segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Perceber Deus


    A verdadeira fé vem da espontânea constatação da realidade espiritual descrita nos ensinamentos de Jesus Cristo, guardados pela Santa Igreja. E a razão da convicção de tal conclusão é bem simples: Jesus é Deus. Era essa a esperança do povo judeu, bem como dos samaritanos, como vai dizer a mulher no poço de Jacó: "Respondeu a mulher: 'Sei que deve vir o Messias (que Se chama Cristo); pois quando vier, Ele nos fará conhecer todas as coisas.'" Jo 4,25
    São João Batista testemunhou: "Todos nós recebemos da Sua plenitude Graça sobre Graça. Pois a Lei foi dada por Moisés, mas a Graça e a Verdade vieram por Jesus Cristo." Jo 1,16-17
    E também São Pedro: "O divino poder deu-nos tudo que contribui para a Vida e a piedade, fazendo-nos conhecer Aquele que nos chamou por Sua Glória e Sua Virtude." 2 Pd 1,3
    Sem dúvida, a sincera vontade de conhecer Deus e entender as experiências pelas quais passamos, um dia, num momento de Graça e pela inspiração do Espírito Santo, levam-nos a perceber que já estamos vivenciando o Reino dos Céus e sendo conduzidos à eternidade. Foi o que atinou São Pedro, quando Jesus ofereceu Sua Carne e Seu Sangue como o Pão do Céu e muitos estranharam: "Respondeu-Lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da Vida Eterna. Nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus!" Jo 6,68-69
    Esses místicos instantes vão-se repetindo e aumentando a certeza da presença de Deus em nossas vidas. Como disseram os seguidores da tradição de São Paulo: "A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê." Hb 11,1
    Tão grandiosos são estes êxtases que não há como explicá-los; simplesmente sentimos e sabemos. E de tão profunda gratidão por essas revelações pessoais, facilmente reconhecemos as demais obras e manifestações de Deus: "Pela fé reconhecemos que o mundo foi formado pela Palavra de Deus e que as coisas visíveis se originaram do invisível." Hb 11,3
    Somos tomados da indizível Paz de Cristo, nas palavras de São Paulo: "Porque Ele é Nossa Paz..." Ef 2,14
    E o Verbo passa a abrasar nossos corações, como aconteceu com os discípulos que iam para Emaús no Domingo da Ressurreição: "Diziam então um para o outro: 'Não nos abrasava o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?'" Lc 24,32
    Atestamos, então, essa definição de Jesus: "Deus é Espírito..." Jo 4,24a
    Os judeus foram os primeiros a perceberem-se diante do Deus único. E um inimigo, Aquior, chefe dos amonitas, tratou de alertar Holofernes, marechal do exército assírio: "Esse povo é da raça dos caldeus; habitaram primeiramente na Mesopotâmia, porque recusavam seguir os deuses de seus pais que estavam na Caldeia. Abandonaram os ritos de seus ancestrais que honravam múltiplas divindades, e passaram a adorar o Deus único do Céu, O Qual lhes ordenou que saíssem daquele país e fossem estabelecer-se na terra de Canaã." Jt 5,6-8
    Ora, através de Moisés, Deus mesmo havia-lhes dito: "Não terás outros deuses diante de Minha face." Ex 20,3
    Assim, não podemos buscar a Deus como a alguém que se submeteria à nossa vontade, senão com um coração desarmado, em prévia obediência aos Seus Mandamentos como diz o Profeta Sofonias: "Buscai o Senhor, vós todos, humildes da terra, que observais a Sua Lei..." Sf 2,3
    Pois, de fato, além de Sua manifesta onipresença, Deus quer dar-Se a conhecer. Isaías pregava: "Buscai o Senhor, já que Ele Se deixa encontrar; invocai-O, já que está perto." Is 55,6
    E no desespero de Jó, um amigo tratava de adverti-lo: "Pois Deus fala de uma maneira e de outra e não prestas atenção. Por meio dos sonhos, das visões noturnas, quando um sono profundo pesa sobre os humanos, enquanto o homem está adormecido em seu leito, então abre o ouvido do homem e o assusta com Suas aparições, a fim de desviá-lo do pecado e preservá-lo do orgulho, para salvar-lhe a alma do fosso, e sua vida, da seta mortífera." Jo 33,14-18
    Por suas profundas observações, São Paulo discorre sobre a fé dos não-judeus e afirma: "Desde a Criação do mundo, as invisíveis perfeições de Deus, Seu sempiterno poder e divindade tornam-se visíveis à inteligência por Suas obras, de modo que não se podem escusar." Rm 1,20
