemos para o bem maior do próximo. Aliás, além de deles pedir conta, como acontecerá no Dia do Juízo, Jesus revelou-Se bastante exigente quanto aos frutos que devemos apresentar-Lhe. Foi o que disse o Senhor na parábola do servo que enterrou o único talento que lhe havia sido entregue: "Mau e preguiçoso servo! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei. Devias, pois, levar Meu dinheiro ao banco e, a Minha volta, Eu receberia com juros o que é Meu." Mt 25,26-27
De fato, nossa vida social deve ser uma interação de serviços para a construção do Reino de Deus, como Jesus ensinou aos Apóstolos: "Pois eis que se pode dizer com toda Verdade: 'Um é o que semeia e outro é o que ceifa.' Eu enviei-vos a ceifar onde não tendes trabalhado. Outros trabalharam, e vós entrastes em seus trabalhos." Jo 4,37-38
Porque o plano de Deus é dar mais de Seus dons àqueles dispostos a produzir mais frutos, como Nosso Senhor ensinou ainda na parábola do talentos, não por acaso uma de Suas últimas: "Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez. Dar-se-á ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem, tirar-se-á até mesmo aquilo que julga ter." Mt 25,28-29
Isso fica ainda mais evidente na parábola do administrador, que São Pedro, nosso primeiro Papa (cf. Mt 10,2), primeiro Ministro da Santa Eucaristia, viria a ser: "O Senhor replicou: 'Qual é o sábio e fiel administrador que o Senhor estabelecerá sobre Seus operários, para a seu tempo lhes dar sua medida de trigo? Feliz daquele servo que o Senhor assim achar procedendo quando vier! Em Verdade, digo-vos: confiá-lhe-á todos Seus bens." Lc 12,42-44
Com efeito, após ressuscitar, na primeira aparição em Galileia, Nosso Senhor confiou ao Príncipe dos Apóstolos todo Seu tesouro: Seu rebanho, de fiéis a Sacerdotes: "Apascenta Meus cordeiros. Apascenta Minhas ovelhas." Jo 21,16b.17b
São Paulo atestou a efetividade dessa promessa também entre os fiéis, ainda que difusa entre vários deles, na comunidade da cidade de Corinto: "Não cesso de agradecer a Deus por vós, pela Divina Graça que vos foi dada em Jesus Cristo. N'Ele fostes ricamente contemplados com todos dons, com os da Palavra e os da ciência, tão solidamente foi confirmado em vós o testemunho de Cristo. Assim, enquanto aguardais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo, não vos falta dom algum." 1 Cor 1,4-7
Falava mesmo de edificação do Corpo Místico de Cristo, em específico para não dar espaço para as heresias: "A uns, Ele (Jesus) constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do Corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus enganadores artifícios." Ef 4,11-14
Falava mesmo de edificação do Corpo Místico de Cristo, em específico para não dar espaço para as heresias: "A uns, Ele (Jesus) constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do Corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus enganadores artifícios." Ef 4,11-14
E tais dons significam salvífica servidão, como foi a própria Vida do Salvador: "Jesus, porém, chamou-os e disse-lhes: 'Sabeis que os chefes das nações as subjugam, e que os grandes as governam com autoridade. Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, faça-se vosso servo. E aquele que quiser tornar-se o primeiro entre vós, faça-se vosso escravo. Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar Sua Vida em resgate por muitos." Mt 20,25-28
Pois devemos servir ao salvífico projeto de Deus, que se materializa por Sua Igreja, como São Paulo exortou. Aliás, notemos nesta frase que ninguém jamais recebeu nem receberá dom do Espírito Santo para atacar a Santa Igreja: "Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja." 1 Cor 14,12
Mais: negar a si mesmo pode até ser fácil se comparado a uma ainda mais ousada proposta, que Jesus fez àqueles que querem ser perfeitos: doar todos bens aos pobres e viver só para a Salvação das almas, demonstrando total confiança na Divina Providência. Ele disse ao rico jovem: "Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois vem e segue-Me!" Mt 19,21
De fato, de que mais precisa quem já tem Deus? Nosso Senhor mesmo garantiu: "... aquele que vem a Mim não terá fome, e aquele que crê em Mim jamais terá sede." Jo 6,35
Pois devemos servir ao salvífico projeto de Deus, que se materializa por Sua Igreja, como São Paulo exortou. Aliás, notemos nesta frase que ninguém jamais recebeu nem receberá dom do Espírito Santo para atacar a Santa Igreja: "Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja." 1 Cor 14,12
