REVIVER E ATUALIZAR O SACRIFÍCIO PASCAL
"Fazei isto em memória de Mim." Lc 22,19b
Foi pedido de Cristo, apontado no Evangelho Segundo São Lucas durante a Santa Ceia, que celebremos a Eucaristia, palavra grega que significa ação de graças. Na Santa Missa, portanto, nós agradecemos a Deus pela obra da Salvação, especificamente pelo Sacrifício de Cristo, que fez superabundar a Graça no mundo (cf. Rm 5,15.20).
"Fazei isto em memória de Mim." Lc 22,19b
Foi pedido de Cristo, apontado no Evangelho Segundo São Lucas durante a Santa Ceia, que celebremos a Eucaristia, palavra grega que significa ação de graças. Na Santa Missa, portanto, nós agradecemos a Deus pela obra da Salvação, especificamente pelo Sacrifício de Cristo, que fez superabundar a Graça no mundo (cf. Rm 5,15.20).
É esse belo e importantíssimo episódio da Bíblia que se revive e se atualiza na celebração do Dia do Senhor, em latim 'dies Dominicus', que chamamos Domingo (cf. Ap 1,10). Foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo quando ofereceu o Pão, que é Sua Carne, e expressamente pediu que O celebrássemos: "Tomou em seguida o pão e, depois de ter dado graças, partiu-O e deu-lhO, dizendo: 'Isto é Meu Corpo, que é dado em favor de vós. Fazei isto em memória de Mim.'" Lc 22,19
Depois ofereceu o Vinho, que é Seu Sangue derramado na Santa Cruz para o perdão dos pecados, conforme o Evangelho Segundo São Mateus: "Tomou depois o Cálice, rendeu graças e deu-lhO, dizendo: 'Bebei dele todos, porque isto é Meu Sangue, o Sangue da Nova Aliança, derramado por muitos para remissão dos pecados.'" Mt 26,27-28
E isso nada tem simbolismo, porque Ele afirmou a materialidade das Duas Espécies Eucarísticas no Evangelho Segundo São João, que acontece pela Transubstanciação: "Pois Minha Carne verdadeiramente é uma comida e Meu Sangue verdadeiramente é uma bebida." Jo 6,55
Assim, são alimentos para eternidade na Glória, como Ele prometeu: "Quem come Minha Carne e bebe Meu Sangue, tem a Vida Eterna, e Eu ressuscitá-lo-ei no Último Dia." Jo 6,54
Falava mesmo da verdadeira Vida: "Assim como o Pai, que Me enviou, vive, e Eu vivo pelo Pai, aquele que comer Minha Carne também viverá por Mim." Jo 6,57
É, portanto, uma sagrada instituição guardada através dos séculos pela Igreja Viva, como a Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios atesta: "Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi entregue, tomou o pão e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: 'Isto é Meu Corpo, que é para vós. Fazei isto em memória de Mim.' Do mesmo modo, depois de haver ceado, também tomou o cálice, dizendo: 'Este Cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue. Todas vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de Mim." 1 Cor 11,23,25
Em complemento, este Apóstolo cunhou uma sentença que a Santa Igreja Católica parafraseou para que os fiéis recitem em resposta na Oração Eucarística, durante a Santa Missa: "Assim, todas vezes que comeis desse Pão e bebeis desse Cálice, anunciais a Morte do Senhor até que Ele venha." 1 Cor 11,26
E também como resposta dos fiéis, o Rito da Comunhão traz uma adaptação da frase do centurião romano, cuja fé, que Jesus disse jamais ter visto em Israel, O levou a declarar pela primeira vez que o Reino dos Céus seria tirado de Seu povo: "Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada. Mas dizei uma só Palavra e meu servo será curado." Mt 8,8b
Porque a Comunhão é operada pelo Divino Paráclito, como a Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios revelou e nossos Sacerdotes rezam na acolhida dos fiéis: "A Graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a Comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!" 2 Cor 13,13
Esse tem sido o ritual que os cristãos praticam desde os dias que se seguiram ao Pentecostes. O Livro de Atos dos Apóstolos, dizendo dos fiéis, apontou os quatro constitutivos da Santa Missa: "Eles perseveravam na Doutrina dos Apóstolos, na fraterna Comunhão, na fração do Pão e nas orações." At 2,42
É só assim que podemos estar em Comunhão com Deus, pois Nosso Senhor disse: "Quem come Minha Carne e bebe Meu Sangue, permanece em Mim e Eu nele." Jo 6,56
Comungar, pois, é aceitar o Sacrifício de Jesus como verdadeiro e necessário, e como a realidade maior que vivemos enquanto membros da verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Contrapondo aos ritos do Antigo Testamento, a Carta de São Paulo aos Colossenses leciona: "Ele perdoou-nos todos pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Definitivamente o aboliu, ao encravá-lo na Cruz. Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de sábados. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é o Corpo de Cristo." Cl 2,13b-14,16-17
Porque durante a Santa Missa, todos participantes também se oferecem em sacrifício, como a Carta de São Paulo aos Romanos prega: "Eu exorto-vos, portanto, irmãos, pelas Misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em viva, santa e agradável hóstia a Deus: é este vosso culto espiritual. Não relaxeis vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor." Rm 12,1.11
Ele mesmo dava exemplo, e não só na Santa Missa: "O que falta às tribulações de Cristo, completo em minha carne, por Seu Corpo que é a Igreja." Cl 1,24
E isso não era nenhuma metáfora, mas o verdadeiro sentido da palavra testemunho. Ele afirmou em Cesareia, na casa de São Filipe diácono: "Pois eu estou pronto não só a ser preso, mas também a morrer em Jerusalém pelo Nome do Senhor Jesus." At 21,13b
O Livro de Apocalipse de São João disse dos Santos que viu no Céu: "Quando abriu o quinto selo, debaixo do Altar vi as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho de que eram depositários." Ap 6,9
Por isso, a Carta de São Paulo aos Efésios pede, enfatizando a Paixão de Cristo: "Como amados filhos, pois, sede imitadores de Deus. Progredi no amor segundo o exemplo de Cristo, que nos amou e por nós Se entregou a Deus como oferenda e sacrifício de agradável odor." Ef 5,1-2
A Carta de São Paulo aos Filipenses, no mesmo sentido, explica: "... porque a vós é dado não somente crer em Cristo, mas também por Ele sofrer." Fl 1,29
De fato, a Primeira Carta de São Pedro diz que essa é a razão de ser da Igreja Apostólica: "... vós também vos tornais os materiais deste edifício espiritual, um Santo Sacerdócio, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por Jesus Cristo." 1 Pd 2,5
E o Apóstolo dos Gentios detalha: "Pois com Ele fomos sepultados em Sua Morte pelo Batismo, para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela Glória do Pai, assim nós também vivamos uma Nova Vida. Sabemos que nosso velho homem foi crucificado com Ele, para que seja reduzido à impotência o corpo outrora subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado." Rm 6,4.6