    A vida, portanto, só se torna efetivamente plena se viermos a conhecê-Lo, como Ele mesmo falou através do profeta Amós: "Eis o que diz o Senhor à casa de Israel: 'Buscai-Me e vivereis!'" Am 5,4
    E desde que se busque o bem, mesmo quando ainda não se crê, Ele estará sempre por perto: "Buscai o bem e não o mal, e vivereis; e o Senhor Deus dos exércitos estará convosco..." Am 5,14
    Jesus também recomendou buscar as Graças de Deus com confiança, garantindo que o Pai não nos tratará com indiferença: "E Eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, abrir-se-lhe-á." Lc 11,9-10
    Ele mesmo afirmou: "Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a Minha voz e abrir-Me a porta, entrarei em sua casa e cearemos, Eu com ele e ele Comigo." Ap 3,20
    E apontou a realidade divina como o bem mais importante em nossas vidas: "Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo." Mt 6,33
    Mas para Jesus não foi fácil revelar-Se. Muitos se recusavam a acreditar na nova realidade que Ele apresentava, como aconteceu com os religiosos de Jerusalém: "Embora tivesse feito tantos milagres na presença deles, não acreditavam n'Ele." Jo 12,37
    Ele teve que argumentar muito, usando de toda simplicidade, e mesmo assim nós sabemos o que Lhe aconteceu: "Se Eu não faço as obras de Meu Pai, não Me creiais. Mas se as faço, e se não quiserdes crer em Mim, crede nas Minhas obras, para que saibais e reconheçais que o Pai está em Mim e Eu no Pai." Jo 10,37-38
    De situação em situação, Ele sempre insistia com os que estavam Consigo para que tivessem fé, sem nenhum medo ou dúvida, como disse a Jairo, o chefe de sinagoga de Cafarnaum, quando recebeu a notícia da morte de sua filha: "Não temas; crê somente." Mc 5,36
    Sabemos que os Apóstolos e uma multidão acompanhavam-nO bem de perto, mas, a cada nova situação em que uma cura ou um milagre faziam-se necessários, logo se estabelecia uma expectativa de demonstração de poder, ou de espetáculo. Ele, contudo, não deixava de jogar-lhes em face: "Se não virdes milagres e prodígios, não credes..." Jo 4,48
    E depois de muito persistir, Ele teve que dizer-lhes a desconcertante Verdade a respeito da fé. Com razão, antes que libertação, cura ou Salvação da alma, muitas pessoas desejam as divinas graças apenas por seus efeitos mundanos: ou pedem a mera saúde do corpo ou privilégios materiais, ou querem poder, fama ou simplesmente 'novidades'. Jesus corrigia-lhes: "Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros, e não buscais a Glória que é só de Deus?" Jo 5,44
    Reclamou da falta de espiritualidade dos religiosos: "Se vos tenho falado das coisas terrenas e não Me credes, como crereis se vos falar das celestiais?" Jo 3,12
    Aliás, dos próprios Apóstolos: "Tomando então a palavra, Pedro disse: 'Explica-nos esta parábola.' Jesus respondeu: 'Sois também vós de tão pouca compreensão?'" Mt 15,15-16
    E pouco antes de Sua Paixão, deixou uma grave sentença para os que, mesmo conhecendo de Sua obra e Palavra, na prática, preferem viver em pecado, abominando a santidade: "Se Eu não viesse e não lhes tivesse falado, não teriam pecado; mas agora não há desculpa para o seu pecado. Se Eu não tivesse feito entre eles obras, como nenhum outro fez, não teriam pecado; mas agora viram-nas e odiaram a Mim e a Meu Pai. Mas foi para que se cumpra a Palavra que está escrita na Sua Lei: 'Odiaram-Me sem motivo (Sl 34,19;68,5).'" Jo 15,22.24-25
    De fato, o pecado, segundo Ele, consiste exatamente em não percebê-Lo como o Salvador: "Entretanto, digo-vos a Verdade: convém a vós que Eu vá! Porque, se Eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se Eu for, vo-Lo enviarei. Ele convencerá o mundo a respeito do pecado, que consiste em não crer em Mim." Jo 16,7.9
    Pois, definitivamente, esta é a grande obra de Deus: "Respondeu-lhes Jesus: 'A obra de Deus é esta: que creiais n'Aquele que Ele enviou.'" Jo 6,29
    Por isso, buscando todos os recursos das palavras, São João Batista, falando sobre Jesus, avisava aos judeus: "... mas no meio de vós está Quem vós não conheceis." Jo 1,26