Mais: negar a si mesmo pode até ser fácil se comparado a uma ainda mais ousada proposta, que Jesus fez àqueles que querem ser perfeitos: doar todos bens aos pobres e viver só para a Salvação das almas, demonstrando total confiança na Divina Providência. Ele disse ao rico jovem: "Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois vem e segue-Me!" Mt 19,21
De fato, de que mais precisa quem já tem Deus? Nosso Senhor mesmo garantiu: "... aquele que vem a Mim não terá fome, e aquele que crê em Mim jamais terá sede." Jo 6,35
Ou outra proposta igualmente difícil: quantos de nós somos capazes de amar nossos inimigos? Mas está no Sermão da Montanha: "Tendes ouvido o que foi dito: 'Amarás teu próximo e poderás odiar teu inimigo.' Eu, porém, digo-vos: amai vossos inimigos, fazei bem àqueles que vos odeiam, rezai pelos que vos maltratam e perseguem." Mt 5,43-44
Contudo, um pouco antes de sermos capazes de rezar pela Salvação dos inimigos, precisamos tratar de uma elementar questão: nossa atávica dificuldade de perdoar. E foi graças a pureza do Príncipe dos Apóstolos que esse assunto foi elucidado: "Então Pedro se aproximou d'Ele e disse: 'Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?' Respondeu Jesus: 'Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.'" Mt 18,21-22
E Ele ainda ensinou que esta é uma obrigação antes de qualquer oração, em casa ou em nossa paróquia: "E quando vos puserdes de pé para rezar, perdoai, se tiverdes algum ressentimento contra alguém, para que Vosso Pai, que está nos Céus, também perdoe vossos pecados." Mc 11,25
Mas não só rezar, como também tomar a iniciativa em fazer as pazes, mesmo quando não temos culpa: "Se estás, portanto, para fazer tua oferta diante do altar, e lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa tua oferta diante do altar e primeiro vai reconciliar-te com teu irmão. Só então vem fazer tua oferta." Mt 5,23-24
A IMPRESCINDÍVEL AJUDA DO CÉU
Produzir tão belos frutos, todavia, não é possível só por nossos esforços. Precisamos estar em Comunhão com Jesus, que Se apresentou como essencial a nossas vidas, isto é, como Deus: "Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanecer em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto. Porque sem Mim nada podeis fazer." Jo 15,5
E tal foi o exemplo de Maria Santíssima, por completo dispondo-se ao projeto de Deus anunciado por São Gabriel Arcanjo, mesmo sem saber como se explicaria a São José: "Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo tua palavra." Lc 1,38
É Deus Espírito Santo, portanto, que nos ajuda a vencer, como São Paulo leciona: "Outrossim, o Espírito vem em auxílio a nossa fraqueza..." Rm 8,26
Com efeito, na noite da Santa Ceia, Jesus predisse sobre o Santo Paráclito: "E, quando Ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da Justiça e do Juízo." Jo 16,8
Só depois, e sempre com Sua ajuda, podemos produzir os frutos que o Senhor deseja de nós. São palavras de São Paulo: "... os frutos do Espírito Santo são caridade, alegria, Paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança." Gl 5,22-23
Contudo, um pouco antes de sermos capazes de rezar pela Salvação dos inimigos, precisamos tratar de uma elementar questão: nossa atávica dificuldade de perdoar. E foi graças a pureza do Príncipe dos Apóstolos que esse assunto foi elucidado: "Então Pedro se aproximou d'Ele e disse: 'Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?' Respondeu Jesus: 'Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.'" Mt 18,21-22
E Ele ainda ensinou que esta é uma obrigação antes de qualquer oração, em casa ou em nossa paróquia: "E quando vos puserdes de pé para rezar, perdoai, se tiverdes algum ressentimento contra alguém, para que Vosso Pai, que está nos Céus, também perdoe vossos pecados." Mc 11,25
Mas não só rezar, como também tomar a iniciativa em fazer as pazes, mesmo quando não temos culpa: "Se estás, portanto, para fazer tua oferta diante do altar, e lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa tua oferta diante do altar e primeiro vai reconciliar-te com teu irmão. Só então vem fazer tua oferta." Mt 5,23-24
A IMPRESCINDÍVEL AJUDA DO CÉU
Produzir tão belos frutos, todavia, não é possível só por nossos esforços. Precisamos estar em Comunhão com Jesus, que Se apresentou como essencial a nossas vidas, isto é, como Deus: "Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanecer em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto. Porque sem Mim nada podeis fazer." Jo 15,5