Desde o princípio, essa era a própria tradição dos judeus, rudimento de nossa Santa Missa, ainda que apenas anual, pois Deus determinou a Moisés o Dia das Expiações. É do Livro de Levítico: "Tereis uma santa assembleia: humilhareis vossas almas e oferecereis ao Senhor sacrifícios queimados pelo fogo." Lv 23,27b
Haveria, afinal, outra forma de ser cristão? São Paulo assevera: "Sempre trazemos em nosso corpo os traços da Morte de Jesus, para que a Vida de Jesus também se manifeste em nosso corpo. Embora estando vivos, a toda hora somos entregues à morte por causa de Jesus, para que a Vida de Jesus também apareça em nossa carne mortal." 2 Cor 4,10-11
Em que consistiria ser cristão, ou seja, conhecer, representar e anunciar Cristo, senão participando de Seu Sacrifício? Este Apóstolo diz: "Anseio pelo conhecimento, de Cristo e do poder de Sua Ressurreição, pela participação em Seus sofrimentos tornando-me semelhante a Ele na morte, com a esperança de conseguir a Ressurreição dentre os mortos." Fl 3,10-11
E se ainda não o entendemos, é porque não nos convertemos de fato. Então fica a pergunta: estamos realmente fazendo a vontade de Deus? Parafraseando Jesus (cf. Mt 6,33), ele esclarece: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da Terra. Pois vós morrestes, e vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus." Cl 3,1-3
E se ainda não o entendemos, é porque não nos convertemos de fato. Então fica a pergunta: estamos realmente fazendo a vontade de Deus? Parafraseando Jesus (cf. Mt 6,33), ele esclarece: "Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da Terra. Pois vós morrestes, e vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus." Cl 3,1-3
Recomenda, por isso, o elementar a todo cristão: "Mortificai vossos membros, pois, naquilo que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria." Cl 3,5
E assim explica nossa Adoção pelo Espírito Santo: "Portanto, irmãos, não somos devedores da carne para que vivamos segundo a carne. De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer. Mas se pelo espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, pois todos que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o Espírito de Adoção pelo Qual clamamos: Aba! Pai!" Rm 8,12-15
Conforme a Carta de São Paulo aos Gálatas, isso realiza-se quando conhecemos e começamos a vencer as tentações, oferecendo-nos em sacrifício por nós mesmos e por nossos semelhantes: "Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade como pretexto para carnais prazeres. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade, porque toda a Lei se encerra num só preceito: 'Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).' Pois aqueles que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as más paixões e concupiscências." Gl 5,13-14.24
Conforme a Carta de São Paulo aos Gálatas, isso realiza-se quando conhecemos e começamos a vencer as tentações, oferecendo-nos em sacrifício por nós mesmos e por nossos semelhantes: "Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade como pretexto para carnais prazeres. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade, porque toda a Lei se encerra num só preceito: 'Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).' Pois aqueles que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as más paixões e concupiscências." Gl 5,13-14.24
De fato, são palavras do próprio Jesus, no Evangelho Segundo São Marcos: "Porque aquele que quiser salvar sua vida, perdê-la-á. Mas aquele que perder sua vida por amor a Mim e ao Evangelho, salvá-la-á." Mc 8,35
Os seguidores da tradição de São Paulo também exortam na Carta aos Hebreus, mencionando o Livro do Profeta Oseias: "Por Jesus ofereçamos a Deus, sem cessar, sacrifícios de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram Seu Nome (Os 14,2)." Hb 13,15
E assim se referiam à própria caridade: "Não negligencieis a beneficência e a liberalidade. Estes são sacrifícios que agradam a Deus!" Hb 13,16
Pois só o ritual de Seu Sacrifício pode conduzir-nos à necessária santidade (cf. Hb 12,14): "Foi em virtude desta vontade de Deus que de uma vez para sempre temos sido santificados, pela oblação do Corpo de Jesus Cristo." Hb 10,10
A VERDADEIRA COMUNHÃO
Assim, morrer para o mundo é o único caminho para o cristão, como São Paulo diz aos católicos romanos: "... com Ele fomos feitos o mesmo ser, por uma morte semelhante à Sua..." Rm 6,5
Pois só o ritual de Seu Sacrifício pode conduzir-nos à necessária santidade (cf. Hb 12,14): "Foi em virtude desta vontade de Deus que de uma vez para sempre temos sido santificados, pela oblação do Corpo de Jesus Cristo." Hb 10,10
Ora, a Santa Missa já estava prescrita por Deus desde o Livro do Profeta Malaquias, para acontecer em toda Terra: "'Porque, do nascente ao poente, Meu Nome será grande entre as nações, e em todo lugar será oferecido a Meu Nome um sacrifício de incenso e uma oferenda pura. Sim, grande é Meu Nome entre os povos', diz o Senhor dos Exércitos." Ml 1,11
Assim, morrer para o mundo é o único caminho para o cristão, como São Paulo diz aos católicos romanos: "... com Ele fomos feitos o mesmo ser, por uma morte semelhante à Sua..." Rm 6,5
Ele pergunta o que fazemos de nossa vida: "Ou não sabeis que vosso corpo é Templo do Espírito Santo, que em vós habita, o Qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?" 1 Cor 6,19
É através de nossos corpos, portanto, que devemos dar Glórias: "Glorificai a Deus, pois, em vosso corpo." 1 Cor 6,20
Ou seja, as restrições 'espirituais', que não impliquem verdadeira e total entrega, são puras fantasias, falsos desencargos de consciência, como ele via os próprios judaicos ritos: "... proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que delas se faz, e que não passam de humanas normas e doutrinas. Elas podem, sem dúvida, dar a impressão de Sabedoria, enquanto exibem voluntário culto, de humildade e austeridade corporal. Mas não têm real valor, e só servem para satisfazer a carne." Cl 2,22-23
Desabona até a tradição da circuncisão, e exalta a Unção do Santo Paráclito, o prometido do Pai (cf. Lc 24,49), pelo Qual nos é concedido celebrar a Santa Eucaristia: "Porque os verdadeiros circuncisos somos nós, que prestamos culto a Deus pelo Espírito de Deus, e pomos nossa glória em Jesus Cristo, e não confiamos na carne." Fl 3,3
É através de nossos corpos, portanto, que devemos dar Glórias: "Glorificai a Deus, pois, em vosso corpo." 1 Cor 6,20