    E São João Evangelista, desde o início da narrativa de Sua Vida, já informava Seu infortúnio, que certamente ainda hoje continua acontecendo: "Veio para o que era Seu, mas os Seus não O receberam." Jo 1,11
    Mas mesmo assim ele insiste na missão de anunciá-Lo, e ao final de seu Evangelho diz com todas as letras a intenção que teve ao relatar Seus milagres: "Mas estes foram escritos, para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a Vida em Seu Nome." Jo 20,31


DEUS JESUS

    O próprio São Filipe, um dos doze Apóstolos, diante de tantos milagres ainda insistia em ver o Pai, como Jesus O chamava, quando foi compelido a refletir mais profundamente sobre Quem era Aquele que estava à sua frente. Disse-lhe Jesus: "Há tanto tempo que estou convosco e não Me conheceste, Filipe! Aquele que Me viu, viu também o Pai. Como dizes, pois: 'Mostra-nos o Pai...'?" Jo 14,9
    E ao afirmar que Ele mesmo ressuscitaria quem comungasse de Seu Santíssimo Sacramento, Jesus deixou implícito que Ele é Deus: "Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue tem a Vida Eterna; e Eu o ressuscitarei no Último Dia." Jo 6,54
    São Paulo, em sua singular inspiração, confirma Sua divindade: "Ele é a imagem de Deus invisível, o Primogênito de toda a Criação. N'Ele foram criadas todas as coisas nos Céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Ele existe antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem n'Ele. Ele é a Cabeça do Corpo, da Igreja. Porque aprouve a Deus fazer habitar n'Ele toda a plenitude..." Cl 1,15-17.18a.19
    Mas as dúvidas dos Apóstolos não se sanaram com a resposta dada a Filipe. Antes da primeira aparição de Jesus, lá estavam os Apóstolos afundados em tristeza, apesar do testemunho de São Pedro, Santa Maria Madalena, Santa Maria de Cleófas e dos discípulos que O viram em Emaús. E mais uma vez Jesus vai reclamar-lhes a falta de fé: "Por fim apareceu aos Onze, quando estavam sentados à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, por não acreditarem naqueles que O tinham visto ressuscitado." Mc 16,14
    Parecida reclamação Ele havia feito horas antes aos discípulos que partiram para Emaús: "Jesus disse-lhes: 'Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os Profetas! Porventura não era necessário que Cristo sofresse essas coisas e assim entrasse na Sua Glória?'" Lc 24,25-26
    Muitos deles ainda desprezavam a inspiração como meio de perceber a realidade divina e superior, mas havia sido exatamente esse o motivo da primazia de São Pedro sobre os demais Apóstolos. Com efeito, ao declarar que Jesus era o Cristo, ele ouviu essa resposta: "Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas Meu Pai que está nos Céus." Mt 16,17
    De fato, Ele vai categoricamente afirmar: "Ninguém pode vir a Mim se o Pai, que Me enviou, não o atrair..." Jo 6,44a
    E falando à samaritana próximo ao poço de Jacó, disse que tal concessão é um dom do Pai: "Se conhecesses o dom de Deus, e Quem é que te diz: 'Dá-Me de beber', certamente pedirias tu mesma e Ele te daria Água Viva." Jo 4,10
    Propunha, contudo, um prático exame de Seus ensinamentos, remetendo-nos ao Pai: "Se alguém quiser cumprir a Vontade de Deus, distinguirá se a Minha Doutrina é de Deus ou se falo de Mim mesmo." Jo 7,17
    Aos que teimavam, os prognósticos não eram nada interessante: "Então se aproximaram dele Seus discípulos e disseram-Lhe: 'Sabes que os fariseus se escandalizaram com as palavras que ouviram?' Jesus respondeu: 'Toda planta que Meu Pai celeste não plantou será arrancada pela raiz. Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala.'" Mt 15,12-14
    No entanto, por força de Sua divindade, acabou restringindo a Si mesmo o próprio acesso ao conhecimento de Deus: "... ninguém vem ao Pai senão por Mim." Jo 14,6b
    Aliás, falava de Sua Comunhão com o Pai como absolutamente hermética: "Todas as coisas Me foram dadas por Meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelá-Lo." Mt 11,27
    E ao anunciar Seu poder de ressuscitar os mortos, Ele sentenciou: "Desse modo, todos honrarão o Filho, bem como honram o Pai. Aquele que não honra o Filho, não honra o Pai, que O enviou." Jo 5,23
