terça-feira, 6 de março de 2018

A Primeira Igreja


    Nas Escrituras está evidente que é Jesus que, pessoalmente, constrói a Igreja. Claro, Ele não Se refere à edificação de pedra e argamassa, embora também participe dessa construção, e sob vários aspectos. Refere-Se mais propriamente às pessoas que escolhe para fazê-la vigorar através dos tempos até Sua volta. É nesse sentido que Ele escolheu São Pedro como pedra fundamental: "E Eu declaro-te: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei Minha Igreja..." Mt 16,18a
    E assim Ele afirmou que a Igreja é invencível: "... as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16,18b
    Ele foi ainda mais claro nessa outra passagem, quando voltou a afirmar que a Igreja é indestrutível: "Não fostes vós que Me escolhestes, mas Eu escolhi-vos e constituí-vos para que vades e produzais fruto, e vosso fruto permaneça." Jo 15,16a
    Mas Ele exigia a perfeita Unidade da Igreja, representada pela videira, que é Ele mesmo, ou não haverá fruto: "Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: tampouco podeis dar fruto se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto. Porque sem Mim nada podeis fazer." Jo 15,4-5
    Defendia, portanto, a Unidade do rebanho: "Quem não está Comigo está contra Mim; e quem não ajunta Comigo, espalha." Mt 12,30
    E para tal Unidade, São Pedro vedava qualquer interpretação pessoal da Escrituras: "Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal." 2 Pd 1,20
    Contudo, através dos Evangelhos e dos Atos dos Apóstolos, também sabemos qual foi o primeiro prédio a ser usado como igreja. É exatamente o lugar onde aconteceu a Santa Ceia, e foi o próprio Jesus que o indicou a São Pedro e São João Evangelista, por clarevidência: "Ide à cidade, e sair-vos-á ao encontro um homem, carregando um cântaro de água. Segui-o e, onde ele entrar, dizei ao dono da casa: 'O Mestre pergunta: Onde está a sala em que devo comer a Páscoa com Meus discípulos?' E ele vos mostrará uma grande sala no andar superior, mobiliada e pronta. Fazei ali os preparativos." Mc 14,13-15
    Nosso Salvador anunciou pela última vez Sua Paixão, que iniciaria naquela mesma noite, quando ofereceu Seu Corpo e Seu Sangue como alimento da Vida Eterna, instituindo a Eucaristia, ou seja, o Santíssimo Sacramento, a Comunhão pelo Pão e pelo Vinho: "Tomou em seguida o Pão e depois de ter dado graças, partiu-O e deu-lhO, dizendo: 'Isto é Meu Corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim'. Do mesmo modo tomou o Cálice, depois de cear, dizendo: 'Este cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue, que é derramado por vós..." Lc 22,19-20
    Nessa mesma sala Jesus vai ensinar que Igreja é, antes de tudo, serviço, e não apenas autoridade: "Em seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. 'Logo, se Eu, Vosso Senhor e Mestre, lavei-vos os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros.'" Jo 13,5.14
    É lá também, nesse santo edifício, que vai acontecer a primeira aparição do Cristo Ressuscitado. Era o dia que passaria a ser chamado de Domingo, que quer dizer Dia do Senhor, por simbolizar a Vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte. E o prédio que se tornaria igreja, notemos bem, foi o lugar escolhido por Jesus para que os Apóstolos testemunhassem Sua Ressurreição e recebessem Sua Paz: "Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-Se no meio deles. Disse-lhes Ele: 'A Paz esteja convosco!'" Jo 20,19
    Aí mesmo, onde nasceria a Igreja, de forma extremamente significativa os Apóstolos receberam o Espírito Santo e com Ele o poder de remir os pecados da humanidade: "Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: 'Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.'" Jo 20,22-23