Ou seja, as restrições 'espirituais', que não impliquem verdadeira e total entrega, são puras fantasias, falsos desencargos de consciência, como ele via os próprios judaicos ritos: "... proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que delas se faz, e que não passam de humanas normas e doutrinas. Elas podem, sem dúvida, dar a impressão de Sabedoria, enquanto exibem voluntário culto, de humildade e austeridade corporal. Mas não têm real valor, e só servem para satisfazer a carne." Cl 2,22-23
Desabona até a tradição da circuncisão, e exalta a Unção do Santo Paráclito, o prometido do Pai (cf. Lc 24,49), pelo Qual nos é concedido celebrar a Santa Eucaristia: "Porque os verdadeiros circuncisos somos nós, que prestamos culto a Deus pelo Espírito de Deus, e pomos nossa glória em Jesus Cristo, e não confiamos na carne." Fl 3,3
Ora, recitando uma antiga queixa de Deus, o próprio Jesus condenou vazios ritos e religiões inventadas: "Assim, por causa de vossa tradição anulais a Palavra de Deus. Hipócritas! É bem de vós que fala o Profeta Isaías: 'Este povo honra-Me com os lábios, mas seu coração está longe de Mim. Vão é o culto que Me prestam, porque ensinam preceitos que só vêm dos homens (Is 29,13).'" Mt 15,6-9
E ensinou, destacando a interiorização da fé e a Revelação: "Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai no espírito e na Verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja." Jo 4,23
Por crescente acomodação, de fato, a humanidade é sintomaticamente avessa às penitências. Busca apenas prazeres, muitos deles insanos, e assim se torna insensível aos alheios sofrimentos. Para com Cristo, não foi diferente. Deus já Lhe havia prescrito através do Livro do Profeta Ezequiel: "Filho do Homem, Eu envio-Te... É a esses filhos de dura cabeça e de insensível coração que Te envio... Quer Te escutem, quer não, pois são um bando de rebeldes, saberão que houve um Profeta entre eles." Ez 2,3-5
E comungar é admitir que Seu Sacrifício foi cometido não apenas por romanos e judeus, mas por todos nós, e continua sendo cometido todos dias enquanto não buscamos a verdadeira conversão. Nosso Senhor adverte: "Nem todo aquele que Me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus." Mt 7,21
Ou quando não ajudamos nem mesmo aqueles que sofrem carências materiais, como sentenciou colocando-Se em lugar deles: "Porque tive fome e não Me destes de comer, tive sede e não Me destes de beber, era peregrino e não Me acolhestes, nu e não Me vestistes, enfermo e na prisão e não Me visitastes." Mt 25,42-43
Enfim, aceitar a Comunhão é acreditar que Deus Encarnou, que Deus Se fez ser humano. São João registrou nas primeiras linhas de seu Evangelho : "E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós, e vimos Sua Glória..." Jo 1,14
E comungar é admitir que Seu Sacrifício foi cometido não apenas por romanos e judeus, mas por todos nós, e continua sendo cometido todos dias enquanto não buscamos a verdadeira conversão. Nosso Senhor adverte: "Nem todo aquele que Me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus." Mt 7,21
Ou quando não ajudamos nem mesmo aqueles que sofrem carências materiais, como sentenciou colocando-Se em lugar deles: "Porque tive fome e não Me destes de comer, tive sede e não Me destes de beber, era peregrino e não Me acolhestes, nu e não Me vestistes, enfermo e na prisão e não Me visitastes." Mt 25,42-43
Enfim, aceitar a Comunhão é acreditar que Deus Encarnou, que Deus Se fez ser humano. São João registrou nas primeiras linhas de seu Evangelho : "E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós, e vimos Sua Glória..." Jo 1,14
É acreditar que Ele desceu do Céu para conosco partilhar as divinas benesses. A Segunda Carta de São Pedro afirma: "Por elas, temos entrado na posse das maiores e mais preciosas promessas, a fim de vos tornar, por este meio, participantes da natureza divina, subtraindo-vos à corrupção que a concupiscência gerou no mundo." 2 Pd 1,4
É acreditar que podemos sentar-nos à mesa com Ele: "Ao declinar da tarde, pôs-Se Jesus à mesa com os Doze discípulos." Mt 26,20
É acreditar que Ele quer estar entre nós através de Sua Igreja, quer dizer, fazendo tudo que Ele mandou (cf. Mt 28,20), pois disse: "Porque onde dois ou três estão reunidos em Meu Nome, aí estou Eu no meio deles." Mt 18,20
A Comunhão Eucarística, portanto, é o maior dos Sacramentos, ao qual todos demais estão ordenados, como Ele mesmo asseverou: "... se não comerdes a Carne do Filho do Homem, e não beberdes Seu Sangue, não tereis a Vida em vós mesmos." Jo 6,53
IGREJA CATÓLICA, A CASA DE DEUS
A conclusão é clara: devemos unir-nos para agradecer a Deus por tantas Graças! Jesus afirmou que esse é o sinal a ser dado ao mundo: "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13,35
E tal Comunhão deve realizar-se na Igreja instituída nas pessoas dos Apóstolos, e por estrito intermédio de Seus obedientes Sacerdotes, como São Paulo ensina: "... podereis exercer toda espécie de generosidade que, por nosso intermédio, será ocasião de agradecer a Deus. ... que se multipliquem as ações de graças a Deus. ... pela obediência que professais ao Evangelho de Cristo..." 2 Cor 9,11-13
'Amar a Deus' só em casa ou nas tarefas do dia-a-dia é um grave erro. Temos que Lhe prestar culto em digno e apropriado lugar, e assim dar testemunho de nossa fé a toda gente. Os discípulos de São Paulo exortam: "Não abandonemos nossa assembleia, como é costume de alguns, mas mutuamente nos animemos..." Hb 10,25a
A Segunda Carta de São Paulo a São Timóteo recomenda-lhe a constante presença entre os verdadeiros membros da Santa Igreja, que frequentam a Santa Missa: "Foge das paixões da mocidade, busca com empenho a Justiça, a fé, a caridade e a Paz, em companhia daqueles que invocam o Senhor com pureza de coração." 2 Tm 2,22
É acreditar que Ele quer estar entre nós através de Sua Igreja, quer dizer, fazendo tudo que Ele mandou (cf. Mt 28,20), pois disse: "Porque onde dois ou três estão reunidos em Meu Nome, aí estou Eu no meio deles." Mt 18,20
A Comunhão Eucarística, portanto, é o maior dos Sacramentos, ao qual todos demais estão ordenados, como Ele mesmo asseverou: "... se não comerdes a Carne do Filho do Homem, e não beberdes Seu Sangue, não tereis a Vida em vós mesmos." Jo 6,53
IGREJA CATÓLICA, A CASA DE DEUS
A conclusão é clara: devemos unir-nos para agradecer a Deus por tantas Graças! Jesus afirmou que esse é o sinal a ser dado ao mundo: "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13,35
E tal Comunhão deve realizar-se na Igreja instituída nas pessoas dos Apóstolos, e por estrito intermédio de Seus obedientes Sacerdotes, como São Paulo ensina: "... podereis exercer toda espécie de generosidade que, por nosso intermédio, será ocasião de agradecer a Deus. ... que se multipliquem as ações de graças a Deus. ... pela obediência que professais ao Evangelho de Cristo..." 2 Cor 9,11-13