    O destino dos Apóstolos, portanto, assim como de todo verdadeiro cristão, não pode ser muito diferente do que Ele teve, e pelo mesmo motivo: "Lembrai-vos da Palavra que vos disse: 'O servo não é maior do que o Seu Senhor.' Se Me perseguiram, também vos hão de perseguir. Mas vos farão tudo isso por causa do Meu Nome, porque não conhecem Aquele que Me enviou. Aquele que Me odeia, odeia também a Meu Pai." Jo 15,20-21.23
    Ele deu essa breve explicação: "Procederão deste modo porque não conheceram o Pai, nem a Mim." Jo 16,3
    Enfim, também São Tomé, ao persistir em duvidar da Ressurreição mesmo diante de tantos relatos, teve que ser corrigido por Jesus, em Sua segunda aparição ao Colégio dos Apóstolos: "Creste, porque Me viste. Felizes aqueles que creem sem ter visto!" Jo 20,29
    São Paulo, por sua vez, vai atestar a imprescindível participação do Divino Paráclito neste feito: "... ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo." 1 Cor 12,3b
    Nesse sentido, as orações do Apóstolo dos Gentios eram para que nos aprofundássemos no conhecimento de Deus, pela Graça de Seu Santo Espírito, pois assim Suas manifestações em nosso favor seriam cada vez mais evidentes: "... não cesso de dar graças por vós, lembrando-me sempre de vós, em minhas orações, suplicando ao Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai glorioso, que vos dê o Espírito da Sabedoria e da Revelação, para que O conheçais de verdade. Que Ele ilumine os olhos de vosso coração, para que conheçais a esperança à qual Ele vos chama, a riqueza da Glória que Ele nos dá em herança entre os Santos, e a extraordinária grandeza do poder que Ele exerce, segundo o vigor de Sua poderosa força, em favor de nós, que cremos." Ef 1,16-19
    Pregava mesmo uma radical mudança de vida: "Porque o desejo da carne é hostil a Deus, pois a carne não se submete à Lei de Deus, e nem o pode. Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus habita em vós. Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é d'Ele." Rm 8,7-9
    Chega a questionar a fé dos efésios: "Portanto, eis o que digo e conjuro no Senhor: não persistais em viver como os pagãos, que andam à mercê de suas frívolas idéias. Têm o entendimento obscurecido. Sua ignorância e o endurecimento de seu coração mantêm-nos afastados da Vida de Deus. Vós, porém, não foi para isto que vos tornastes discípulos de Cristo, se é que O ouvistes e d'Ele aprendestes, como convém à Verdade em Jesus." Ef 4,17-18.20-21
    Ele rezava para que conhecêssemos a vontade de Deus e que fizéssemos permanentemente apenas o que Lhe agrada, demonstrando assim aos nossos irmãos Sua presença em nós: "... não cessamos de orar por vós e de suplicar para que chegueis a conhecer plenamente a vontade de Deus, com toda a Sabedoria e discernimento espiritual. Assim, levareis uma vida digna do Senhor, agradando-Lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus. Suplicamos também a Deus que vos fortifique com todo o vigor pelo Seu glorioso poder, para que vos firmeis na constância e na paciência." Cl 1,9-11
    Pois a vontade de Deus, bem conhecida ou não, será o critério do Juízo, definindo como destino o Céu, o inferno ou as maiores ou menores punições do Purgatório: "Aquele servo que conheceu a vontade de Seu Senhor, mas não se preparou e não agiu conforme Sua vontade, será açoitado muitas vezes. Todavia, aquele que não a conheceu e tiver feito coisas dignas de chicotadas, será açoitado poucas vezes. Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado." Lc 12,47-48
    Por fim, temos uma preciosa garantia de Jesus, quando disse que Se manifestaria àqueles que O ama: "Aquele que tem os Meus Mandamentos e guarda-os, esse é que Me ama. E aquele que Me ama será amado por Meu Pai, e Eu amar-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele." Jo 14,21
    Cabe a nós, portanto, movidos por Seu Espírito, amá-Lo guardando Seus Mandamentos, para perceber cada vez mais Suas manifestações e testemunhá-las com a mais serena e absoluta convicção. São Pedro recomendava: "Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito." 1 Pd 3,15

    "Tornai viva nossa fé, nossa esperança!"