    E não por acaso, nessa mesma sala São Tomé iria declarar a Divindade de Jesus, em Sua segunda aparição aos Apóstolos, no Domingo seguinte: "Oito dias depois, estavam Seus discípulos outra vez no mesmo lugar e Tomé com eles. Estando trancadas as portas, veio Jesus, pôs-Se no meio deles e disse: 'A Paz esteja convosco!' Depois disse a Tomé: 'Introduz aqui teu dedo, e vê Minhas Mãos. Põe tua mão no Meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé.' Respondeu-Lhe Tomé: 'Meu Senhor e Meu Deus!'" Jo 20,26-28
    Foi para lá, enfim, que Jesus mandou Apóstolos, discípulos e seguidores após Suas aparições na Galileia e Sua Ascensão aos Céus em Betânia, para que toda a Igreja recebesse o Espírito Santo: "Eu vos mandarei o Prometido de Meu Pai. Entretanto, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto. Depois levou-os para Betânia e, levantando as Mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, separou-Se deles e foi arrebatado ao Céu. Depois de terem-nO adorado, voltaram para Jerusalém com grande júbilo." Lc 24,49-52


O CENÁCULO

    Por ter sido o lugar da Santa Ceia, os Apóstolos passaram a chamar essa sala de Cenáculo, como registrou São Lucas: "Tendo entrado no Cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer." At 1,13
    E com a Santíssima Virgem e em constante estado de oração, a Igreja seguia em perfeita unidade: "Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos d'Ele." At 1,14
    Foi lá que São Pedro assumiu a liderança da Igreja, sugerindo a substituição de Judas, que traiu Jesus, quando São Matias foi eleito: "Num daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembléia reunida que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse: '... Convém que destes homens que têm estado em nossa companhia todo tempo em que o Senhor Jesus viveu entre nós, a começar do batismo de João até o dia em que do nosso meio foi arrebatado, um deles torne-se conosco testemunha de Sua Ressurreição.'" At 1,15.21-22
    São Pedro não o fez por presunção, mas por responsabilidade que lhe atribuiu Jesus, para que após Sua Ascensão aos Céus os Apóstolos não se dispersassem: "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para peneirar como o trigo. Mas Eu roguei por ti, para que tua confiança não desfaleça. E tu, por tua vez, confirma teus irmãos." Lc 22,31-32
    E como grande unção depois de tantos capítulos de suma importância, essa edificação também foi o lugar escolhido por Deus para a plena manifestação de Sua Terceira Pessoa, o Espírito Santo, que marcou o Nascimento da Igreja: "Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um impetuoso vento, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." At 2,1-4
    Ele é o Divino Guia da Igreja, que a assessora em cada novo detalhe da Revelação, e assim ela tem cruzado os séculos, como Jesus indicou: "Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a Verdade, porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão." Jo 16,12-13
    Neste mesmo dia, São Pedro tomou a palavra e convocou todos judeus, locais e peregrinos, a ser Igreja, a começar pela penitência: "Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com forte voz disse-lhes: 'Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém: seja-vos isto conhecido e prestai atenção às minhas palavras. Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em Nome de Jesus Cristo para remissão de vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós, para vossos filhos e para todos que ouvirem de longe o apelo do Senhor, Nosso Deus.' Os que receberam sua palavra foram batizados. E naquele dia elevou-se a mais ou menos três mil o número dos adeptos." At 2,14.39.41
    Conduzida pelo Espírito Santo, portanto, mas entregue nas mãos de simples humanos como quis Jesus, a Palavra de Deus, agora ensinamentos da Igreja, começava a ser reconhecida como a Doutrina dos Apóstolos. Deram-se aí os primeiros esboços da Santa Missa: "Perseveravam eles na Doutrina dos Apóstolos, na reunião em comum, na fração do Pão e nas orações." At 2,42
    Ora, para dar total sustentação à pregação de Seus Apóstolos, Jesus havia sentenciado: "Quem vos ouve, a Mim ouve; e quem vos rejeita, a Mim rejeita; e quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou." Lc 10,16