'Amar a Deus' só em casa ou nas tarefas do dia-a-dia é um grave erro. Temos que Lhe prestar culto em digno e apropriado lugar, e assim dar testemunho de nossa fé a toda gente. Os discípulos de São Paulo exortam: "Não abandonemos nossa assembleia, como é costume de alguns, mas mutuamente nos animemos..." Hb 10,25a
A Segunda Carta de São Paulo a São Timóteo recomenda-lhe a constante presença entre os verdadeiros membros da Santa Igreja, que frequentam a Santa Missa: "Foge das paixões da mocidade, busca com empenho a Justiça, a fé, a caridade e a Paz, em companhia daqueles que invocam o Senhor com pureza de coração." 2 Tm 2,22
E advertiu: "Não vos deixeis enganar: más companhias corrompem bons costumes. Despertai, como convém, e não pequeis! Porque alguns vivem na total ignorância de Deus. Para vergonha vossa, digo-o." 1 Cor 15,33-34
O Livro de Eclesiástico já ensinava: "Anda na companhia do povo santo, com aqueles que vivem e proclamam a Glória de Deus." Eclo 17,25
Sem dúvida, é exatamente isso que diz um versículo na sequência dos 10 Mandamentos, que constam do Livro de Êxodo, quando Deus nos promete Sua vital proteção: "Prestarás culto ao Senhor Teu Deus, e então Eu abençoarei teu pão e tua água, e preservá-te-ei da enfermidade." Êx 23,25
Sem dúvida, é exatamente isso que diz um versículo na sequência dos 10 Mandamentos, que constam do Livro de Êxodo, quando Deus nos promete Sua vital proteção: "Prestarás culto ao Senhor Teu Deus, e então Eu abençoarei teu pão e tua água, e preservá-te-ei da enfermidade." Êx 23,25
São Paulo também adverte do perigo da irreligiosidade, e assim da omissão de testemunho, e denuncia aqueles que se entregam a heresias e até a religiões animistas: "A ira de Deus manifesta-se do alto do Céu contra toda impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a Verdade. Porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus nem Lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos e obscureceu-se-lhes o insensato coração. Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos. Mudaram a majestade de Deus incorruptível em representações e figuras de homem corruptível, de aves, quadrúpedes e répteis." Rm 1,21-23
Ora, a ação de graça era a prática dos Apóstolos aonde eles iam desde os primeiros anos da Igreja, como vemos no início dos Ministérios de São Barnabé e São Paulo: "Durante um ano inteiro, eles tomaram parte nas reuniões da comunidade e instruíram grande multidão, de maneira que em Antioquia é que os discípulos, pela primeira vez, foram chamados pelo nome de cristãos." At 11,26
E nesses primitivos cultos, que convergiram para a Santa Missa, o Espírito Santo instruía-lhes: "Então havia na igreja de Antioquia profetas e doutores, entre eles Barnabé, Simão, apelidado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, amigo de infância do tetrarca Herodes, e Saulo. Enquanto celebravam o Culto do Senhor, depois de terem jejuado, disse-lhes o Espírito Santo: 'Separai-Me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho destinado.' Então, jejuando e rezando, lhes impuseram as mãos e os despediram." At 13,1-3
Tal celebração era feita no Domingo, para reverenciar o dia da Ressurreição do Senhor, como dissemos e São Lucas registrou: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o Pão, Paulo, que havia de viajar no seguinte dia, conversava com os discípulos e prolongou a palestra até a meia-noite." At 20,7
E nesses primitivos cultos, que convergiram para a Santa Missa, o Espírito Santo instruía-lhes: "Então havia na igreja de Antioquia profetas e doutores, entre eles Barnabé, Simão, apelidado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, amigo de infância do tetrarca Herodes, e Saulo. Enquanto celebravam o Culto do Senhor, depois de terem jejuado, disse-lhes o Espírito Santo: 'Separai-Me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho destinado.' Então, jejuando e rezando, lhes impuseram as mãos e os despediram." At 13,1-3
Tal celebração era feita no Domingo, para reverenciar o dia da Ressurreição do Senhor, como dissemos e São Lucas registrou: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o Pão, Paulo, que havia de viajar no seguinte dia, conversava com os discípulos e prolongou a palestra até a meia-noite." At 20,7
Ele já era largamente chamado de Dia do Senhor ao tempo das revelações em Apocalipse, quando Jesus apareceu a São João Apóstolo: "No Dia do Senhor, fui arrebatado em êxtase, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta, que dizia: 'O que vês, escreve-o num Livro e manda-o às sete igrejas...' " Ap 1,10,11a
Até o cego de nascença, curado por Jesus, sabia a importância de prestar culto a Deus: "Sabemos, porém, que Deus não ouve a pecadores, mas atende a quem Lhe presta culto e faz Sua vontade." Jo 9,31
Pois a ação de graças, cuja maior e mais importante delas é a Santa Eucaristia, é uma questão de reconhecimento a Deus pela dádiva que é a invencível Igreja: "Sim, possuindo nós um Inabalável Reino, dediquemos a Deus um reconhecimento que Lhe torne agradável nosso culto..." Hb 12,28a
E o sacerdote São Zacarias, pai de São João Batista, havia profetizado que o Advento do Salvador nos possibilitaria celebrar a Santa Missa: "... de nos conceder que, sem temor, libertados de mãos inimigas, possamos servi-Lo em santidade e Justiça, em Sua presença, todos dias de nossa vida." Lc 1,73b-75
Pois a ação de graças, cuja maior e mais importante delas é a Santa Eucaristia, é uma questão de reconhecimento a Deus pela dádiva que é a invencível Igreja: "Sim, possuindo nós um Inabalável Reino, dediquemos a Deus um reconhecimento que Lhe torne agradável nosso culto..." Hb 12,28a
E o sacerdote São Zacarias, pai de São João Batista, havia profetizado que o Advento do Salvador nos possibilitaria celebrar a Santa Missa: "... de nos conceder que, sem temor, libertados de mãos inimigas, possamos servi-Lo em santidade e Justiça, em Sua presença, todos dias de nossa vida." Lc 1,73b-75
Pois assim era o projeto do Pai, nas palavras de São Paulo: "N'Ele (Cristo) é que fomos escolhidos, predestinados segundo o desígnio d'Aquele que tudo realiza por um deliberado ato de Sua vontade, para servirmos à celebração de Sua Glória, nós que desde o começo voltamos nossas esperanças para Cristo." Ef 1,11-12
Os seguidores de São Paulo até explicam como isso foi feito, pela incomensurável Graça que se derramou pela Paixão de Nosso Senhor: “... o Sangue de Cristo, que pelo Eterno Espírito Se ofereceu como vítima sem mácula a Deus, purificará nossa consciência das obras mortas para que prestemos culto ao Deus Vivo..." Hb 9,14