E tal foi o exemplo de Maria Santíssima, por completo dispondo-se ao projeto de Deus anunciado por São Gabriel Arcanjo, mesmo sem saber como se explicaria a São José: "Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo tua palavra." Lc 1,38
É Deus Espírito Santo, portanto, que nos ajuda a vencer, como São Paulo leciona: "Outrossim, o Espírito vem em auxílio a nossa fraqueza..." Rm 8,26
Com efeito, na noite da Santa Ceia, Jesus predisse sobre o Santo Paráclito: "E, quando Ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da Justiça e do Juízo." Jo 16,8
Só depois, e sempre com Sua ajuda, podemos produzir os frutos que o Senhor deseja de nós. São palavras de São Paulo: "... os frutos do Espírito Santo são caridade, alegria, Paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança." Gl 5,22-23
Pois é o Divino Paráclito que distribui os divinos dons, como a própria fé, e sempre e exclusivamente para a edificação da Igreja Católica: "A cada um é dada a manifestação do Espírito para comum proveito. A um é dada pelo Espírito uma palavra de Sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a Graça de curar doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento de espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como Lhe apraz." 1 Cor 12,7-11
Só através d'Ele podemos plenamente conhecer e viver o amor: "Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi infundido." Rm 5,5
E só por Ele podemos ser Igreja: "É n'Ele (Cristo) que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um Santo Templo no Senhor. É n'Ele que vós também entrais, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus." Ef 2,21-22
Porque sequer podemos perceber Quem é Jesus sem Sua inspiração: "... ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo." 1 Cor 12,3b
E só por Ele podemos ser Igreja: "É n'Ele (Cristo) que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um Santo Templo no Senhor. É n'Ele que vós também entrais, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus." Ef 2,21-22
Porque sequer podemos perceber Quem é Jesus sem Sua inspiração: "... ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo." 1 Cor 12,3b
Ademais, de nada vale negar a si mesmo se não tivermos do mais puro amor para oferecer: amor de Salvação. De sua grande santidade, São Paulo ainda nos deixou essa pérola: "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos mistérios e toda ciência, mesmo que tivesse toda fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada sou. Ainda que distribuísse todos meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada valeria!" 1 Cor 13,1-3
Carecemos, pois, do Espírito de Deus que nos aponta o caminho da santificação. Assim este Apóstolo justificava seu empenho: "... exercendo a sagrada função do Evangelho de Deus. E isso para que os pagãos, santificados pelo Espírito Santo, sejam-Lhe uma agradável oferta." Rm 15,16
Carecemos, pois, do Espírito de Deus que nos aponta o caminho da santificação. Assim este Apóstolo justificava seu empenho: "... exercendo a sagrada função do Evangelho de Deus. E isso para que os pagãos, santificados pelo Espírito Santo, sejam-Lhe uma agradável oferta." Rm 15,16
Ora, mesmo sendo ele Ministro, a Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios admite nossa total dependência de Deus: "Não que sejamos capazes por nós mesmos de algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus." 2 Cor 3,5
A Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses aponta no Santo Paráclito toda autoridade da Igreja, defendendo seus Sacerdotes: "Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos infundiu Seu Santo Espírito." 1 Ts 4,8
Sem dúvida, o próprio Jesus viveu em Comunhão com o Espírito Santo, e assim declarou o início de Sua Missão na sinagoga de Nazaré, lendo o Livro do Profeta Isaías: "O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu. Ele enviou-Me para anunciar a Boa Nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a Redenção e aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos e para publicar o ano da Graça do Senhor (Is 61,1-2)." Lc 4,18-19
E negando a Si mesmo, estritamente cumpria os planos de Deus, como disse aos judeus de Jerusalém, referindo-Se a Sua Crucificação: "Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, então conhecereis QUEM SOU e que nada faço de Mim mesmo, mas falo do modo como o Pai Me ensinou." Jo 8,28