    E também determinou caso de excomunhão: "Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano." Mt 18,17
    Assim como Jesus, porém, também eles padeceriam brutais perseguições, mas seus testemunhos não seriam em vão: "Se Me perseguiram, também hão de perseguir-vos. Se guardaram Minha palavra, hão de guardar também a vossa." Jo 15,20b
    Os Apóstolos então começaram a celebrar a Eucaristia também nas casas, onde eram sempre bem recebidos. Mas, como não imaginavam que permaneceria a divisão entre eles e os judeus, também continuavam frequentando o Templo de Jerusalém. O que os distinguia dos demais religiosos de Israel, entretanto, era a perfeita união com que rezavam e viviam: "Unidos de coração frequentavam todos os dias o Templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração... "At 2,46
    Estavam, no entanto, apenas seguindo uma diretriz que receberam do próprio Jesus: "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13,35
    E é por essa união que a Igreja leva ao mundo a Glória de Deus. Jesus rezou ao Pai pela Comunhão com e entre os Apóstolos: "Dei-lhes a Glória que Me deste, para que sejam um, como Nós somos um: Eu neles e Tu em Mim, para que sejam perfeitos na Unidade e o mundo reconheça que Me enviaste e os amaste, como amaste a Mim." Jo 17,22-23
    Contudo, como os principais dos judeus teimavam em não reconhecer Jesus como o Messias, os Apóstolos enfrentavam-nos, e nisso foram claramente apoiados pelo Espírito de Deus, que sempre os mantinha em perfeita Comunhão: "Mal acabavam de rezar, tremeu o lugar onde estavam reunidos. E todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciaram com intrepidez a Palavra de Deus. A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma." At 4,31-32a
    Vale dizer, porém, que se eles romperam com as práticas judaicas foi por expressa vontade de Deus, manifesta na Pessoa de Jesus, que havia previsto: "Disse-vos essas coisas para preservar-vos de alguma queda. Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus. Procederão deste modo porque não conheceram o Pai, nem a Mim." Jo 16,1-3
    Por isso os 'pés dos Apóstolos', e não mais o Templo de Jerusalém, passaram a ser a referência de lugar da 'Igreja humana', visivelmente constituída por aqueles que Jesus escolheu: "Nem havia entre eles nenhum necessitado, pois todos que possuíam terras e casas vendiam-nas, e traziam o preço do que tinham vendido e depositavam-no aos pés dos Apóstolos. Repartia-se então a cada um deles conforme sua necessidade." At 4,34-35
    E quando Apóstolos e fiéis partilhavam do tudo em comum, deu-se esse espantoso acontecimento: "Um certo homem chamado Ananias, de comum acordo com sua mulher Safira, vendeu um campo e, combinando com ela, reteve uma parte da quantia da venda. Levando apenas a outra parte, depositou-a aos pés dos Apóstolos. Pedro, porém, disse: 'Ananias, por que Satanás tomou conta de teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e enganasses acerca do valor do campo? Não foi aos homens que mentiste, mas a Deus.' Ao ouvir estas palavras, Ananias caiu morto. Depois de umas três horas, entrou também sua mulher, nada sabendo do ocorrido. Pedro perguntou-lhe: 'Dize-me, mulher. Foi por tanto que vendestes vosso campo?' Respondeu ela: 'Sim, por esse preço.' Replicou Pedro: 'Por que combinastes para pôr à prova o Espírito do Senhor? Estão ali à porta os pés daqueles que sepultaram teu marido. Hão de levar-te também a ti.' Imediatamente caiu a seus pés e expirou." At 5,1-3.4b-5a.7-10a
    De tão grande número de fiéis, logo a Igreja precisou de diáconos. E também na sala de cima, por imposição de mãos dos Apóstolos, eles foram ordenados: "Por isso, os Doze convocaram uma reunião dos discípulos e disseram: 'Não é razoável que abandonemos a Palavra de Deus, para administrar. Portanto, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de Sabedoria, aos quais encarregaremos este ofício. Nós atenderemos sem cessar à oração e ao ministério da Palavra.' Este parecer agradou a todos presentes. Escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos Apóstolos, e estes, orando, impuseram-lhes as mãos." At 6,2-6