Os seguidores de São Paulo até explicam como isso foi feito, pela incomensurável Graça que se derramou pela Paixão de Nosso Senhor: “... o Sangue de Cristo, que pelo Eterno Espírito Se ofereceu como vítima sem mácula a Deus, purificará nossa consciência das obras mortas para que prestemos culto ao Deus Vivo..." Hb 9,14
Havia muito tempo, porém, que o Eclesiástico já notava a relutância de alguns: "Mas o culto de Deus é abominado pelo pecador." Eclo 1,32
Vale lembrar, porém, que, mesmo estando o Templo de Jerusalém tomado por estelionatários, Jesus não desistiu dele. E até citou o Livro do Profeta Isaías e o Livro do Profeta Jeremias, que havia séculos já denunciavam essa situação: "Jesus entrou no Templo e dali expulsou todos aqueles que se entregavam ao comércio. Derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos negociantes de pombas, e disse-lhes: 'Está escrito: Minha Casa é Casa de Oração (Is 56,7), mas vós fizestes dela um covil de ladrões (Jr 7,11)!'" Mt 21,12-13
Vale lembrar, porém, que, mesmo estando o Templo de Jerusalém tomado por estelionatários, Jesus não desistiu dele. E até citou o Livro do Profeta Isaías e o Livro do Profeta Jeremias, que havia séculos já denunciavam essa situação: "Jesus entrou no Templo e dali expulsou todos aqueles que se entregavam ao comércio. Derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos negociantes de pombas, e disse-lhes: 'Está escrito: Minha Casa é Casa de Oração (Is 56,7), mas vós fizestes dela um covil de ladrões (Jr 7,11)!'" Mt 21,12-13
E em resposta à Maria Santíssima e a São José, Cristo, desde os doze anos, quando ficou em Jerusalém após a Páscoa, já tinha declarado Seu indefectível vínculo com este sagrado lugar: "Jesus respondeu: 'Por que Me procuráveis? Não sabeis que devo estar na Casa de Meu Pai?'" Lc 2,49
Esse amor foi antecipadamente cantado pelo rei Davi, no Livro de Salmos: "É que o zelo de Vossa Casa Me consumiu..." Sl 68,10
Esse amor foi antecipadamente cantado pelo rei Davi, no Livro de Salmos: "É que o zelo de Vossa Casa Me consumiu..." Sl 68,10
Outra vez aqui: "Que alegria quando vieram dizer-me: 'Vamos subir à Casa do Senhor...'" Sl 121,1
Com efeito, era o que ele dizia sobre o apropriado lugar para a anunciação da Palavra do Senhor: "Anunciarei Teu Nome a meus irmãos, em meio à assembleia cantarei Teus louvores." Sl 21,23
Outro sagrado autor cantou mais: "Cumprirei meus votos para com o Senhor em presença de todo Seu povo, nos átrios da Casa do Senhor..." Sl 116,8-9a
E ainda: "Aleluia! Louvai o Senhor em Seu Santuário..." Sl 150,1a
Porque a promessa da Vinda do Divino Paráclito, que se vinculava ao Sacrifício Pascal, tinha lugar específico para se cumprir. Deus disse no Livro do Profeta Zacarias: "Derramarei um Espírito de Graça e oração sobre a Casa de Davi e sobre os moradores de Jerusalém, e eles olharão para Mim. Quanto Àquele que transpassaram, chorarão por Ele como se chora pelo filho único. Amargamente vão chorá-Lo, como se chora por um primogênito." Zc 12,10
E ainda: "Aleluia! Louvai o Senhor em Seu Santuário..." Sl 150,1a
Porque a promessa da Vinda do Divino Paráclito, que se vinculava ao Sacrifício Pascal, tinha lugar específico para se cumprir. Deus disse no Livro do Profeta Zacarias: "Derramarei um Espírito de Graça e oração sobre a Casa de Davi e sobre os moradores de Jerusalém, e eles olharão para Mim. Quanto Àquele que transpassaram, chorarão por Ele como se chora pelo filho único. Amargamente vão chorá-Lo, como se chora por um primogênito." Zc 12,10
Note-se, ademais, o que São Paulo diz sobre a estrita finalidade dos dons espirituais: "Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja." 1 Cor 14,12
GRANDE MISTÉRIO
E a ação de graças sempre deve ser feita, a despeito da situação que vivamos, como o Apóstolo dos Gentios estimulava: "Não vos inquieteis com nada! Em todas circunstâncias apresentai a Deus vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças." Fl 4,6
Pois assim age o Santo Paráclito, e a Salvação através da Igreja Una é a vontade de Deus. Ele repete: "A cada um é dada a manifestação do Espírito para comum proveito." 1 Cor 12,7
E se nos achamos tão religiosos em nossa fé e piedade, e até mais que aqueles que frequentam a Santa Missa, o Príncipe dos Apóstolos recomenda: "Como bons dispensadores das diversas Graças de Deus, cada um de vós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu..." 1 Pd 4,10
E se nos achamos tão religiosos em nossa fé e piedade, e até mais que aqueles que frequentam a Santa Missa, o Príncipe dos Apóstolos recomenda: "Como bons dispensadores das diversas Graças de Deus, cada um de vós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu..." 1 Pd 4,10
São Paulo completa, sempre pedindo pelo serviço ao Senhor, cujo principal é nossa Santa Missa: "Temos diferentes dons, conforme a Graça que nos foi conferida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é chamado ao Ministério, dedique-se ao Ministério. Se tem o dom de ensinar, que ensine, o dom de exortar, que exorte. Aquele que distribui as esmolas, faça-o com simplicidade, aquele que preside, presida com zelo, aquele que exerce a Misericórdia, que o faça com afabilidade. Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, solidamente vos apegai ao bem. Mutuamente vos amai com terna e fraternal afeição. Adiantai-vos em honrar uns aos outros. Não relaxeis vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor." Rm 12,6-11
E ele sempre tinha em foco, trabalhando na obra da Salvação, o que é mais importante: "... para que a assembleia receba edificação." 1 Cor 14,5
Por isso, em detrimento do dom de línguas, exaltava o dom da profecia, que hoje equivale a exortação feita pelo Padre durante a homilia: "Empenhai-vos em procurar a caridade. Igualmente aspirais aos dons espirituais, mas sobretudo ao da profecia. Aquele que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus: ninguém o entende, pois fala misteriosas coisas, sob a ação do Espírito. Aquele, porém, que profetiza fala aos homens, para os edificar, os exortar e os consolar. Aquele que fala em línguas edifica a si mesmo, mas o que profetiza, edifica a assembleia." 1 Cor 14,1-4
Ele estabeleceu claras regras para a manifestação desse dom: "Por isso, quem fala em línguas, peça em oração o dom de as interpretar. Se há quem fala em línguas, não falem senão dois ou três, quando muito, e cada um por sua vez. E haja alguém que interprete. Se não houver intérprete, fiquem calados na reunião, e falem consigo mesmos e com Deus." 1 Cor 14,13,27-28
Na verdade, todos dons eram acolhidos, mas a finalidade era sempre a mesma: "Em suma, que dizer, irmãos? Quando vos reunis, quem dentre vós tem um cântico, um ensinamento, uma revelação, um discurso em línguas, uma interpretação a fazer... Que isto se faça de modo a edificar." 1 Cor 14,26