Pois enquanto simples ser humano, Ele mesmo afirmou, nada podia: "De Mim mesmo não posso fazer coisa alguma." Jo 5,30a
E tão perfeita é Sua Comunhão com o Pai, que até as mais modestas pessoas a percebiam, como o cego de nascença por Ele curado: "Se esse homem não fosse de Deus, não poderia fazer nada." Jo 9,33
Com efeito, Ele havia prometido cumprir a vontade do Pai desde os primeiro tempos de Sua vida pública: "Meu alimento é fazer a vontade d'Aquele que Me enviou e cumprir Sua obra." Jo 4,34
A Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses aponta no Santo Paráclito toda autoridade da Igreja, defendendo seus Sacerdotes: "Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos infundiu Seu Santo Espírito." 1 Ts 4,8
Sem dúvida, o próprio Jesus viveu em Comunhão com o Espírito Santo, e assim declarou o início de Sua Missão na sinagoga de Nazaré, lendo o Livro do Profeta Isaías: "O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu. Ele enviou-Me para anunciar a Boa Nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a Redenção e aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos e para publicar o ano da Graça do Senhor (Is 61,1-2)." Lc 4,18-19
E negando a Si mesmo, estritamente cumpria os planos de Deus, como disse aos judeus de Jerusalém, referindo-Se a Sua Crucificação: "Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, então conhecereis QUEM SOU e que nada faço de Mim mesmo, mas falo do modo como o Pai Me ensinou." Jo 8,28
Pois enquanto simples ser humano, Ele mesmo afirmou, nada podia: "De Mim mesmo não posso fazer coisa alguma." Jo 5,30a
E tão perfeita é Sua Comunhão com o Pai, que até as mais modestas pessoas a percebiam, como o cego de nascença por Ele curado: "Se esse homem não fosse de Deus, não poderia fazer nada." Jo 9,33
Com efeito, Ele havia prometido cumprir a vontade do Pai desde os primeiro tempos de Sua vida pública: "Meu alimento é fazer a vontade d'Aquele que Me enviou e cumprir Sua obra." Jo 4,34
Pregava, enfim, que fizéssemos o mesmo: "Assim vós, depois de terdes feito tudo que vos foi ordenado, também dizei: 'Somos inúteis servos, pois só fizemos o que devíamos fazer.'" Lc 17,10
ENTÃO: NEGAR A SI MESMO OU NEGAR A CRISTO?
"Fazei de nós uma perfeita oferenda!"
ENTÃO: NEGAR A SI MESMO OU NEGAR A CRISTO?
Cristo, portanto, mormente por Sua Redentora Paixão, é o único caminho para o Reino de Deus. Ele revelou-Se e, ao mesmo tempo, advertiu: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim." Jo 14,6
Pois é a purificação e a força que emanam de Seu Sacrifício que nos faz produzir grandes frutos, renegando o egoísmo, o hedonismo e a preguiça. As visões do Livro de Apocalipse de São João deixaram-nos esta certeza, por ele rende graças "Àquele que nos ama, que nos lavou de nossos pecados em Seu Sangue..." Ap 1,5
Pois é a purificação e a força que emanam de Seu Sacrifício que nos faz produzir grandes frutos, renegando o egoísmo, o hedonismo e a preguiça. As visões do Livro de Apocalipse de São João deixaram-nos esta certeza, por ele rende graças "Àquele que nos ama, que nos lavou de nossos pecados em Seu Sangue..." Ap 1,5
Como poderíamos, pois, virar-Lhe as costas diante de tão cativante projeto? Ele foi assertivo: "Digo-vos: todo aquele que Me reconhecer diante dos homens, o Filho do Homem também o reconhecerá diante dos anjos de Deus. Mas quem Me negar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus." Lc 12,8-9
Diligentemente devemos guardar Sua Palavra, nosso grande tesouro, porque Ele garantiu: "Aqueles que recebem a semente em boa terra, escutam a Palavra, acolhem-na e dão fruto: trinta, sessenta e cem por um." Mc 4,20
E para nossa própria felicidade, como vimos São Paulo dizer, a solução é deixar-nos conduzir exclusivamente por Seu Espírito. Este grande Santo segue exortando: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os apetites da carne." Gl 5,16
Assim é, conforme a Primeira Carta de São João, que recebemos a virtude da prudência: "Sabemos que aquele que nasceu de Deus não peca. Aquele que é gerado de Deus se acautela, e o Maligno não o toca." 1 Jo 5,18
São João Batista, também dando exemplo de negação de si mesmo, disse de Jesus quando soube que Ele havia iniciado Seu Ministério: "Importa que Ele cresça e que eu diminua." Jo 3,30
E exigia daqueles que vinham receber seu batismo: "Dai, pois, frutos de verdadeira penitência." Mt 3,8