    Ainda nesse mesmo prédio deu-se o primeiro encontro entre São Pedro e São Paulo, quando este, depois de sua conversão, foi a Jerusalém expressamente para conhecer o Príncipe dos Apóstolos: "Três anos depois subi a Jerusalém para conhecer Cefas, e com ele fiquei quinze dias." Gl 1,18
    E foi também aí que São Pedro, então um ativo missionário, justificou a conversão dos primeiros não judeus diante de São Tiago Menor, Bispo de Jerusalém, isto é, líder da igreja-mãe: "Os Apóstolos e os irmãos da Judeia ouviram dizer que também os pagãos haviam recebido a Palavra de Deus. E, quando Pedro subiu a Jerusalém, os fiéis que eram da circuncisão repreenderam-no: 'Por que entraste em casa de incircuncisos e comeste com eles?' Mas Pedro fez-lhes uma exposição de tudo o que acontecera..." At 11,1-4a
    Em nome da Unidade da Igreja, aliás, São Paulo de tudo fazia, e sempre recorria a Jerusalém para confirmar o que estava ensinando, como ele mesmo atestou: "Catorze anos mais tarde, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, também levando Tito comigo. E subi em conseqüência de uma revelação. Expus-lhes o Evangelho que prego entre os pagãos, e isso particularmente aos que eram de maior consideração, a fim de não correr ou de não ter corrido em vão. Entretanto, nem sequer meu companheiro Tito, embora gentio, foi obrigado a circuncidar-se. Mas por causa dos falsos irmãos, intrusos - que furtivamente se introduziram entre nós para espionar a liberdade de que gozávamos em Cristo Jesus, a fim de escravizar-nos-, fomos, por esta vez, condescendentes, para que o Evangelho permanecesse em sua integridade. Tiago, Cefas e João, que são considerados as colunas, reconhecendo a Graça que me foi dada, deram as mãos a mim e a Barnabé em sinal de pleno acordo: iríamos aos pagãos, e eles aos circuncidados. Recomendaram-nos apenas que nos lembrássemos dos pobres, o que era precisamente minha intenção." Gl 2,1-5.9-10
    Por fim, nessa sala que aconteceu o Primeiro Concílio da Igreja, quando, sempre sob a guia do Espírito de Deus, por uma decisão de São Pedro foi abolida a necessidade da circuncisão entre os cristãos: "Alguns homens, descendo da Judeia, puseram-se a ensinar aos irmãos o seguinte: 'Se não vos circuncidais, segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos.' Originou-se então grande discussão de Paulo e Barnabé com eles, e resolveu-se que estes dois, com alguns irmãos, fossem tratar desta questão com os Apóstolos e os anciãos em Jerusalém. Chegando a Jerusalém, foram recebidos pela comunidade, pelos Apóstolos e anciãos, a quem tudo contaram o que Deus tinha feito com eles. Mas levantaram-se alguns que antes de ter abraçado a fé eram da seita dos fariseus, dizendo que era necessário circuncidar os pagãos e impor-lhes a observância da Lei de Moisés. Reuniram-se os Apóstolos e os anciãos para tratar desta questão. Ao fim de uma grande discussão, Pedro levantou-se e lhes disse: 'Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós, para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho e cressem.'" At 15,1-2.4-7
    E São Tiago Menor, na carta que mandou redigir com as decisões desse encontro, deixa bem claro Quem estava no comando: "Com efeito, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do indispensável seguinte..." At 15,28
    Assim, por respeito a essa Unidade e às decisões dos Concílios, como demonstraram São Paulo, São Timóteo, São Barnabé e São Marcos, a Santa Igreja Católica vencerá os tempos: "Nas cidades pelas quais passavam, ensinavam que observassem as decisões que haviam sido tomadas pelos Apóstolos e anciãos em Jerusalém. Assim as igrejas eram confirmadas na fé, e dia a dia cresciam em número." At 16,4-5

    "Lembrai-Vos, Senhor, da Vossa Igreja!"