Zelava por um verdadeiro culto a Deus e à Revelação, que é o amor à Verdade: "Se, porém, todos profetizarem, e aí entrar um infiel ou um simples homem, por todos ele é convencido, por todos ele é julgado. Os segredos de seu coração tornam-se manifestos. Então, prostrado com a face em terra, adorará a Deus e proclamará que Deus realmente está entre vós." 1 Cor 14,24-25
E em nome desse objetivo maior, fazia restrições ao número de pregadores, quando as assembleias frequentemente eram concelebradas: "Quanto aos profetas, falem dois ou três, e os outros julguem. Se for feita uma revelação a algum dos assistentes, cale-se o primeiro. Todos, um após outro, podeis profetizar, para todos aprenderem e serem todos exortados." 1 Cor 14,29-31
E em nome desse objetivo maior, fazia restrições ao número de pregadores, quando as assembleias frequentemente eram concelebradas: "Quanto aos profetas, falem dois ou três, e os outros julguem. Se for feita uma revelação a algum dos assistentes, cale-se o primeiro. Todos, um após outro, podeis profetizar, para todos aprenderem e serem todos exortados." 1 Cor 14,29-31
Além, claro, das restrições visando fidelidade ao Evangelho, sem transes, arrebatamentos ou supostas inspirações: "O espírito dos profetas deve estar-lhes submisso, porquanto Deus não é Deus de confusão, mas de Paz." 1 Cor 14,33
Nosso Santo ainda tinha outras recomendações, mas nem tudo se fez por escrito: "As demais coisas, eu determinarei quando for ter convosco." 1 Cor 11,34b
Nosso Santo ainda tinha outras recomendações, mas nem tudo se fez por escrito: "As demais coisas, eu determinarei quando for ter convosco." 1 Cor 11,34b
E a ação de graças sempre deve ser feita, a despeito da situação que vivamos, como o Apóstolo dos Gentios estimulava: "Não vos inquieteis com nada! Em todas circunstâncias apresentai a Deus vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças." Fl 4,6
Instantemente o dizia: "Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graças." Cl 4,2
Aliás, a Primeira Carta de São Paulo a São Timóteo pedia-a por todo ser humano, em específico pelas autoridades, porque é muito proveitoso para nossa religiosidade: "Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas e ações de graças por todos homens, pelos reis e por todos que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma calma e tranquila vida, com toda piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, Nosso Salvador, o Qual deseja que todos homens se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade." 1 Tm 2,1-4
Aliás, a Primeira Carta de São Paulo a São Timóteo pedia-a por todo ser humano, em específico pelas autoridades, porque é muito proveitoso para nossa religiosidade: "Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas e ações de graças por todos homens, pelos reis e por todos que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma calma e tranquila vida, com toda piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, Nosso Salvador, o Qual deseja que todos homens se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade." 1 Tm 2,1-4
Se realmente amamos a Deus, pois, desde sempre devemos evitar os preconceitos e as diferenças entre nós, como ele corrigia os coríntios: "Em primeiro lugar, ouço dizer que, quando vossa assembleia se reúne, há desarmonias entre vós." 1 Cor 11,18
Ora, Jesus pediu que nos adiantássemos em desfazer as intrigas, principalmente durante as celebrações: "Se estás, portanto, para fazer tua oferta diante do altar, e te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá tua oferta diante do altar e primeiro vai reconciliar-te com teu irmão. Só então vem fazer tua oferta." Mt 5,23-24
E mais ainda devemos estar em Paz com Deus, ou seja, em reais condições de comungar, com os pecados devidamente confessados, perdoados e penitenciados. São Paulo diz: "Portanto, todo aquele que indignamente comer o Pão ou beber o Cálice do Senhor, será culpável do Corpo e do Sangue do Senhor. Que cada um examine a si mesmo, e assim coma desse Pão e beba desse Cálice. Aquele que O come e O bebe sem distinguir o Corpo do Senhor, come e bebe sua própria condenação. Esta é a razão porque entre vós há muitos adoentados e fracos, e muitos mortos. Se examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados." 1 Cor 11,27-31
Ele reclama de falsas eucaristias: "E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber, ao mesmo tempo, o Cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar, ao mesmo tempo, da Mesa do Senhor e da mesa dos demônios." 1 Cor 10,20b-21
Porque só há uma única e verdadeira Santa Eucaristia, que é a celebrada pela Santa Igreja Católica, que é o Corpo Místico de Cristo: "Uma vez que há um único Pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só Corpo, porque todos nós comungamos do mesmo Pão." 1 Cor 10,17
Ora, Jesus pediu que nos adiantássemos em desfazer as intrigas, principalmente durante as celebrações: "Se estás, portanto, para fazer tua oferta diante do altar, e te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá tua oferta diante do altar e primeiro vai reconciliar-te com teu irmão. Só então vem fazer tua oferta." Mt 5,23-24
E mais ainda devemos estar em Paz com Deus, ou seja, em reais condições de comungar, com os pecados devidamente confessados, perdoados e penitenciados. São Paulo diz: "Portanto, todo aquele que indignamente comer o Pão ou beber o Cálice do Senhor, será culpável do Corpo e do Sangue do Senhor. Que cada um examine a si mesmo, e assim coma desse Pão e beba desse Cálice. Aquele que O come e O bebe sem distinguir o Corpo do Senhor, come e bebe sua própria condenação. Esta é a razão porque entre vós há muitos adoentados e fracos, e muitos mortos. Se examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados." 1 Cor 11,27-31
Ele reclama de falsas eucaristias: "E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber, ao mesmo tempo, o Cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar, ao mesmo tempo, da Mesa do Senhor e da mesa dos demônios." 1 Cor 10,20b-21
Porque só há uma única e verdadeira Santa Eucaristia, que é a celebrada pela Santa Igreja Católica, que é o Corpo Místico de Cristo: "Uma vez que há um único Pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só Corpo, porque todos nós comungamos do mesmo Pão." 1 Cor 10,17
Ele, portanto, exorta: "Purificai-vos do velho fermento para que sejais nova massa, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, Nossa Páscoa, foi imolado. Celebremos, pois, a festa, não com o velho fermento nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados, de pureza e de Verdade." 1 Cor 5,7-8