Magistralmente, e no mesmo sentido, São Paulo explica o real significado da Santa Missa: "Eu exorto-vos, pois, irmãos, pelas Misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em vivo, santo e agradável sacrifício a Deus. Este é vosso culto espiritual." Rm 12,1
Pois essa é a verdadeira vida espiritual, e é assim que devemos viver. Ele diz: "De fato, Cristo morreu por todos para que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou. Assim, doravante, a ninguém conhecemos conforme a natureza humana. E se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne, agora já não O conhecemos assim. Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. O velho mundo desapareceu. Tudo agora é novo." 2 Cor 5,15-17
Afinal, a promessa do Reino dos Céus não é a satisfação de vaidades, mas Deus vivendo em nós. Este Apóstolo segue: "E quando tudo Lhe estiver sujeito, então o próprio Filho também renderá homenagem Àquele que Lhe sujeitou todas coisas, a fim de que Deus seja tudo em todos." 1 Cor 15,28
Por isso, por realizar a vontade de Deus e sentindo o vibrante pulsar da santidade em sua alma, ele cravou mais esta pérola: "Eu vivo, mas já não sou eu. É Cristo que vive em mim." Gl 2,20
Assim ele nos assegura: "Porque é Deus, segundo Seu beneplácito, Quem em vós realiza o querer e o executar." Fl 2,13
Foi o que Jesus nos prometeu pelo Santíssimo Sacramento: uma Igreja Viva: "Assim como o Pai que Me enviou, vive, e Eu vivo pelo Pai, também viverá por Mim aquele que comer Minha Carne." Jo 6,57
Vida que São Pedro bem percebeu, pois respondeu quando Ele lhes perguntou se não queiram deixá-Lo, como aqueles que se escandalizaram ao ouvi-Lo oferecer Seu Corpo e Seu Sangue como o Pão do Céu: "Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da Vida Eterna. E nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus!" Jo 6,68b-69
E para nossa própria felicidade, como vimos São Paulo dizer, a solução é deixar-nos conduzir exclusivamente por Seu Espírito. Este grande Santo segue exortando: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os apetites da carne." Gl 5,16
Assim é, conforme a Primeira Carta de São João, que recebemos a virtude da prudência: "Sabemos que aquele que nasceu de Deus não peca. Aquele que é gerado de Deus se acautela, e o Maligno não o toca." 1 Jo 5,18
São João Batista, também dando exemplo de negação de si mesmo, disse de Jesus quando soube que Ele havia iniciado Seu Ministério: "Importa que Ele cresça e que eu diminua." Jo 3,30
E exigia daqueles que vinham receber seu batismo: "Dai, pois, frutos de verdadeira penitência." Mt 3,8
Magistralmente, e no mesmo sentido, São Paulo explica o real significado da Santa Missa: "Eu exorto-vos, pois, irmãos, pelas Misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em vivo, santo e agradável sacrifício a Deus. Este é vosso culto espiritual." Rm 12,1
Pois essa é a verdadeira vida espiritual, e é assim que devemos viver. Ele diz: "De fato, Cristo morreu por todos para que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou. Assim, doravante, a ninguém conhecemos conforme a natureza humana. E se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne, agora já não O conhecemos assim. Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. O velho mundo desapareceu. Tudo agora é novo." 2 Cor 5,15-17
Afinal, a promessa do Reino dos Céus não é a satisfação de vaidades, mas Deus vivendo em nós. Este Apóstolo segue: "E quando tudo Lhe estiver sujeito, então o próprio Filho também renderá homenagem Àquele que Lhe sujeitou todas coisas, a fim de que Deus seja tudo em todos." 1 Cor 15,28
Por isso, por realizar a vontade de Deus e sentindo o vibrante pulsar da santidade em sua alma, ele cravou mais esta pérola: "Eu vivo, mas já não sou eu. É Cristo que vive em mim." Gl 2,20
Assim ele nos assegura: "Porque é Deus, segundo Seu beneplácito, Quem em vós realiza o querer e o executar." Fl 2,13
Foi o que Jesus nos prometeu pelo Santíssimo Sacramento: uma Igreja Viva: "Assim como o Pai que Me enviou, vive, e Eu vivo pelo Pai, também viverá por Mim aquele que comer Minha Carne." Jo 6,57
Vida que São Pedro bem percebeu, pois respondeu quando Ele lhes perguntou se não queiram deixá-Lo, como aqueles que se escandalizaram ao ouvi-Lo oferecer Seu Corpo e Seu Sangue como o Pão do Céu: "Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da Vida Eterna. E nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus!" Jo 6,68b-69
"Fazei de nós uma perfeita oferenda!"