E a Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses explicita: "Esta é a vontade de Deus: vossa santificação! Que eviteis a impureza. Que cada um de vós saiba santa e honestamente possuir seu corpo, sem se deixar levar por desregradas paixões como os pagãos que não conhecem a Deus. E que, nesta matéria, ninguém oprima nem defraude a seu irmão, porque o Senhor faz Justiça de todas estas coisas, como já vos temos dito e asseverado." 1 Ts 4,3-6
E a Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses explicita: "Esta é a vontade de Deus: vossa santificação! Que eviteis a impureza. Que cada um de vós saiba santa e honestamente possuir seu corpo, sem se deixar levar por desregradas paixões como os pagãos que não conhecem a Deus. E que, nesta matéria, ninguém oprima nem defraude a seu irmão, porque o Senhor faz Justiça de todas estas coisas, como já vos temos dito e asseverado." 1 Ts 4,3-6
Falando sobre o monte Moriá, onde ficava a Tenda com a Arca da Aliança e seria construído o Templo de Jerusalém, Davi já versava: "Quem será digno de subir ao monte do Senhor? Ou de permanecer em Seu santo lugar? Aquele que tem limpas mãos e puro coração, cujo espírito não busca as vaidades nem perjura para enganar seu próximo. Este terá a bênção do Senhor, e a recompensa de Deus, Seu Salvador. Tal é a geração daqueles que O procuram, daqueles que buscam a face do Deus de Jacó." Sl 23,3-6
Ora, essa era uma prática de purificação dos judeus ao tempo de Jesus, vista nos atos de seus principais quando Ele foi julgado por Pilatos: "Era de manhã cedo. Mas os judeus não entraram no pretório, para não se contaminarem e poderem comer a Páscoa." Jo 18,28b
Assim como nos atos de todo povo: "Estava próxima a Páscoa dos judeus, e muita gente de todo país subia a Jerusalém antes da Páscoa para se purificar." Jo 11,55
E São João Apóstolo indica a verdadeira Comunhão, que é a Comunhão dos Santos, e a verdadeira purificação: "A Boa Nova que d'Ele temos ouvido e vos anunciamos é esta: Deus é Luz e n'Ele não há treva alguma. Se dizemos ter Comunhão com Ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a Verdade. Se, porém, andamos na Luz como Ele mesmo está na Luz, temos Comunhão uns com os outros, e o Sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, purifica-nos de todo pecado." 1 Jo 1,5-7
Ora, essa era uma prática de purificação dos judeus ao tempo de Jesus, vista nos atos de seus principais quando Ele foi julgado por Pilatos: "Era de manhã cedo. Mas os judeus não entraram no pretório, para não se contaminarem e poderem comer a Páscoa." Jo 18,28b
Assim como nos atos de todo povo: "Estava próxima a Páscoa dos judeus, e muita gente de todo país subia a Jerusalém antes da Páscoa para se purificar." Jo 11,55
E São João Apóstolo indica a verdadeira Comunhão, que é a Comunhão dos Santos, e a verdadeira purificação: "A Boa Nova que d'Ele temos ouvido e vos anunciamos é esta: Deus é Luz e n'Ele não há treva alguma. Se dizemos ter Comunhão com Ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a Verdade. Se, porém, andamos na Luz como Ele mesmo está na Luz, temos Comunhão uns com os outros, e o Sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, purifica-nos de todo pecado." 1 Jo 1,5-7
Pois como São Paulo revelou, até mesmo altas ordens de anjos precisam contemplar o que acontece na Igreja Católica Apostólica Romana, para entender a Divina Sabedoria que se manifesta no mundo: "Assim, de ora em diante, as dominações e as potestades celestes podem conhecer, por meio da Igreja, a multiforme Sabedoria de Deus..." Ef 3,10
Por isso, não tem dúvida quanto ao lugar onde devemos agradecer a Deus: "... a Ele seja dada Glória na Igreja..." Ef 3,21
Porque foi para a Santa Missa que Deus nos reuniu em Cristo: "N'Ele é que fomos escolhidos, predestinados segundo o desígnio d'Aquele que tudo realiza por um deliberado ato de Sua vontade, para servirmos à celebração de Sua Glória, nós que desde o começo voltamos nossas esperanças para Cristo." Ef 1,11-12
E não poderia ser de outra forma, como se depreende do que este Santo frequentemente pregou, dizendo de tudo que Jesus fez, faz e sempre continuará fazendo pela Santa Igreja Católica: "... Cristo é a Cabeça da Igreja, que é Seu Corpo, da qual Ele é o Salvador. ... a Igreja é submissa a Cristo... Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela... Certamente, ninguém jamais aborreceu sua própria carne. Ao contrário, cada qual alimenta-a e trata-a, como Cristo faz a Sua Igreja... Grande mistério é este, quero dizer, com referência a Cristo e à Igreja." Ef 5,23-25.29.32
Nosso comportamento dentro dela, portanto, assim como fazem os anjos, deve mesmo ser de perfeita contrição e adoração. É nela que encontramos e conhecemos a Verdade, que é o próprio Jesus (cf. Jo 14,6). São Paulo admoestava a São Timóteo: "Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na Casa de Deus, que é a Igreja de Deus Vivo, coluna e sustentáculo da Verdade." 1 Tm 3,15
Porque foi para a Santa Missa que Deus nos reuniu em Cristo: "N'Ele é que fomos escolhidos, predestinados segundo o desígnio d'Aquele que tudo realiza por um deliberado ato de Sua vontade, para servirmos à celebração de Sua Glória, nós que desde o começo voltamos nossas esperanças para Cristo." Ef 1,11-12
E não poderia ser de outra forma, como se depreende do que este Santo frequentemente pregou, dizendo de tudo que Jesus fez, faz e sempre continuará fazendo pela Santa Igreja Católica: "... Cristo é a Cabeça da Igreja, que é Seu Corpo, da qual Ele é o Salvador. ... a Igreja é submissa a Cristo... Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela... Certamente, ninguém jamais aborreceu sua própria carne. Ao contrário, cada qual alimenta-a e trata-a, como Cristo faz a Sua Igreja... Grande mistério é este, quero dizer, com referência a Cristo e à Igreja." Ef 5,23-25.29.32
Nosso comportamento dentro dela, portanto, assim como fazem os anjos, deve mesmo ser de perfeita contrição e adoração. É nela que encontramos e conhecemos a Verdade, que é o próprio Jesus (cf. Jo 14,6). São Paulo admoestava a São Timóteo: "Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na Casa de Deus, que é a Igreja de Deus Vivo, coluna e sustentáculo da Verdade." 1 Tm 3,15
Aí também está a importância do Padre, que representa Cristo. A Carta de São Tiago é taxativa quanto a quem devemos recorrer: "Chame os Sacerdotes da Igreja..." Tg 5,14
São Paulo, de fato, reclamou de certas consultas: "No entanto, quando tendes contendas desse gênero, para juízes escolheis pessoas cuja opinião é tida como nada pela Igreja." 1 Cor 6,4
Sem dúvida, dirigindo-Se às sete dioceses da Ásia, a cada uma delas Jesus vai repetir a mesma fórmula, deixando claro Quem fala em nossas paróquias: "Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." Ap 2,7.11.17.29;3,6.13.22
Sem dúvida, dirigindo-Se às sete dioceses da Ásia, a cada uma delas Jesus vai repetir a mesma fórmula, deixando claro Quem fala em nossas paróquias: "Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." Ap 2,7.11.17.29;3,6.13.22
Isso confirma Seu próprio dito, enquanto ensinava aos Apóstolos: "... se também se recusar a ouvir a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano." Mt 18,17
Porque lhes havia garantido: "Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita. E quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou."Lc 10,16
Porque lhes havia garantido: "Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita. E quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou."Lc 10,16
Falava mesmo da Eterna e Sã Doutrina, por Ele mesmo iniciada: "Se guardaram Minha Palavra, também hão de guardar a vossa." Jo 15,20b
Desprezar a Santa Igreja, portanto, é no mínimo uma grande insensatez. São Paulo defende os ensinamentos de Jesus e os Sacerdotes de Deus: "Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos deu Seu Espírito Santo." 1 Ts 4,8
Já vimos: "... Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela..." Ef 5,25
Ora, a Igreja é de Jesus! É Ele Quem a edifica, como disse: "E Eu declaro-te: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei Minha Igreja." Mt 16,18a
E Ele mesmo afirmou que ela é indefectível: "As portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16,18b
Quanto às doutrinas inventadas pelo ser humano, vai dizer: "Toda planta que Meu Pai celeste não plantou, será arrancada pela raiz." Mt 15,13
O Catecismo da Igreja Católica limpidamente ensina: "Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a dar sua contribuição às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorar, dia a dia, a graça de Deus." CIC § 1651
Com efeito, é o primeiro Mandamento da Igreja: "Participar da Missa inteira nos domingos e outras festas de guarda, e abster-se de ocupações de trabalho." CIC § 2042
A Santa Missa, por fim, é uma representação do ritual que acontece no Céu, revelado em Apocalipse e realizado por todas ordens de anjos, duas das mais altas delas em figuras de seres e anciãos. Isso terminantemente explica porque nosso culto deve ser solene e sério: "Estes seres tinham cada um seis asas cobertas de olhos por dentro e por fora. Não cessavam de clamar dia e noite: 'Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Dominador, Aquele-que-é, Aquele-que-era e Aquele-que-vem.' E cada vez que aqueles seres rendiam glória, honra e ação de graças Àquele que vive pelos séculos dos séculos, os vinte e quatro anciãos reverentemente se inclinavam diante d'Aquele que estava no trono... e depunham suas coroas diante do trono, dizendo: 'Tu és digno Senhor, Nosso Deus, de receber a honra, a glória e a majestade, porque criaste todas coisas, e por Tua vontade é que existem e foram criadas.' E todos anjos estavam ao redor do trono, dos anciãos e dos quatro seres. Prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo: 'Amém, louvor, Glória, Sabedoria, ação de graças, honra, poder e força a Nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém.'" Ap 4,8-11;7,11-12
O termo 'Missa' vem da exortação feita por Jesus antes de ascender aos Céus, quando disse: "Ide por todo mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura." Mc 16,15
Ora, a Igreja é de Jesus! É Ele Quem a edifica, como disse: "E Eu declaro-te: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei Minha Igreja." Mt 16,18a
E Ele mesmo afirmou que ela é indefectível: "As portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16,18b
Quanto às doutrinas inventadas pelo ser humano, vai dizer: "Toda planta que Meu Pai celeste não plantou, será arrancada pela raiz." Mt 15,13
O Catecismo da Igreja Católica limpidamente ensina: "Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a dar sua contribuição às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorar, dia a dia, a graça de Deus." CIC § 1651
Com efeito, é o primeiro Mandamento da Igreja: "Participar da Missa inteira nos domingos e outras festas de guarda, e abster-se de ocupações de trabalho." CIC § 2042
A Santa Missa, por fim, é uma representação do ritual que acontece no Céu, revelado em Apocalipse e realizado por todas ordens de anjos, duas das mais altas delas em figuras de seres e anciãos. Isso terminantemente explica porque nosso culto deve ser solene e sério: "Estes seres tinham cada um seis asas cobertas de olhos por dentro e por fora. Não cessavam de clamar dia e noite: 'Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Dominador, Aquele-que-é, Aquele-que-era e Aquele-que-vem.' E cada vez que aqueles seres rendiam glória, honra e ação de graças Àquele que vive pelos séculos dos séculos, os vinte e quatro anciãos reverentemente se inclinavam diante d'Aquele que estava no trono... e depunham suas coroas diante do trono, dizendo: 'Tu és digno Senhor, Nosso Deus, de receber a honra, a glória e a majestade, porque criaste todas coisas, e por Tua vontade é que existem e foram criadas.' E todos anjos estavam ao redor do trono, dos anciãos e dos quatro seres. Prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo: 'Amém, louvor, Glória, Sabedoria, ação de graças, honra, poder e força a Nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém.'" Ap 4,8-11;7,11-12
O termo 'Missa' vem da exortação feita por Jesus antes de ascender aos Céus, quando disse: "Ide por todo mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura." Mc 16,15
Por isso, ao final das celebrações em latim, há séculos é feita uma análoga exortação: "Ite, missa est."
Em Brasil, essa expressão foi adaptada para nossa já tradicional: "Ide em Paz e o Senhor vos acompanhe."
O termo 'missa' do latim, portanto, representa o envio feito por Jesus. É o mesmo radical da palavra 'missio', que deu origem ao termo 'missão'. Assim, a literal tradução das palavras finais da Santa Missa em latim é: "Ide (anunciar), é missão."
"Fazei de nós um sacrifício de louvor!"
"Fazei de nós uma perfeita oferenda!"
"Com Jesus oferecemos, ó Pai, nossa vida!"
Em Brasil, essa expressão foi adaptada para nossa já tradicional: "Ide em Paz e o Senhor vos acompanhe."
O termo 'missa' do latim, portanto, representa o envio feito por Jesus. É o mesmo radical da palavra 'missio', que deu origem ao termo 'missão'. Assim, a literal tradução das palavras finais da Santa Missa em latim é: "Ide (anunciar), é missão."
"Fazei de nós um sacrifício de louvor!"
"Fazei de nós uma perfeita oferenda!"
"Com Jesus oferecemos, ó Pai, nossa vida!"



